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domingo, 14 de outubro de 2018

PALAVRA DA SALVAÇÃO (100)


28º Domingo do Tempo Comum – 14/10/2018


Anúncio do Evangelho (Mc 10,17-30)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, quando Jesus saiu a caminhar, veio alguém correndo, ajoelhou-se diante dele e perguntou: “Bom Mestre, que devo fazer para ganhar a vida eterna?”
Jesus disse: “Por que me chamas de bom? Só Deus é bom, e mais ninguém. Tu conheces os mandamentos: não matarás; não cometerás adultério; não roubarás; não levantarás falso testemunho; não prejudicarás ninguém; honra teu pai e tua mãe”. Ele respondeu: “Mestre, tudo isso tenho observado desde a minha juventude”.
Jesus olhou para ele com amor, e disse: “Só uma coisa te falta: vai, vende tudo o que tens e dá aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois vem e segue-me!”
Mas quando ele ouviu isso, ficou abatido e foi embora cheio de tristeza, porque era muito rico. Jesus então olhou ao redor e disse aos discípulos: “Como é difícil para os ricos entrar no Reino de Deus!”
Os discípulos se admiravam com estas palavras, mas ele disse de novo: “Meus filhos, como é difícil entrar no Reino de Deus! É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus!” Eles ficaram muito espantados ao ouvirem isso, e perguntavam uns aos outros: “Então, quem pode ser salvo?”
Jesus olhou para eles e disse: “Para os homens isso é impossível, mas não para Deus. Para Deus tudo é possível”.
Pedro então começou a dizer-lhe: “Eis que nós deixamos tudo e te seguimos”.
Respondeu Jesus: “Em verdade vos digo, quem tiver deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos, campos, por causa de mim e do Evangelho, receberá cem vezes mais agora, durante esta vida — casa, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições — e, no mundo futuro, a vida eterna.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.


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Ligue o vídeo abaixo e acompanhe a reflexão do Frei Alvaci Mendes da Luz, OFM:

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Vidas com sabor de eternidade
pexels.com

“...que devo fazer para ganhar a vida eterna”? (Mc 10,17)

Ao começar a narrar a cena do jovem rico, Marcos nos faz cair na conta que o encontro acontece quando “Jesus saiu caminhando”. O caminho é o lugar dos encontros surpreendentes, do diálogo com o diferente, da amplitude de vida... A itinerância é o modo próprio de Jesus viver e, portanto, também é a marca do discipulado.

Ao mover-se de um lugar a outro Jesus se põe em condições de acolher o outro, de deixar-se afetar por suas buscas e perguntas existenciais. Abandona os lugares seguros e corretos para dirigir-se, não só às margens da história, mas também ali onde estavam outros homens e mulheres com inquietações diferentes, com outras visões e experiências..., mas carentes de sentido.

Toda saída implica deixar para trás lugares conhecidos, experiências que funcionaram, certezas adquiridas, crenças, valores, referências fixas...; enfim, tomar distância daquilo que parece nos dar mais segurança. Em outras palavras, toda saída, todo êxodo, implica uma profunda experiência de despojamento, um exercício para tornar leve a equipagem, uma confrontação com o novo e o diferente que, tantas vezes, assusta e provoca medo. 

Nossos estilos de vida cristã e nossas estruturas precisam de uma transformação, uma itinerância, que só acontece quando corremos o risco de sair de nossas estufas mofadas e entrar nos novos espaços abertos, quando deixamos os lugares seguros e percorremos as ruas, ali onde acontece a vida das pessoas, procurando acolher todo o humano no coração.

