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quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

NOSSA SENHORA DE GUADALUPE


Hoje é a festa de Nossa Senhora de Guadalupe.
Em vez de eu falar, hoje Ela nos falará.
Nós a ouviremos, como Juan Diego:

– "Juanito! Juan Dieguito! Menor dos meus filhos, fica sabendo que sou Maria sempre Virgem, Mãe do verdadeiro Deus, por quem vivemos
Desejo muito que se erga aqui um templo para mim, onde mostrarei e prodigalizarei todo o meu amor, compaixão, auxílio e proteção a todos os moradores desta terra e também a outros devotos que me invoquem confiantes.

Vai e põe nisto todo o tem empenho.

– Ouve e entende bem uma coisa, tu que és o menorzinho dos meus filhos: o que agora te assusta e aflige não é nada. Não se perturbe o teu coração nem te inquiete coisa alguma. Não estou aqui, eu, tua mãe? Não estás sob a minha sombra? Não estás porventura sob a minha proteção?"

Precisa acrescentar algo mais!? Com a bênção e oração.
Dom Ceslau.


Dom Ceslau Stanula, 
Bispo Emérito da Diocese de Itabuna, escritor, membro da Academia Grapiúna de Letras (AGRAL)

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SEM ESQUECER - Merval Pereira


A operação Mapa da Mina, nome cuja explicação ainda está para ser dada, e representa a própria essência da nova fase da Lava Jato, é um recado para quem acha que já está livre das investigações. Há dois anos e dez meses a Operação Aletheia, que levou o ex-presidente Lula a depor coercitivamente à Polícia Federal no aeroporto de Congonhas, foi iniciada, mas só agora chega a seu fim.

Foram documentos apreendidos naquela ocasião que levaram a essa operação de ontem, e o nome dela é o título da apresentação financeira interna do grupo que foi investigado pela Aletheia. Ainda não se sabe o que significa, mas que o nome é sugestivo, isso é.

Entre os investigados estão os filhos de Lula, Fabio Luis, que o ex-presidente dizia ser “o Ronaldinho dos negócios”, Marcos Claudio, Sandro Luis e Luis Claudio. A “coincidência” de que estavam envolvidos em negócios milionários com Jonas Suassuna e a família Bittar, proprietários no papel do sítio de Atibaia, reforça a suspeita de que o ex-presidente era, na verdade, o proprietário oculto do sítio, que seria um pagamento pelos favores feitos a seus negócios.

Os dois entraram em negócios que tinham o apoio financeiro da empresa de telefonia celular Oi, tudo indica, segundo o Ministerio Público e a Polícia Federal, como recompensa a favores do governo. Há de tudo nesse processo, até a evidência de que o aparelhamento das estatais e das agências reguladoras propiciou a nomeação de diretores da Anatel para favorecer os interesses da Oi, inclusive na fusão com a Brasil Telecom que necessitou de uma mudança legal para ser concretizada.

Outra coincidência é que a juíza Gabriela Hardt, que ficou algum tempo como interina de Sergio Moro em Curitiba, recusou ontem a prisão preventiva de Lulinha, pedida pela Policia Federal. A juíza, que condenou Lula no caso do sitio de Atibaia, é constantemente citada pelos petistas como perseguidora de Lula.

No caso em que Lula foi condenado pela juíza, o interessante é que a acusação contra Lula é de ter se aproveitado de obras de infraestrutura das construtoras OAS e Odebrecht no sítio que usava como sendo seu. Não houve acusação formal de que o sítio fosse de Lula, porque ainda não havia provas suficientes.

Desta vez, a acusação é justamente essa, unindo os pontos do caso, que parecia à maioria mais evidente do que o do triplex. Agora, parece que a investigação encontrou o mapa da mina, que leva a milhões de reais recebidos de diversas maneiras pelos parentes do presidente.

Houve até um email pedindo ao pessoal da empresa de Jonas Suassuna para limpar das mensagens todas as referencias ao governo. Ele ganhou também muitos negócios para sua empresa de produtos digitais, como a Nuvem de Livros, financiada por dinheiro governamental e que não apresentou resultados que justificassem esse aporte, segundo a acusação.

Várias outras empresas envolvidas há muito na Lava Jato aparecem também nessa investigação, confirmando que, conceitualmente, o trabalho de Curitiba ainda tem muito a revelar. Os bancos de dados das diversas operações levam a novas investigações, como já acontecera outras vezes.

