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domingo, 25 de abril de 2021
PALAVRA DA SALVAÇÃO (229)
4º Domingo da Páscoa – 25/04/2021
Anúncio do Evangelho (Jo 10,11-18)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo
João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus: “Eu sou o bom pastor. O bom
pastor dá a vida por suas ovelhas. O mercenário, que não é pastor e não é
dono das ovelhas, vê o lobo chegar, abandona as ovelhas e foge, e o lobo as
ataca e dispersa. Pois ele é apenas um mercenário que não se importa com as
ovelhas.
Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas, e elas me
conhecem, assim como o Pai me conhece e eu conheço o Pai. Eu dou minha
vida pelas ovelhas.
Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil: também a
elas devo conduzir; elas escutarão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só
pastor.
É por isso que meu Pai me ama, porque dou a minha vida, para
depois recebê-la novamente. Ninguém tira a minha vida, eu a dou por mim
mesmo; tenho poder de entregá-la e tenho poder de recebê-la novamente; essa é a
ordem que recebi de meu Pai”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
https://liturgia.cancaonova.com/pb/
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Ligue o link abaixo e acompanhe a reflexão do Pe. Roger
Araújo:
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sexta-feira, 23 de abril de 2021
LIVE DE LANÇAMENTO DO LIVRO “CANTO ATÉ HOJE” COMEMOROU 60 ANOS NA LITERATURA DE CYRO DE MATTOS
Live de lançamento do livro
“Canto até Hoje” Comemorou
60 Anos na Literatura de Cyro
Foi uma grande
alegria para todos a live de lançamento do novo livro do escritor e poeta Cyro
de Mattos, “Canto até Hoje”, sua obra poética completa, em comemoração aos 60
anos da sua carreira literária. A live aconteceu no dia 8 de abril, pelo canal
do You Tube da Fundação Casa de Jorge Amado, e o livro tem selo editorial dessa
instituição, na Coleção Casa de Palavras. E o autor só poderia agradecer a
todos com mais uma de suas poesias, criada especialmente para expressar a sua
gratidão! Eis o poemeto: “Aos poucos que me leem, dou-me na flor desse canto,
por enquanto encanto, onde teço e aconteço e, contente, agradeço.”
. Volume de 800
páginas, com capa do artista Juarez Paraiso, “Canto até Hoje” foi vencedor do
Concurso Jorge Portugal, da FUNCEB/Lei Aldir
Blanc, e reúne doze livros de poemas de Cyro de Mattos publicados no
Brasil, cinco inéditos e mais seis editados no exterior. Traz no final um
conjunto de ensaios sobre a sua obra poética, assinados por Jorge Amado, Nelly
Novaes Coelho, Assis Brasil, Eduardo Portella, Carlos Moisés, Fernando Py,
Heloisa Prazeres, Hélio Pólvora, Helena Parente Cunha, Maria Irene Ramalho dos
Santos, da Universidade de Coimbra, Alfredo Pérez Alencart, da Universidade de
Salamanca, e Juan Angel Torres Rechy, filólogo e poeta mexicano.
Clique no link abaixo e assista a live:
quinta-feira, 22 de abril de 2021
ITABUNA CENTENÁRIA REFLETINDO - O Carvão
O Carvão
Depois de algumas semanas, uma noite muito fria, um integrante do grupo decidiu visitá-lo.
Encontrou o homem em casa sozinho sentado em frente a uma lareira onde ardia um fogo brilhante e acolhedor.
Adivinhando a razão da visita, o homem deu as boas-vindas e o convidou a sentar-se junto a lareira. A seguir fez-se um grande silêncio.
Os dois homens só contemplavam a dança das chamas em torno dos troncos de lenha que crepitavam na lareira.
Após alguns minutos o visitante sem dizer palavra alguma, examinou as brasas que se formavam e selecionou uma delas, a mais incandescente de todas, retirando-a de um lado do braseiro com um alicate.
Voltou então a sentar-se.
O anfitrião prestava atenção e, em pouco tempo, a chama da brasa solitária diminuiu, até que só houvesse um brilho momentâneo e o fogo apagou
De repente, em pouco tempo, o que era uma amostra de luz e de calor, não passava de um negro, frio e morto pedaço de carvão.
Poucas palavras tinham sido ditas desde a saudação.
O visitante antes de se preparar para sair, pegou o alicate e retornou o carvão frio e inútil, colocando-o de novo no meio do fogo.
De imediato, a brasa voltou a acender-se, alimentada pela luz e calor dos carvões ardentes em seu redor...
... e o anfitrião disse-lhe: ′Obrigado pela sua visita e pela sua bela lição. Vou voltar para o grupo’”
Por que os grupos estão extintos?
Muito simples: porque cada membro que se afasta tira fogo e o calor dos outros.
Aos membros de um grupo vale lembrar que eles fazem parte da chama.