Precisamos transitar novas sendas, exercer uma sadia autocrítica com respeito a ideias, linguagens, estilos de vida, modos de compreender a fé, etc., que temos recebido e nas quais nos encontramos seguros e tranquilos. Precisamos passar de um olhar auto referencial e moralizador a um olhar que corre o risco de encontrar-se com os olhos dos outros, dos diferentes, que se abra a novas aprendizagens e não tema as mudanças; de um olhar superficial a outro olhar capaz de perfurar a realidade até descobrir o Deus que “a todos dá a vida, respiração e tudo mais” (Atos 17,25)

 “Ao sair caminhando, quando veio alguém correndo...”. O encontro dá-se no caminho de Jesus para Jerusalém, e o homem que vem à sua procura (no começo, Marcos não oferece nenhum outro dado sobre ele, deixando o “efeito surpresa” para o final), aproxima-se correndo, como que fustigado por uma urgência implacável, e se ajoelha diante de Jesus, com respeito, como se visse nele seu último recurso para encontrar resposta à pergunta que lhe angustia.

Não vem a Jesus como outros personagens, oprimidos pela enfermidade, mas sim a partir de uma inquietude interior: “o que fazer para ganhar a vida eterna”? Não parece preocupá-lo a vida terrena, pois sua subsistência estava garantida; ele pergunta por uma vida definitiva, própria do mundo futuro: como evitar que a morte seja o fim de tudo? Que fazer para “ganhar outra segurança”?

Podemos dizer que os evangelhos desvelam dois tipos de perguntas dirigidas a Jesus:

A primeira é: “Senhor, o que devo fazer para ganhar a vida eterna”? Esta pergunta nunca sai da boca de um pobre, mas de quem já tem assegurada a vida terrena e, agora, preocupa-se com a “poupança celestial”. É o caso do doutor da lei, de Nicodemos, do homem rico... A resposta de Jesus é, no mínimo, irônica, pois brota de uma pergunta que visivelmente o incomodava. 

A outra pergunta é bem diferente: “Senhor, o que devo fazer para ter vida nesta vida? Pois, sou cego e quero enxergar, tenho a mão seca e preciso trabalhar, sou paralítico e quero andar, minha filha está doente e quero vê-la curada...” 

Em outras palavras, “o que devo fazer para ter vida em plenitude”? Esta pergunta só é feita pela boca dos pobres. Pobreza é estar ameaçado num direito fundamental de vida. A esses, Jesus respondia com seriedade e acolhida. Interessante como a espiritualidade de Jesus era a de quem gerava vida, sobretudo para aqueles que estavam ameaçados em sua vida, dom maior de Deus. Ativava a Vida nesta vida.

No evangelho deste domingo, o jovem expõe sua inquietude pela vida eterna em termos de posse (“ganhar”) e, em relação aos mandamentos, diz que os “observava”. Em sua resposta, Jesus emprega os mesmos termos, mas em outra direção: não naquela da posse ou da herança, mas naquela do despojamento, do desprendimento, do esvaziamento e da entrega... Isso é “o que lhe falta: vai, vende, dá, segue-me...”. 

A inquietude do jovem estava centralizada na vida eterna, e Jesus responde apontando para esta vida, arrancando-a de um fatal “ponto morto”; diante de sua preocupação com o “além”, Jesus indica-lhe o “aquém”. O caminho para conseguir a outra vida (“um tesouro no céu”) passa necessariamente por uma maneira criativa e oblativa de usar os bens, tendo como horizonte de vida o mundo dos pobres. 

“Uma coisa lhe faltava”, não para herdar a vida definitiva, mas para realizar em si mesmo o projeto de Deus, para encontrar a felicidade que não possuía e a plenitude à qual sentia-se chamado. Todo acesso a um “tesouro no céu” passa por um modo concreto de “gerenciar” o tesouro que se possui aqui, ao estilo de Jesus (“depois, vem e segue-me”). Participar da vida de Deus, que é o que consiste a vida eterna, é participar em sua prodigalidade e em sua generosidade já nesta vida. 

A nova sabedoria pede capacidade para deixar-se surpreender e que os “diferentes” irrompam em seu mundo, mudem seus ritmos, as dinâmicas, desestruturem seus tempos e seus espaços..., revirem seus modos de viver, pensar, sentir e fazer; requer que a vida deixe certezas herdadas, e esteja disposta a reinventar-se, quebrando “modos fechados” de ver o mundo, para depois reconstruí-los à luz de uma perspectiva mais ampla. 