Acusações que aparentemente foram descartadas voltam à tona com o prosseguimento das investigações. Foi também uma demonstração de que o Procurador-Geral da República Augusto Aras fez bem em voltar atrás na ideia de reduzir o aparato mobilizado para a Operação Lava Jato.

Ainda há muito a fazer, como garantem os procuradores de Curitiba. A montagem do quebra-cabeças, como classificou o procurador Pozzobon, requer muita persistência, e por isso também os processos não devem ser distribuídos por diversos estados, como volta e meia tentam os advogados de defesa.

A tese de que é preciso centralizar as investigações para ter melhores resultados vai se confirmando à medida que as investigações prosseguem. Novos desdobramentos, como os de ontem, mostram à sociedade que a busca dos culpados nas diversas fases da operação Lava Jato não cessa. 

O Globo, 11/12/2019


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Merval Pereira - Oitavo ocupante da cadeira nº 31 da ABL, eleito em 2 de junho de 2011, na sucessão de Moacyr Scliar, falecido em 27 de fevereiro de 2011, foi recebido em 23 de setembro de 2011, pelo Acadêmico Eduardo Portella.

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IGREJA CONVIDA FIÉIS DA AMÉRICA LATINA A REZAREM PELA PAZ NESTE DIA DE GUADALUPE



Redação da Aleteia | Dez 12, 2019

O objetivo da iniciativa é a união dos católicos em oração para que todos os países da região obtenham a graça da paz.

O Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam) convidou as conferências episcopais, organizações eclesiais, comunidades religiosas, movimentos apostólicos e os fiéis em geral a se unirem ao Dia Continental de Oração pela Paz, em favor dos povos da América Latina e do Caribe, neste dia 12 de dezembro, festa de Nossa Senhora de Guadalupe.

O objetivo da iniciativa é a união dos católicos em oração para que todos os países da região obtenham a graça da paz.

“Convidamos vocês a organizar com suas comunidades paroquiais, movimentos apostólicos, conferências episcopais, famílias e amigos, um momento de oração, rezando o terço, participando de uma liturgia da Palavra ou da Eucaristia ou dedicando um tempo durante o dia para rezar por essa intenção”.

O Celam também convidou os fiéis a compartilharem nas redes sociais a sua adesão ao Dia Continental de Oração pela Paz mediante a hashtag #AméricaLatinaRezaPorLaPaz:

“Conte-nos de onde vocês se unirão para rezar pela paz no continente, como celebrarão a festa da Virgem de Guadalupe em seu países. Recordamos que a mensagem da Virgem de Guadalupe é a da harmonia entre todos os povos numa única civilização de amor e dedicação a Deus”.

A nota do Celam termina afirmando:

“Maria aperfeiçoa a inculturação do Evangelho. Ela é o nosso modelo de discípula e missionária a quem confiamos o destino de nossos povos”.




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quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

NATAL - Helena Borborema



            O Natal da menina começava uma semana ou mais antes da data marcada no calendário. Uma alegria íntima, cheia de expectativas, tomava conta do seu espírito, dias e dias antes da festa. A data do nascimento de Cristo não era tão comercial como nos dias atuais, embora não faltasse espírito mercantil entre os adultos. Era uma festa na qual predominava um sentimento de espiritualidade. Não havia ainda a força dominante da mídia para induzir somente ao material, eliminando toda a pureza do sentimento da grande festa cristã. Era esta uma festa de fraternidade, isso se evidenciava no costume de se presentear amigos e vizinhos. Nunca faltavam os cartões de Boas Festas, mesmo para os mais distantes, que não podiam ser esquecidos.

            As casas comerciais, lojas, açougues, farmácias, padarias, armazéns, todos tinham por cortesia distribuir bonitos calendários com os fregueses. As farmácias ainda distribuíam com os compradores os almanaques “Cabeça de Leão”, “Capivarol”, “Saúde da Mulher” e “Biotônico Fontoura”. Entre os vizinhos havia a troca de bolos e compotas caseiros, enviados com o maior esmero. Para os mais chegados, ia o queijo de cuia ou uma garrafa de bom vinho. Dos compadres ou clientes das roças, chegavam gordos perus e leitoas. Enfim, todos tinham alguma coisa para dar e receber, num intercâmbio fraternal.

            Na rua do comércio, isto é, no Buri (Sete de Setembro) e na Praça Adami, o Natal era de muita festa ao ar livre, jogos e quermesses.

