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sábado, 2 de novembro de 2019

MANOEL NETO É O HOMENAGEADO DA PRIMEIRA EDIÇÃO DA FESTA LITERÁRIA DE UAUÁ – FLIU


Historiador, poeta, escritor e roteirista recebe homenagem dia 14

Natural de Salvador e também cidadão uauaense, Manoel Neto será o homenageado da primeira edição da Festa Literária de Uauá – FLIU, programada para os dias 14, 15 e 16 de novembro, que vai reunir autores representativos da literatura regional e nacional no Sertão Baiano. No dia 14, às 19 horas, um evento marca a homenagem.

Coordenador do Centro de Estudos Euclydes da Cunha (CEEC/UNEB), o historiador, poeta, escritor e roteirista é considerados uma das mais respeitadas autoridades acadêmicas da Bahia sobre a temática de Canudos. Por seu trabalho, recebeu o título de cidadão de Uauá, em reconhecimento ao seu envolvimento com o município e toda a região que foi palco da Guerra de Canudos.

Publicou diversos livros, dentre os quais Corpo a Corpo, A Casa dos Sonetos e Outras Moradias (Poemas); Cartilha Histórica de Canudos; Raros e Polêmicos – Documentos sobre Canudos (co-autoria com Renato Ferraz e José Carlos Pinheiro); Malês 150 anos – O Outro Lado da História; Os Intelectuais e Canudos. Escreveu também vários roteiros para cinema e dirigiu filmes, a exemplo de Vaqueiros Canudos, Feminino Cangaço e seu mais novo filme Assim era Dadá.

Além dos encontros entre os autores e o público, haverá na FLIU shows musicais com artistas locais e nacionais, teatro, oficinas, artes visuais, filmes e uma ampla programação infantil carinhosamente batizada de Fliuzinha.

O que:  FLIU – Festa Literária de Uauá
Onde:  Uauá, no Sertão Baiano
Quando: 14, 15 e 16 de novembro de 2019
Aberto ao Público

Para conhecer a FLIU:

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sexta-feira, 1 de novembro de 2019

PE. ZEZINHO AFIRMA QUE “GRITARIA MUNDIAL SOBRE INCÊNDIOS NA AMAZÔNIA É HISTÉRICA”


Aleteia Brasil | Ago 25, 2019

E arremata: “No Congresso e no Judiciário estão alguns dos maiores incendiários”

Em sua página no Facebook, o pe. Zezinho se manifestou a respeito da guerra de narrativas ideológicas que vem sendo alimentada mundo afora no tocante às queimadas na Amazônia:

“Estão é botando fogo no Brasil”

Fiz uma canção sobre a Amazônia e assino embaixo até hoje. Mas sou bem inteligente para saber que estes incêndios já têm mais de 40 anos. Não aconteceram apenas hoje e não é só porque o atual governo não legislou que as chuvas destes períodos apagassem tais incêndios.

Há o fenômeno natural da seca nestes meses e há o crime dos que intencionalmente fazem queimadas.

Assim como não culpei nem FHC, nem Lula, nem Dilma, nem Temer, não culpo Bolsonaro. Eu não odiava os outros presidentes e não odeio Bolsonaro.

Esta gritaria mundial é histérica. Não vejo ninguém culpando Trump pelos incêndios na Califórnia, nem o Governo Português pelos incêndios em Portugal.

Continuarei a cantar “AMAZÔNIA, É PROIBIDO QUEIMAR E MATAR“, mas sei que tudo não começou apenas há seis meses.

Bom senso ajudará a ler a mídia, determinada em arrasar com o Bolsonaro. Todos sabem das dívidas impagáveis de alguns inimigos do atual presidente!

Não votei nele, nem em Haddad, mas se Haddad tivesse ganho, os incêndios continuariam, até porque o país não tem como controlar o clima nem a maioria dos incendiários que querem tudo, menos que a atual democracia dê certo. Querem outro regime político no Brasil.

No Congresso e no Judiciário estão alguns dos maiores incendiários.