O espanto se apoderou do jovem: sentia-se diante de uma encruzilhada, na qual era convidado a deixar para trás todos os caminhos já frequentados, e adentrar-se em outro absolutamente novo e cheio de surpresas;  mudar o “modo de proceder e viver” que estava acostumado, desconectando-se de seus apegos às riquezas; atrever-se a crer numa palavra que afirmava que a vida plena, feliz e abundante que ele buscava, estava mais em deixar que em possuir; acolher o apelo para renunciar tudo aquilo que até esse momento, constituía sua segurança, e abrir-se a uma vida de partilha solidária.... 

Sentiu vertigem e se afastou devagarinho, consciente de que os olhos do Mestre continuavam fixos nele, esperando talvez que fizesse meia volta. Jesus, ao fixar seu olhar no interior do jovem, o desafiou a colocar-se “em movimento” (“vem comigo”), pronto para começar algo novo, uma nova existência que não lhe era familiar e que o faria percorrer caminhos desconhecidos, sendas que não sabia por onde o levavam, porque estava fora da sua “ bolha de conforto”, confirmada pelo seu grupo social e religioso. Jesus o convidou a fazer caminho com Ele. No entanto, o jovem escolheu a estabilidade, o lugar que lhe era familiar e que lhe dava segurança. Atrofiou sua vida e esvaziou-a do sentido de eternidade. 

Texto bíblico:  Mc 10,17-31

Na oração: Para identificar aquilo que sobra e que vai se tornando um “peso”, é bom tomar distância e considerar nossa vida a partir de outra perspectiva. É preciso parar e atrever-nos a acessar a esse recipiente vital onde vamos acumulando e perguntar-nos: quanto do que possuímos faz tempo que não usamos ou não precisamos? Quanto do que ali vemos ocupa um lugar desnecessário? Que encontramos ali que não nos enche de esperança? Que vemos ali que pode ser passível de ser mudado? Se tivéssemos que fazer limpeza, por onde começaríamos?... No nosso mundo interior, é necessário esvaziar para encher, tirar para deixar lugar para aquilo que é essencialmente importante e decisivo.

- Por que não colocar um pouco de ordem na sua mochila vital? O que lhe está sobrando?

- De verdade, de que você quer preencher sua vida? Está sua vida cheia de Vida? 

Pe. Adroaldo Palaoro sj


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sábado, 13 de outubro de 2018

A TRAJETÓRIA BRILHANTE DE HELIO JAGUARIBE - Arnaldo Niskier



No dia 23 de abril de 1923, o Rio de Ja­nei­ro viu nas­cer o seu fi­lho ilus­tre, He­lio Ja­gu­a­ri­be de Mat­tos, co­nhe­ci­do ape­nas co­mo He­lio Ja­gu­a­ri­be. Fi­lho do Ge­ne­ral Fran­cis­co Ja­gu­a­ri­be de Mat­tos e de Fran­ce­li­na San­tos Ja­gu­a­ri­be de Mat­tos, já tra­zia na ba­ga­gem fa­mi­liar mui­ta res­pon­sa­bi­li­da­de, já que o seu pai ti­nha si­do ge­ó­gra­fo e car­tó­gra­fo da Co­mis­são Ron­don, che­fi­a­da pe­lo ma­re­chal Cân­di­do Ma­ri­a­no da Sil­va Ron­don, que de­sen­vol­veu um dos pro­je­tos so­ci­ais mais im­por­tan­tes do pa­ís, e a sua mãe, por­tu­gue­sa, era fi­lha de um gran­de ex­por­ta­dor de vi­nho do Por­to. Em re­la­ção aos es­tu­dos, a sua op­ção foi pe­lo Di­rei­to, se for­man­do em 1946 pe­la Pon­ti­fí­cia Uni­ver­si­da­de Ca­tó­li­ca do Rio (PUC-RJ). Mas ele não se de­te­ve ape­nas nes­ta área de atu­a­ção, já que é mui­to co­nhe­ci­do em to­do o pa­ís co­mo so­ci­ó­lo­go, ci­en­tis­ta po­lí­ti­co e es­cri­tor bra­si­lei­ro. E não ape­nas co­mo ad­vo­ga­do.