            Numa dessas festas, na década de trinta, a Praça Adami foi cenário de dois fatos que causaram alegria às crianças: a instalação do primeiro parque de diversões com sua roda gigante - uma sensação na cidade -, e uma máquina de fazer pipocas - uma novidade. As gambiarras aumentavam o ar de festividade. Semanas antes do Natal, as lojas se enchiam de brinquedos. Nos lares, era uma azáfama com os preparativos da limpeza de assoalhos, pintura de paredes, confecção de arranjos e enfeites. Era tempo de engorda dos Perus cevados especialmente para a ceia, do bolo inglês, dos sequilhos. Mas para a menina, a alegria culminava com a elaboração do presépio que o pai fazia para ela e os irmãos. Deixando de lado qualquer compromisso, ele tirava o domingo mais próximo do Natal para armar com os filhos, embora crianças, o esperando presépio. Era uma festa. Todos colaboravam na confecção, com trabalho e ideias, colocando as inúmeros figurinhas conforme o gosto e a imaginação de cada um. Um bonito painel mandado pintar com cenário da cidade de Belém servia de fundo. Grãos de arroz e milho plantados com antecedência, em latinhas, formavam a grama que dava o verde nas planícies bíblicas. Areia fina trazida da praia, e conchinhas contornavam lagos de espelho. Rebanhos de ovelhas de celuloide ou cerâmica eram espalhados sobre montes feitos de papel amassado pintado de roxo-terra e pastagens.  

            Pronto o presépio, achado bonito, tudo no devido lugar,  o Deus-Menino com os pais na manjedoura, os patinhos na Lagoa, os Reis Magos com seus camelos, pastores, rebanhos, tudo enfim, estava instalada a grande alegria do Natal. Agora era só esperar os presentes e aí vinha a expectativa. No dia previsto, os meninos procuravam acordar bem cedo para pegar Papai Noel em flagrante, mas o velhinho nunca foi “pego” como se diz hoje. Entrava na casa para deixar os presentes junto ao presépio, e saía sem nunca ter sido visto pelas crianças. Este era um mistério que fazia um dos encantos do dia de Natal e motivo de muitas cogitações.

            Fazendo parte dos festejos, estava a visita a outros presépios que muitas famílias armavam e toda criança gostava de ver. O da Igreja era bonito, mas um tanto solene para a menina. As figuras sagradas, os Magos e os animais, uns na manjedoura, outros trilhando uma estrada, guiados por uma grande estrela brilhante, eram admirados com todo respeito, em silêncio. Outros presépios eram também visitados, grandes e bonitos como o de dona América Freire, na Rua Duque de Caxias, e o de dona Gabriela, que ocupavam metade da sala, mas o que mais empolgava a menina era o de dona Chiquinha, na rua Paulino Vieira. Este era a grande atração, não só pelo tamanho, mas pela curiosidade que despertava. Além das tradicionais figuras, havia uma estrada de ferro com a locomotiva, um enorme dragão se balançando de uma árvore, aviões pendurados por finos arames, dinossauros, baleias nadando no lago, um exército de soldadinhos de chumbo com metralhadoras, até um arranha-céu se destacava no meio do modesto casario da cidade de Belém. Aquela profusão de figuras fazia a alegria da menina que não se fartava de buscar com os olhos as coisas e seres exóticos do presépio de dona Chiquinha. Esse presépio, para o espírito de uma criança, era tão bonito que nunca foi esquecido.

            Tempos bons os daqueles Natais de Itabuna! O Natal da Missa do Galo , na porta da igreja de São José , na Praça Olinto Leone, à qual todos podiam ir sem medo, alegres, rezando sob a luz das estrelas, na missa campal, despreocupados porque voltariam incólumes para casa; da troca de presentes que todos podiam dar, das festas de rua de que todos participavam e se divertiam em família, das quermesses, das casas cheirando a folhas de pitangueira, dos presépios armados com  tanta pureza de espírito, com tanto amor e singeleza de coração que tudo se tornava possível, até mesmo a capacidade de deixar uma lembrança que foi guardada como uma das mais lindas recordações de uma menina.