Apelos do Papa Francisco
Que há incêndios na região amazônica, tanto em partes do Brasil quanto de países vizinhos como a Bolívia, é um fato berrante e aberrante há décadas. Não é isto o que está sendo contestado pelo pe. Zezinho. Não há contradição entre a postura do sacerdote brasileiro, que pede mais objetividade e menos viés ideológico, e a postura do Papa Francisco, que tem feito apelos para que se tomem medidas concretas e efetivas em defesa da Amazônia:






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quinta-feira, 31 de outubro de 2019

A ROSA DE BRASÍLIA - Carlos Eduardo Leão


A Rosa de Brasília
Num paralelo com a "Rosa de Hiroshima"

A Rosa de hoje foi uma Rosa radioativa, estúpida e inválida. Foi a típica Rosa com cirrose. Uma antiRosa atômica, sem cor, sem perfume, sem Rosa, sem nada.

Rosa traidora com a pequena esperança de uma nação. 

Rosa do voto confuso, de retórica rebuscada, juridicamente tendencioso, proferido sem vergonha. 

Rosa que não pensou no povo, mudo e telepático. 

Rosa que não honrou as bravas mulheres brasileiras rotas e alteradas pelo descompromisso da justiça. 

Rosa que não pensou nas crianças, cegas e inexatas pela desesperança. 

Rosa que não pensou nas feridas dos hospitais públicos, do desemprego, do sofrimento.

Rosa que só pensou nos canalhas detratores da Pátria. 

A Rosa de hoje não foi a Rosa Cálida. Foi a Rosa hereditária de uma genética ruim.

A Rosa de Brasília, sem cor, sem perfume, não é de toda estúpida e inválida. Há um lado positivo no seu voto perverso. Nesse julgamento fica tácito que o sistema político brasileiro está podre pela necrose ética que corrói deputados, senadores e outros funcionários públicos que lesam impiedosamente sob a proteção espúria do terceiro poder.

A Rosa de Brasília, não tenho dúvida, engrossa o coro dos críticos da indumentária presidencial na cerimônia de entronização de Sua Majestade, o imperador japonês. O presidente, único líder americano presente, resgatou as ordens honoríficas brasileiras, usadas junto a um fraque longo impecável, sendo a Ordem Nacional do Mérito instituída em 1946 por decreto do presidente Dutra, uma reedição da Ordem da Rosa de origem imperial. 

Que fique claro que a Ordem da Rosa é um símbolo pátrio, diferente da Rosa em questão, um símbolo nefasto do oportunismo jurídico contra as ações heroicas da Lava-Jato. O presidente estava elegante, iluminado, carismático e competente com as ações políticas desenvolvidas para choro copioso da esquerda podre.

Engrossa também o coro dos que criticam Bolsonaro por ter levado o seu indefectível Miojo para as horas em que a culinária local não o agrada tanto. Os críticos, invariavelmente a esquerdalha caviar e a extrema imprensa, fingem não se lembrar que o presidiário de Curitiba, a alma mais honesta do mundo, em situação semelhante, frequentava os mais caros restaurantes do mundo cujas iguarias eram regadas a Don Perignon, Petrus e Mouton Rothschild que, horas depois, o faziam urinar nas calças, escornado num canto qualquer, para delírio e aplausos frenéticos de seus asseclas, admiradores e seguidores.

A sua substituta, não deixava por menos. A única diferença é que não foi flagrada molhada.

Estou na dúvida com os destinos do Brasil com tanta indignação acumulada e hoje culminada com o voto de Rosa. 

A Rosa de Hiroshima nasceu de uma bomba atômica lançada sobre inocentes indefesos. A Rosa de Brasília, mutatis mutandis, também. 

Será que é hora dos caminhoneiros ligarem seus motores? Será que é o momento pra quebra-quebra e caos? Talvez seja tudo que queira a esquerda ardilosa numa tentativa orquestrada pelo Foro de São Paulo, apoiado por dois dos três poderes da República, para desestabilizar a recente aprovação da Nova Previdência, da competente atuação do presidente na Ásia e do sucesso econômico que se descortina para 2020.