A sua par­ti­ci­pa­ção no Ins­ti­tu­to Su­pe­ri­or de Es­tu­dos Bra­si­lei­ros (Iseb), ór­gão cri­a­do em 1955, no Rio de Ja­nei­ro, vin­cu­la­do ao Mi­nis­té­rio de Edu­ca­ção e Cul­tu­ra, foi mar­can­te. Os de­ba­tes re­a­li­za­dos no lo­cal ti­ve­ram gran­de im­pac­to nos anos 1950 e 1960, prin­ci­pal­men­te du­ran­te o go­ver­no de Jus­ce­li­no Ku­bitschek, quan­do se bus­ca­va ca­mi­nhos pa­ra o de­sen­vol­vi­men­to in­dus­tri­al do pa­ís e al­ter­na­ti­vas pa­ra ga­ran­tir a di­mi­nu­i­ção das con­tra­di­ções so­ci­ais. A ques­tão cul­tu­ral tam­bém me­re­ceu a aten­ção do ins­ti­tu­to. O seu li­vro “O Na­ci­o­na­lis­mo na Atu­a­li­da­de Bra­si­lei­ra”, lan­ça­do em 1958, é con­si­de­ra­do uma de su­as prin­ci­pa­is obras.

O bri­lhan­tis­mo das idei­as lan­ça­das por Hé­lio Ja­gu­a­ri­be era um dos des­ta­ques do Iseb. Lá, ele que te­ve a com­pa­nhia de fi­gu­ras, tam­bém bri­lhan­tes, co­mo Ro­land Cor­bi­sier, Al­ber­to Guer­rei­ro Ra­mos, Ál­va­ro Vi­ei­ra Pin­to, Nel­son Wer­neck So­dré, An­to­nio Cân­di­do, Wan­der­ley Gui­lher­me dos San­tos, Cân­di­do Men­des, Ig­ná­cio Ran­gel e Car­los Es­te­vam Mar­tins. Sem fa­lar nos cha­ma­dos co­la­bo­ra­do­res, co­mo Cel­so Fur­ta­do, Gil­ber­to Freyre e Hei­tor Vil­la Lo­bos, que tam­bém aju­da­vam nas ati­vi­da­des, as­sim co­mo Mi­guel Re­a­le e Sér­gio Bu­ar­que de Hol­lan­da, con­si­de­ra­dos os mem­bros ilus­tres.

Após ser ex­tin­to, em 1964, os in­te­gran­tes do Iseb ti­ve­ram que se exi­lar. Foi quan­do He­lio Ja­gu­a­ri­be pas­sou a le­cio­nar nos Es­ta­dos Uni­dos: de 1964 a 1966 na Uni­ver­si­da­de de Har­vard, na Uni­ver­si­da­de de Stan­ford e no MIT – Mas­sa­chu­sets Ins­ti­tu­te of Tec­no­logy. Ao re­tor­nar ao Bra­sil, em 1969, foi con­tra­ta­do pe­lo Con­jun­to Uni­ver­si­tá­rio Cân­di­do Men­des, on­de atuou co­mo Di­re­tor de As­sun­tos In­ter­na­cio­nais. Na­que­la mes­ma ins­ti­tu­i­ção foi de­ca­no do Ins­ti­tu­to de Es­tu­dos Po­lí­ti­cos e So­ci­ais, fun­ção que exer­ceu até 2003, sen­do de­pois no­me­a­do De­ca­no Emé­ri­to, car­go que man­te­ve até a sua mor­te, ocor­ri­da no úl­ti­mo dia 9 de se­tem­bro de 2018.