É bom lembrar que todos somos responsáveis por manter acesa a chama de cada um e devemos promover a união entre todos para que o fogo seja realmente forte, eficaz e duradouro.
Não importa se às vezes nos incomoda com tantas mensagens que chegam no chat, o que importa é estarmos conectados, em silêncio alguns, outros muito ativos, com diferenças de opinião e caracteres.
Os amigos que aqui estamos reunidos é para conhecer, aprender, trocar ideias, ou simplesmente saber que não estamos sozinhos, que há um grupo de Amigos e Familiares com quem podemos contar.
Vamos manter a chama viva.
Mesmo que alguns se relatem esporadicamente, é bom saber que mantêm sua chama acesa!
Isto vale também para aqueles com os quais nos relacionamos no dia a dia através de contato pessoal sem que faça parte de um grupo, mas que estejamos sempre nos comunicando e mantendo a chama acesa.
Sendo assim, OBRIGADO a cada um de vocês por fazerem parte da minha fogueira!
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quarta-feira, 21 de abril de 2021
FLISBA promove “CURSO LIVRE: Linhas e Entrelinhas na Carta de Caminha” com inscrições gratuitas
O Coletivo Flisba vai promover o “CURSO LIVRE: Linhas e Entrelinhas na Carta de Caminha” entre os dias 22 e 25 de abril de 2021. A atividade visa discutir a importância da Carta de Pero Vaz de Caminha sob uma ótica interdisciplinar, bem como refletir sobre o documento e seu potencial para a compreensão da atualidade brasileira.
A Carta de Pero Vaz de Caminha, certidão de nascimento do
Brasil, mesmo depois de 521 anos de escrita continua atual e sendo uma
referência histórica, literária e socioeconômica.
O curso é gratuito e as pessoas podem fazer suas inscrições
pelo Sympla: https://www.sympla.com.br/curso-livre-linhas-e-entrelinhas-na-carta-de-caminha__1183060.
O evento será virtual pela plataforma Zoom e os inscritos vão receber link para
a participação. O curso também será transmitido pelo Canal do Flisba no
Youtube. Os participantes presentes nas sessões serão certificados com carga
horária de 10 horas.
O curso será realizado em quatro dias e terá início sempre
às 20 horas. No dia 22/04 , o tema do curso será sobre a "Propaganda e
Sexo na Carta de Pêro Vaz"
ministrado pelo professor Ramayana Vargens e mediação Luh Oliveira; no
segundo dia, 23/04, a abordagem será sobre "A Carta de Caminha -
entre a História e outras Linguagens"
com exposição da professora Tica Simões e do professor Marcelo
Dias. A mediação desse dia será realizada por Igor Luiz.
No terceiro dia, 24/04 , o debate vai girar em torno
"Da Carta de Caminha às Redes Sociais" , com exposição do professor
Ruy Póvoas e a mediação de Silmara Oliveira. Por fim, no dia 25/04 , o tema
será "O direito à terra e as questões ambientais", cuja
abordagem será feita por Kâhu Pataxó e a mediação Efson Lima.
A importância do estudo sobre a Carta de Caminha pode ser
constatado pelas reflexões do professor de literatura Ramayana Vargens, cujo
documento “deixou marcas profundas na formação do povo brasileiro” analisa
o membro da Academia de Letras de Ilhéus
e um dos membros do Coletivo FLISBA.
O CURSO LIVRE: Linhas e Entrelinhas na Carta de Caminha” é uma homenagem especial ao Professor Henrique Campos Simões, presidente da comissão especial da Uesc encarregada das comemorações dos 500 anos do Descobrimento. O professor Henrique Simões foi estudioso sobre a Carta de Caminha e do início da colonização portuguesa no Brasil.
O Coletivo Flisba é responsável por organizar o Festival Literário Sul-Bahia e tem promovido diversos cursos, palestras e lives de cunho literário no sul do estado por meio das redes sociais, assim como tem feito reflexões sobre o patrimônio cultural e fomentado o acesso à leitura.
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CULTO CATÓLICO ABANDONADO NA PANDEMIA
21 de abril de 2021
A prática religiosa decaiu nesse período de pandemia.
Na França, entre 15 e 30% dos que ainda assistiam à missa abandonaram essa
prática.
Em 1978, 81% dos franceses se diziam católicos; agora são
apenas 53%, mas somente 1,8% cumprem o preceito dominical. Lourdes, o santuário
das curas milagrosas, está quase deserta.
No Brasil, 3.371.127 romeiros foram a Aparecida em 2020, 72%
menos que em 2019, quando foram 11.963.635. À festa da Padroeira do Brasil
compareceram 30 mil, enquanto em 2019 foram mais de 160 mil.
As procissões de Semana Santa de Sevilha foram vetadas pela
arquidiocese com argumentos sanitários. Em vez de reparar a Paixão de Nosso
Senhor, haverá uma demonstração massiva de insensibilidade.
https://www.abim.inf.br/culto-catolico-abandonado-na-pandemia/
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