(RETALHOS)
Helena Borborema

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Helena Borborema - Nasceu em Itabuna. Professora de Geografia lecionou muitos anos no Colégio Divina Providência, na Ação Fraternal e no Colégio Estadual de Itabuna. Formada em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia de Itabuna. Exerceu o cargo de Secretária de Educação e Cultura do Município. (A autora)

“Filha do Dr. Lafayette Borborema, o primeiro advogado de Itabuna. É autora de ‘Terras do Sul’, livro em que documento, memória e imaginação se unem num discurso despretensioso para testemunhar o quadro social e humano daqueles idos de Tabocas. Para a professora universitária Margarida Fahel, ‘Terras do Sul’ são estórias simples, plenas de ‘emoção e humanidade, querendo inscrever no tempo a história de uma gente, o caminho de um rio, a esperança de uma professora que crê no homem e na terra’” (Cyro de Mattos)










EDITORA GERAÇÃO LANÇA LIVRO QUE CONTA A HISTÓRIA DE “LUIZA MAHIN”, LÍDER DA MAIOR REVOLTA NEGRA DO BRASIL


Escrita por Armando Avena, autor com nove livros publicados, a obra conta a vida romanceada de Luiza Mahin,  líder da maior rebelião urbana de escravos no Brasil. A história conta  como  os escravos negros tomaram a cidade de Salvador por um dia tendo como objetivo libertar os escravos e criar um estado islâmico no Brasil



A Editora Geração está lançando “Luiza Mahin”, romance que conta a luta e os amores de Luiza Mahin a principal heroína negra da história do Brasil. A obra, escrita por Armando Avena, tem como pano de fundo a Revolta dos Malês, a maior rebelião urbana de escravos no Brasil.

Em janeiro de 1835, aproximadamente mil homens e mulheres, armados e com vestes brancas, tomaram a cidade de Salvador com o objetivo de libertar os escravos e criar um Estado Islâmico. Esses revoltosos eram escravos negros muçulmanos alfabetizados, que se uniram a negros animistas (não-muçulmanos) para assim tomar o poder. A revolta foi planejada em todos os detalhes e até um banco foi criado para financiar as ações.

A narrativa acompanha o movimento dos negros muçulmanos e entrelaça a revolta com a biografia e os amores da líder, Luiza Mahin.

Em meio a seus romances, Luiza Mahin se relacionou com um fidalgo português, que derivou no nascimento de seu filho Luiz Gama, o primeiro poeta negro brasileiro. No romance Luiza Mahin tem ascendência entre os negros, mas é uma mulher livre, uma negra liberta dona de seus amores. Ela foi amante de Ahuna, líder da revolta muçulmana e do procurador da cidade, o branco Angelo Ferraz.

Figura venerada até hoje pelos baianos, considerada um dos símbolos da luta feminina contra a escravidão, a existência de Luiza Mahin ainda provoca debates no âmbito da historiografia oficial, mas no romance de Avena a protagonista é o principal elo de ligação de diversos personagens recorrentes da tradição oral da Bahia que terão suas histórias expostas. Em consequência ao período histórico, a obra retrata aspectos do cotidiano da maior cidade negra do Brasil na época escravista, e a relação de miscigenação imposta entre os Senhores de Engenho e mulheres negras escravizadas.


Sobre o autor:
Armando Avena, nascido em Salvador, é economista, jornalista e escritor. Membro da Academia de Letras da Bahia, é autor de outros nove livros, com destaque para “O Manuscrito Secreto de Marx”, finalista do Prêmio Machado de Assis da Biblioteca Nacional, e “Maria Madalena: O Evangelho Segundo Maria”, publicado pela Geração.


Serviço:
Luiza Mahin
Autor: Armando Avena
Editora Geração
ISBN:
Edição: 2019
Formato:
Número de páginas:
Assunto: romance

Informações à Imprensa – Way Comunicações
Bete Faria Nicastro
Telefones: (11) 3862-1586 / 3862-0483 / 99659-2111

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terça-feira, 10 de dezembro de 2019

VOU ACHAR SUA CAMISOLA


Um grupo de 50 alunos participou de um seminário e, de repente, o professor parou de falar e começou a dar uma camisola a cada pessoa.

Ele convida cada pessoa a escrever seu nome na camisola com um marcador.

Em seguida, todas as camisolas foram recolhidas e colocadas em outra sala.  O professor pede aos participantes que entrem na sala individualmente, e localizem cada uma das camisolas em que está inscrito seu nome, em menos de 5 minutos.

Todos correram para a sala e freneticamente começaram a procurar por seu nome.  As pessoas empurravam-se e pisavam-se em desordem total.

Após 5 minutos e ainda mais, ninguém conseguiu encontrar sua própria camisola.

Então o mestre disse:
Agora, deixe todo mundo coletar aleatoriamente uma camisola e entregá-la à pessoa cujo nome está escrito nela.

Em alguns minutos, cada um recebeu a sua camisola.