He­lio Ja­gu­a­ri­be é dou­tor ho­no­ris cau­sa da Uni­ver­si­da­de de Jo­han­nes Gu­ten­berg, de Mainz, Ale­ma­nha, da Uni­ver­si­da­de Fe­de­ral da Pa­raí­ba e da Uni­ver­si­da­de de Bu­e­nos Ai­res. Na Aca­de­mia Bra­si­lei­ra de Le­tras, foi o no­no ocu­pan­te da Ca­dei­ra nº 11, su­ce­den­do a Cel­so Fur­ta­do, seu com­pa­nhei­ro dos tem­pos de Iseb. Foi elei­to em 3 de mar­ço de 2005 e to­mou pos­se em 22 de ju­lho de 2005, sen­do re­ce­bi­do pe­lo aca­dê­mi­co Can­di­do Men­des de Al­mei­da.

Pa­ra quem de­se­ja co­nhe­cer mais so­bre a obra de He­lio Ja­gu­a­ri­be, é in­te­res­san­te ver o do­cu­men­tá­rio “Tu­do é ir­re­le­van­te, He­lio Ja­gu­a­ri­be”, so­bre a vi­da do so­ci­ó­lo­go bra­si­lei­ro. Es­tá em car­taz em São Pau­lo. Di­ri­gi­do por sua fi­lha Iza­bel Ja­gu­a­ri­be e por Er­nes­to Bal­dan, a obra traz de­poi­men­tos de com­pa­nhei­ros nos­sos aqui da ABL, co­mo Fer­nan­do Hen­ri­que Car­do­so, Sér­gio Pau­lo Rou­a­net e An­to­nio Cí­ce­ro. O car­taz do fil­me é um ca­pí­tu­lo à par­te, mos­tran­do o nos­so sa­u­do­so aca­dê­mi­co sor­ri­den­te, mãos le­van­ta­das, num mo­men­to de des­con­tra­ção que mar­ca pro­fun­da­men­te a sua gran­de fi­gu­ra hu­ma­na. 

Diário da manhã (GO), 20/09/2018

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Arnaldo Niskier - Sétimo ocupante da Cadeira nº 18 da ABL, eleito em 22 de março de 1984, na sucessão de Peregrino Júnior e recebido em 17 de setembro de 1984 pela acadêmica Rachel de Queiroz. Recebeu os acadêmicos Murilo Melo Filho, Carlos Heitor Cony e Paulo Coelho. Presidiu a Academia Brasileira de Letras em 1998 e 1999.

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DEPOIS NÃO QUEREM CHAMÁ-LO DE MITO!


O cara faz Roger Waters ser vaiado.

Faz o Lula sair da frente do PT.

Faz o PT mudar a cor do partido.

Faz o dólar despencar.

Faz a Bolsa subir.

Faz uma campanha sem dinheiro.

Faz campanha sem sair de casa. 

Faz um partido nanico virar um gigante.

Faz o nono colocado nas pesquisas do RJ para governador ser o primeiro disparado nas urnas.

Faz ateu citar a bíblia.

Faz a eleição mais marcante da história.

Faz o povo ter prazer em votar num candidato político.

Faz o povo resgatar seu espírito patriota.

Faz a maior limpeza do Senado

Faz Suplicy, Dilma, Graziotin, Lindberg e lixos afins ficarem de fora.

Faz o nordeste começar a abandonar o Lula.

Faz o deputado mais votado da história.

Faz a deputada mais votada da história.

Faz o deputado (Negro, pra quem se importa com a diferença de cor) mais votado do Rio De Janeiro.


Vamos mudar o Brasil!
#B17!!


Recebi  via WhatsApp, sem menção de autoria.

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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

NO DIA DA CRIANÇA... – Eglê S Machado

Clique sobre a foto, para vê-la no tamanho original

No Dia da Criança...

Quero enviar meu apelo
Ao Senhor da Esperança:
Que eu trate com amor e zelo
A ti, amável criança!

Na tenra felicidade
Da tua face louçã
Eu sinta a dignidade
Do homem do amanhã

Que eu entenda o palpitar
Animado, são, contente
Que fulge no teu olhar
Confiante e sorridente.