É hora de pensar, esfriar a cabeça e orar.


 Recebi via WhatsApp
Texto atribuído a Carlos Eduardo Leão


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ANGÚSTIA – Ariston Caldas


Um relógio pendulava dentro de sua cabeça, como pancadas de martelo. Da sala onde se encontrava só, emanava cheiro de mofo misturado com o odor da cera do assoalho; uma raja de luar infiltrava-se por uma fresta da janela confrontada com o poente, formando uma claridade pálida, quase imperceptível. Como sombra apareciam em sua imaginação os rostos de Elsa e Catarina, renitentes, peculiares nos gestos, tonalidade de voz, os sorrisos, agora distantes, sem pancadas intrigantes de um relógio antigo.

“Que culpa tenho em toda essa história? Tentaria uma solução?” Tudo confuso. Receava maiores complicações. “Saltei muros, troncos e barrancos. Só faltei roubar, coisa que meu pai nunca me ensinou. E agora? Toma aí, coisa tonta, pau no lombo, tristeza, recalques, solidão que não acaba nunca, lágrimas por dentro e até pela face, a alguns momentos; coração aflito, sem carinho ou uma palavra de alento”. Abriu a janela por onde entrava um raio de luar; viu a lua se escondendo entre nuvens espessas turvando a cúpula celeste, como se fora um eclipse.

 As pancadas do relógio recrudesciam e um vento frio soprava vindo nem sabia de que lado. “Elza, Catarina”. Era uma consumição em seu juízo. Vinha-lhe uma série de perguntas sem nexo, sim sentido. Procuraria um médico, um psicólogo ou mesmo um psiquiatra. “Os doutores não curam males da alma. Os espiritualistas também não”. Era um cético. Fechou a janela, encolhendo-se ante a rajada do vento frio. “Minha mãe estaria aflita com o meu tormento. Nem podia me ver calado: ‘Está sentindo alguma coisa’, perguntava-me apalpando meu peito, afagando minha cabeça. Eu sabia que ela rogava a Deus e aos santos de sua crença um socorro para mim. Acalmava-lhe com um sorriso sutil: - não estou sentindo nada”.

As figuras de Elza e Catarina voltavam a sua cabeça embaralhada, separadas, juntas, contrastando-se, resmungando, às vezes ameaçando agredi-lo, soltando palavras ofensivas, investindo com dedo em riste, frente a frente. Lembrava do carinho dedicado às duas, do sacrifício do dia-a-dia, somando coisas, diminuindo outras, apertando a fronte às vezes atormentada, arrepiando-se com deveres acumulados.

Elza, Catarina. “Você é um imbecil”, “Quero um vestido novo para o aniversário do doutor Mário”, “Estou precisando de um colar de ouro e de uma pulseira”.              