O professor então disse: O que fizemos é exatamente o que está acontecendo em nossas vidas, todo mundo está procurando desesperadamente por sua própria felicidade ao redor, sem se preocupar com a felicidade do outro.

E por isso digo, que se você ajudar o outro a encontrar sua felicidade, também terá felicidade em sua vida.  E essa é a missão dos homens na Terra!

Aprenda a colocar um sorriso no rosto de alguém, e você também terá um sorriso.

Que ninguém mais procure por seu próprio interesse;
Que cada um, em vez de considerar seus próprios interesses, também considere os interesses do outro.


(Recebi via Whats, sem menção de autoria)

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EU VIM DA BAHIA II - Lançamento

NOTA

Gregório de Matos, Luís Gama, Cid Teixeira, Martagão Gesteira e Irmã Dulce serão homenageados pela coleção Eu Vim da Bahia



Cleise Mendes, Cristina Cunha, Maria Antônia Ramos Coutinho, Neide Cortizo e Regina Luz assinam livros publicados pela Caramurê


Depois do sucesso da coleção “Eu vim da Bahia” lançada em 2015 com o objetivo de despertar o público infantojuvenil para personagens da Bahia que se destacou, a segunda parte da coleção volta com novos baianos. O Eu vim da Bahia II fará homenagens a Gregório de Matos, Luis Gama, Cid Teixeira, Martagão Gesteira e Irmã Dulce. O lançamento acontece no próximo dia 11, a partir das 18 horas, no quarto piso do Shopping Barra.

Estes personagens, de reconhecimento nacional e mundial, são a prova viva da arte e do pensamento do povo desta terra. Este projeto foi idealizado e realizado pela Caramurê e tem o patrocínio da Braskem e do Governo do Estado da Bahia, através do Programa Estadual de Incentivo à Cultura, o FAZCULTURA.

“A coleção Eu vim da Bahia é um projeto de sucesso que reforça a importância dos baianos para a história, além desses personagens muitos outros podem ainda se inserir, é só uma questão de tempo”, informa o Fernando Oberlaender, editor da Caramurê Publicações.

"O registro das histórias desses baianos memoráveis são uma inspiração para crianças e jovens da Bahia. Impresso em Vitopaper, a Coleção Eu Vim da Bahia tangibiliza uma das formas de uso sustentável do plástico, reforçando o compromisso da Braskem com a Economia Circular.” destaca a diretora de Marketing e Comunicação Corporativa da Braskem, Ana Laura Sivieri.

O Vitopaper® é um papel sintético produzido a partir de plásticos reciclados pós consumo, que não rasga, não molha e absorve 20% menos tinta na impressão, a obra além de apresentar os homenageados ainda tem caráter de sustentabilidade.

Legado - Os livros fazem uma homenagem e um resgate à memória de personalidades que se destacaram pelo pioneirismo e que levaram a marca deste estado para o mundo. Serão cinco volumes e para esta coleção foram escolhidas as autoras: Cleise Mendes, Cristina Cunha, Maria Antônia Ramos Coutinho, Neide Cortizo e Regina Luz.

Assim como o projeto anterior, a coleção dos livros possui conteúdo histórico, não são biografias tradicionais, misturam ficção e história de forma lúdica e atrativa.  Além dos autógrafos das autoras, o evento contará com a presença dos artistas plásticos Aline Terranova, Mike Sam Chagas, Paulo Rufino e Rebeca Souza que ilustraram os livros. Também neste dia será aberta uma exposição com ilustrações dos artistas que deram cores aos livros e uma programação de eventos que animarão o público em cinco dias dos 15 que a mostra ficará exposta.

Sobre a Braskem
Os 8 mil Integrantes da Braskem se empenham todos os dias para melhorar a vida das pessoas por meio de soluções sustentáveis da química e do plástico, engajados na cadeia de valor para o fortalecimento da Economia Circular. Com 41 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 58 bilhões (US$ 15,8 milhões), a Braskem possui produção anual de mais de 20 milhões de toneladas de resinas plásticas e produtos químicos e exporta para Clientes em aproximadamente 100 países.

Serviço 
Lançamento dos livros da coleção Eu vim da Bahia 2
Data: 11/12 quarta-feira 
Hora: das 18h às 21h30
Local: 4º piso do Shopping Barra – Em frente ao cinema
Endereço: Av. Centenário, 2992 - Chame-Chame, Salvador - BA, 40155-151
Preço de lançamento: R$ 34,00 (cada)



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