Que brilhe imenso e profundo,
Afável, feliz, gentil
No teu amanhã fecundo
O amanhã do Brasil!

Eglê S Machado
Academia Grapiúna de Letras-AGRAL

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A SENHORA APARECIDA... - Eglê S Machado


A Senhora Aparecida...


Salve oh Mãe Aparecida,
Que no seu manto de anil
Envolve, dá força e vida,
Ao povo do meu Brasil!

Desfaz a mágoa dorida
E expulsa a treva hostil,
Espalha amor sem medida,
Refaz o ardor gentil!

Do crente é a fé florida,
Conforto e penhor sutil
Enfrenta a luta renhida
E triunfa contra o ardil!

É A MÃE TERNA E QUERIDA,
BALUARTE DO BRASIL!...
  
Eglê S Machado
Academia Grapiúna de Letras-AGRAL


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A PALAVRA DO MÉDICO DO PACIENTE JAIR: “FICO REVOLTADO COM TANTA SUJEIRA”


11/10/2018


Como médico e como cristão condoído pelo sofrimento de Jair Messias Bolsonaro gostaria de esclarecer alguns pontos que foram esquecidos nestes últimos dias.

Há um mês Jair sofreu um grave ferimento por arma branca que custou-lhe uma severa hemorragia interna, contaminação peritoneal com fezes devido lesão de seus intestinos delgado e grosso e consequente peritonite fecal.

Foi realizada uma colostomia temporária que aguarda alguns poucos meses para ser fechada. No seu pós-operatório imediato teve uma deiscência de sutura bloqueada com oclusão intestinal. Foi novamente operado.

Agora se recupera graças aos seus excelentes profissionais e ao bom Deus.

Neste período tem sido vitima de impropérios e acusações tais como: o ferimento não teve gravidade, não compareceu a debates com atestado médico falso, amarelou entre outros adjetivos.

Qualquer trabalhador afastado de suas atividades pelo SUS por tais lesões gozaria de afastamento de suas funções por dois ou três meses. Bolsonaro completa agora o seu primeiro mês do trauma, ainda não completou um mês de sua última cirurgia.

Para esclarecer ao leitor leigo, seu estado geral ainda é muito precário o que pode ser visto na sua última entrevista em seu domicílio.

A colostomia que é uma saída artificial de gases e fezes em uma bolsa plástica é muito inconveniente. Fezes e gases saem independente da vontade o paciente. Os gases fazem ruídos altos, audíveis no ambiente que está o paciente e as fezes, exalam um odor desagradável que pode ser sentido por quem está próximo.

O constrangimento de um colostomisado é muito grande.

Imaginem num ambiente como os Estúdios da Globo e com um público de milhões de expectadores.

Acredito que ninguém gostaria de se expor desta maneira.

Acho injusto chamá-lo de covarde, que correu do debate, que amarelou, que usou atestado frio, etc. etc.

Ignorância extrema e falta de caridade cristã.

Fico revoltado com tanta sujeira.

Por favor, respeitem um ser humano, independente de suas convicções políticas.


 João Batista Marchesini, CRM/PR 1551

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/11756/a-palavra-do-medico-do-paciente-jair-fico-revoltado-com-tanta-sujeira

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João Batista Marchesini  nasceu em Curitiba em 1941 e formou-se médico na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Paraná em 1964. Sua formação profissional iniciou-se no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, na 2a Cadeira de Clínica Cirúrgica e posteriormente na Universidade de Pennsylvania, no The Graduate Hospital, onde foi Residente e Chefe dos Residentes de 1968 a 1971. Neste ano partiu para a Inglaterra quando fez sua residência em cirurgia torácica no Hawkmoore Chest Hospital, em Devon. Voltou aos Estados Unidos em 1973 para prestar exames do American Board of Surgery, tendo sido consequentemente diplomado especialista em Cirurgia neste país. Em sua carreira universitária foi admitido por concurso como Professor Assistente do Departamento de Cirurgia, diplomado Mestre em Clínica Cirúrgica e depois Doutor em Clínica Cirúrgica após respectivos cursos de Mestrado e Doutorado na Universidade Federal do Paraná. 