Quanto compromisso, quanta humilhação ante olhares exigentes, tantas mãos exigentes! “Por que faziam essas coisas comigo?” Num ímpeto, saltou pela janela e ganhou a rua, como gente maluca. Pensou informar-se onde encontraria uma clínica. Queria um médico urgente, um psicólogo, um psiquiatra competente que lhe afastasse aqueles pensamentos, aquelas lembranças confusas, as sombras de Elza, de Catarina. Pensou num sanatório bem aparelhado, com psiquiatras, medicamentos eficazes que o tornassem lúcido e razoável. Não encontrou nenhum sanatório nem psiquiatra. Sem uma alternativa retornou para casa; saltou novamente a janela que ficara encostada e dirigiu-se para o quarto. “Se Elza e Catarina estivessem aí!”. Quando saiu para a rua pensando em procurar um médico, as duas afastaram-se de sua cabeça, daí imaginá-las esperando-o de volta, Elza sentada nos pés da cama, Catarina do outro lado, encostada à cabeceira, nenhum diálogo entre as duas que se odiavam, mas na espreita. Com essas ideias empurrou a porta e entrou, acendeu a lâmpada, panhou um lençol fino, uma espátula e começou a vedar as fendas da porta entre as dobradiças para aliviar-se das pancadas do relógio na sala vizinha, badalando entre figuras que lhe atormentavam o juízo.
Lembrando de suas trajetórias durante o dia, admitiu encontrar-se atrapalhado; verdade que as pancadas do relógio agravavam a situação que já era tensa ante as imagens de Elza e Catarina. Melhor seria dar um fim ao relógio, trocar por outro sem pêndulo, silencioso. “Será que Elza tem ainda aquele relógio de pulso?”. Pensou assim antes de saltar a janela, quando saiu para a rua, à procura de um médico, de uma clínica. De volta, isolou o relógio, abafando-o na sala vizinha. Panhou um espanador e sacudiu o leito da cama forrada com um lençol azul florado de amarelo. Deitou-se depois, sutil, sem vontade de dormir; queria, antes, esquecer Elza, Catarina. Se não conseguisse dormir, sairia pela manhã à busca de um médico que iria exigir-lhe detalhes, “conte sua história”.

O que iria contar? Somente falar sobre as duas, um histórico comprido, aí por volta de dez anos entre atalhos e arrodeios, mais ou menos, nunca no meio termo das coisas, como fazia sua mãe quando era menino, repassando a farda enxovalhada da semana para ganhar tempo e sabão; esconder mal feitos ante o pai cansado e às voltas com mil obrigações em casa.

Passou a noite se virando de um lado para outro, a cabeça com sensação de zonzura, os ouvidos chiando, as pernas cansadas.

A primeira coisa a fazer depois que o sol saísse seria procurar uma clínica especializada em assuntos sobre loucura. Tinha a certeza que estava ficando doido.


(LINHAS INTERCALADAS – 2ª Edição, 2004)
Ariston Caldas

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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

ITABUNA CENTENÁRIA REFLETINDO: O conto do camponês e seu filho

Era uma vez um agricultor muito humilde, mas muito sábio, que trabalhava arduamente a terra de sol a sol junto com seu filho.

Um dia, o filho lhe disse: "Pai, uma desgraça aconteceu conosco, o cavalo desapareceu".

O pai respondeu: "por que você acha que é uma desgraça? Vamos ver o que o tempo traz."

Alguns dias depois, o cavalo voltou, acompanhado por outro cavalo.

Então o filho disse: "pai, que sorte, nosso cavalo trouxe outro cavalo".

O pai disse novamente "por que você acha que é sorte? Vamos ver o que o tempo traz".

Depois de alguns dias, o rapaz quis montar o cavalo recém-chegado e este, não acostumado ao cavaleiro, ficou furioso e o jogou no chão. E o jovem quebrou a perna.

O rapaz exclamou: "Pai, que desgraça, quebrei minha perna!"
E o pai, com sua experiência e sabedoria, disse: "Por que você chama isso de desgraça? Vamos ver o que o tempo traz." O jovem não estava completamente convencido da filosofia do pai, mas recolheu-se em sua cama.

Alguns dias depois, os enviados do rei atravessaram a aldeia, procurando jovens para levá-los à guerra, chegaram à casa do camponês e viram o jovem com a perna quebrada, deixando-o e continuando o caminho.

O jovem entendeu então que, em muitas ocasiões o que parece um infortúnio é uma bênção disfarçada. Que sorte ou azar não acontecimentos absolutos, e que é preciso dar tempo ao tempo.


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terça-feira, 29 de outubro de 2019

A Academia Brasileira de Letras e a Câmara dos Deputados lançam livro sobre patronos e fundadores da ABL


A Academia Brasileira de Letras e a Câmara dos Deputados lançam o livro Imortais: patronos e fundadores da Academia Brasileira de Letras. O lançamento acontecerá na quinta-feira, dia 31 de outubro, às 17h30, na Sala dos Fundadores do Petit Trianon,
Avenida Presidente Wilson, 203 – Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.
 Imortais: patronos e fundadores da Academia Brasileira de Letras
A obra apresenta minibiografias dos 80 patronos e fundadores da ABL acompanhadas de ilustrações modernas de cada um deles. Pretende-se, com a publicação, que os leitores conheçam um pouco mais das significativas personalidades que registraram seus nomes em nossa história literária. Com prefácio do presidente da ABL, Acadêmico Marco Lucchesi, o livro busca preservar a identidade brasileira no âmbito literário por meio do resgate da memória de grandes escritores.
28/10/2019



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O NOVO LUXO


O novo luxo

O luxo mudou. Existe um novo conceito moderno do que é o luxo supremo. Os antenados estão ressignificando não só a palavra, mas as suas atitudes em relação a ela.

A mudança de comportamento nesse novo milênio mostra uma nova consciência no mundo. E toda grande transformação começa quando ocorre uma mudança de valores, e é isso que estamos vivendo.

Aos poucos, mesmo os mais desatentos, os mais conservadores, mesmo os novos ricos, deslumbrados com sua escalada social, vão perceber que o luxo agora é outro.

Então, o que significa luxo nessa era moderna contemporânea? 

O novo luxo é ter saúde. Liberdade. Tempo. Ter espaço nesse planeta atulhado, ter hortas orgânicas, abelhas, animais livres, água limpa, rios e mares limpos, matas nativas e florestas preservadas, biomas naturais.

E quem pode se dar esse luxo? 

Quem pode cuidar de sua saúde física, mental, emocional, psíquica e espiritual? Quem pode ter a liberdade de ser o que é, sem se preocupar com a opinião de ninguém?  Quem pode ter tempo de fazer o que gosta e gostar do que faz?

Ter tempo de flanar, pensar, se dedicar a observar a beleza das coisas, de criar beleza nas coisas, de descobrir o mundo? Tempo de dançar sozinho, olhar demoradamente um pôr de sol? Cuidar dos bichos abandonados e ter uns bichinhos pra chamar de seus? Tempo de cuidar de jardim e poder plantar muitas árvores? Tomar um café no fim de tarde e ler um bom livro?

Tempo de conhecer, descobrir e amar as pessoas? De poder fazer amor com todo o tempo do mundo? De acordar de bom humor e acreditar que é possível, é sempre possível e que estamos aqui para presenciar pequenos e grandes milagres?

O novo luxo é ter paz de espírito, consciência tranquila, meditar e sentir aquela felicidade que nasce dentro de você, não importa o que aconteça fora.

O novo luxo é saber que para ser feliz temos que desejar que todos possam ser felizes também. Não carregar o peso de sentimentos ruins e pensamentos negativos, mas deixar que eles passem como passam as nuvens escuras pelo céu.

O novo luxo é saber ser gentil com pessoas que você não conhece, com empregados, funcionários, subalternos. Respeitar o outro independentemente de sua posição social, raça, cor ou credo.

Respeitar o ser humano que ele é. 

O novo luxo é tentar entender quem pensa diferente, quem nos é estranho e saber que violência sempre gera violência e esse beco não tem saída.

O novo luxo é admitir sua fraqueza, perdoar seus erros e se divertir com seus defeitos. Saber que nosso encanto é essa mistura de tudo, muitas vezes confusa e desajeitada, mas sempre tentando ir pelo caminho do bem.

Todos temos falhas, todos fazemos bobagens, dizemos coisas que não queríamos ter dito e saber pedir perdão é sempre libertador.

Uma das conquistas do novo luxo é essa plenitude.

O novo luxo é experienciar, vivenciar, aprender. O novo luxo é conhecimento. Uma visão abrangente sobre o mundo em que vivemos e nossa passagem por esse lindo planeta azul.

O novo luxo faz de você um novo ser humano, sua busca é evoluir e ser melhor.

Sua busca é ser mais feliz. 
O novo luxo não é ter: é ser.


(Recebi via Whats, sem menção de autoria)

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