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NOSSA SENHORA APARECIDA – PADROEIRA DO BRASIL -12/10/2018


Fazendo memória da páscoa de Cristo, celebramos a solenidade de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil e mãe do nosso povo. Ela sempre se mostra atenta às necessidades de seus filhos e filhas, sobretudo nos momentos mais difíceis de nossa história. Louvemos, com alegria, aquela que soube dizer sim a Deus e nos ensina a cumprir a Palavra de seu Filho, convidando-nos a fazer tudo o que ele nos diz.
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Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto: / que o rei se encante com vossa beleza!

1 - Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto: / “Esquecei vosso povo e a casa paterna! / Que o rei se encante com vossa beleza! / Prestai-lhe homenagem: é vosso senhor! – R.

2 - O povo de Tiro vos traz seus presentes, / os grandes do povo vos pedem favores. / Majestosa, a princesa real vem chegando, / vestida de ricos brocados de ouro. – R.

3- Em vestes vistosas ao rei se dirige, / e as virgens amigas lhe formam cortejo; / entre cantos de festa e com grande alegria, / ingressam, então, no palácio real”. – R.
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Evangelho: João 2,1-11

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João 

– Naquele tempo, houve um casamento em Caná da Galileia. A mãe de Jesus estava presente. Também Jesus e seus discípulos tinham sido convidados para o casamento. 

Como o vinho veio a faltar, a mãe de Jesus lhe disse: “Eles não têm mais vinho”. Jesus respondeu-lhe: “Mulher, por que dizes isso a mim? Minha hora ainda não chegou”

Sua mãe disse aos que estavam servindo: “Fazei o que ele vos disser”

Estavam seis talhas de pedra colocadas aí para a purificação que os judeus costumam fazer. Em cada uma delas cabiam mais ou menos cem litros. Jesus disse aos que estavam servindo: “Enchei as talhas de água”. Encheram-nas até a boca. Jesus disse: “Agora tirai e levai ao mestre-sala”. E eles levaram. O mestre-sala experimentou a água, que se tinha transformado em vinho. Ele não sabia de onde vinha, mas os que estavam servindo sabiam, pois eram eles que tinham tirado a água. O mestre-sala chamou então o noivo e lhe disse: “Todo o mundo serve primeiro o vinho melhor e, quando os convidados já estão embriagados, serve o vinho menos bom. Mas tu guardaste o vinho melhor até agora!” 

Este foi o início dos sinais de Jesus. Ele o realizou em Caná da Galileia e manifestou a sua glória, e seus discípulos creram nele.

– Palavra da salvação.
- Glória a Vós, Senhor!
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Ligue o vídeo abaixo e acompanhe a encenação das Bodas de Caná:
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Reflexão:
As bodas de Caná representam o primeiro dos sete sinais no Evangelho de João.

O autor não fala em milagres, mas em sinais, pois não quer exaltar o fato em si, mas o que está por trás dele: revelar a glória de Jesus para que os discípulos acreditem nele.

Ele e seus discípulos foram convidados para um casamento, a mãe de Jesus também estava presente. Ao longo da festa, o vinho veio a faltar. A mãe de Jesus intercede ao Filho em favor dos noivos e dos convidados. Festa sem vinho (bebida) é festa incompleta, sem alegria.

Jesus é apresentado como o noivo da comunidade. A mãe tem importante papel na família, na comunidade, em todos os lugares. Ela é perspicaz e sensível diante das necessidades. Aqui ela desempenha a função de convidar para fazer o que o Mestre pedir.

Nós católicos brasileiros temos uma devoção e um carinho todo especial para com Maria, mãe de Jesus e nossa. Entre muitos outros títulos, no Brasil é conhecida como Nossa Senhora Aparecida.

Ela olha com muito amor o povo brasileiro e intercede a Jesus para que nunca falte o vinho da alegria e da dignidade para seus filhos e filhas.

Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp


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