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quinta-feira, 24 de outubro de 2019

ABL HOMENAGEIA OS 100 ANOS DE NASCIMENTO DOS ACADÊMICOS ANTONIO OLINTO E SERGIO CORRÊA DA COSTA EM MESA-REDONDA ESPECIAL


A Academia Brasileira de Letras realiza Mesa-Redonda especial, intitulada Centenários, com palestras dos Acadêmicos Arnaldo Niskier e Carlos Nejar, que irão homenagear os 100 anos de nascimento dos Acadêmicos Antonio Olinto (1919-2009) e Sergio Corrêa da Costa (1919-2005). Sob a coordenação do Acadêmico Alberto Venancio, o evento será realizado na terça-feira, dia 29 de outubro, às 16h, no Salão Nobre do Petit Trianon, Avenida Presidente Wilson, 203 – Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.
Os Acadêmicos
Arnaldo Niskier é membro da Academia Brasileira de Letras desde 1984, tendo sido presidente da ABL em dois mandatos. Professor aposentado de História e Filosofia da Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Doutor em Educação pela UERJ, foi membro do Conselho Federal de Educação, do Conselho Estadual de Educação e do Conselho Nacional de Educação, Secretário de Estado do Rio de Janeiro por quatro vezes. Sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, é autor de mais de 100 livros, especialmente sobre educação. Presidente do CIEE/RJ é colaborador com artigos publicados em vários jornais do país.
Carlos Nejar, gaúcho, de Porto Alegre, considerado “poeta da condição humana”, Porto Alegre, considerado “poeta da condição humana”, por inúmeros estudiosos, e um dos 37 escritores chaves do século, entre 300 autores memoráveis, no período compreendido de 1890-1990, segundo livro do ensaísta suíço Gustav Siebenmann (Poe-sia y poéticas del siglo XX en la América Hispana y El Brasil, Gredos, Biblioteca Románica Hispánica, Madrid, 19970). Inventor de cosmologias , segundo César Leal. Também é ficcionista e crítico, sendo autor da História da Literatura Brasileira ( em 3ª edição) . Publicou toda a sua poesia em dois volumes, A Idade da Noite e A Idade da Aurora (Ateliê editorial), com ampliação em 2009, A Amizade do mundo e a Jovem Eternidade (editora Novo Século). Editou vários romances, entre eles,Carta aos Loucos, Riopampa ( ou o Moinho das Tribulações), Prêmio Machado de Assis, de ficção,da Fundação da Biblioteca Nacional,(2001), O Evangelho Segundo o Vento , A Engenhosa Letícia do PontalO Poço dos Milagres( Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte), Matusalém de Flores e O Feroz Círculo do Homem. No ano de 2016, editou O Monumento ao Rio Doce, a maior tragédia ecológica do Brasil, em poema único. E pela Bem-te-vi, Quarenta e nove casidas e um amor desabitado. Com várias traduções no Exterior, estudado nas universidades, pertence à Academia Brasileira de Letras, à Academia Brasileira de Filosofia, ao Pen Clube do Brasil, além de Membro Honorário da Academia de Letras de Brasília.

INSCRIÇÕES
Garanta sua participação nesta Mesa-redonda especial. 


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segunda-feira, 19 de agosto de 2019

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS REALIZA MESA-REDONDA EM QUE SE DESTACAM OS DESAFIOS DA CIÊNCIA NO BRASIL


Academia Brasileira de Letras promoverá no dia 21 de agosto, quarta-feira, às 15h, na Sala José de Alencar, mesa-redonda em que se discutirá “Os desafios da Ciência no Brasil”. O evento, com a coordenação do Acadêmico José Murilo de Carvalho, contará com a participação de Nísia da Trindade Lima, Presidente da Fundação Oswaldo Cruz; de Ildeu Castro, Professor do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro e de Luiz Davidovich, Professor Titular na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Entrada Franca.

O evento terá transmissão ao vivo e as inscrições poderão ser feitas pelo site e pelo telefone (21) 3974-2526, de segunda a quinta-feira, das 9h às 18h.

Os convidados

Nísia Trindade Lima

Nísia Trindade Lima é a atual Presidente da Fundação Oswaldo Cruz. Foi também Vice-Presidente de Ensino, Informação e Comunicação da Fiocruz de 2011 a 2016. É doutora em Sociologia e Mestre em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ - atual IESP). É pesquisadora titular da Casa de Oswaldo Cruz, professora de Pós-Graduação do Programa de História das Ciências e da Saúde e professora Colaboradora do Programa de Pós-Graduação em Sociologia do IESP/UERJ.

Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Pensamento Social Brasileiro, atuando principalmente nos seguintes temas: ciência e pensamento social no Brasil; história das ideias em saúde pública; o sertão no pensamento brasileiro e processos de construção do Estado Nacional. Recebeu da Academia Brasileira de Letras a medalha comemorativa dos 110 anos de fundação da Academia, em 2007; e também a Medalha Euclides da Cunha em 2009.

Possui uma vasta produção acadêmica, com destaque para os livros: Um Sertão Chamado Brasil, prêmio de melhor tese em sociologia, concedido pelo Iuperj em 1999, já em sua segunda edição (São Paulo, Hucitec, 2013), no qual a autora pretende explicar as razões da persistência e da ênfase com que a oposição entre o Brasil do litoral e o dos sertões foi abordada no pensamento social brasileiro. Antropologia Brasiliana: Ciência e Educação na Obra de Roquette-Pinto, obra organizada em colaboração com Dominique Miranda de Sá e Médicos Intérpretes do Brasil, organizado em colaboração com Gilberto Hochman (São Paulo, Hucitec, 2015). Na Revista Brasileira, publicou no volume 62, em 2010, o artigo Euclides da Cunha e o Pensamento Social no Brasil.

Luiz Davidovich

Luiz Davidovich obteve em 1968 o bacharelado em Física na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Doutorou-se na Universidade de Rochester, EUA, em 1975. É Professor Titular na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Desenvolve pesquisas nas áreas de ótica quântica e informação quântica, tendo sido pesquisador visitante em diversas instituições estrangeiras. É membro da Academia Brasileira de Ciências, da Academia Mundial de Ciências para o avanço da ciência no países em desenvolvimento (TWAS) e é membro estrangeiro da National Academy of Sciences, dos Estados Unidos da América. Recebeu a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico em 2000, o Prêmio de Física da TWAS em 2001 e o Prêmio Alvaro Alberto, outorgado pelo CNPq, em 2010. É Fellow da American Physical Society e da Optical Society of America. É Presidente da Academia Brasileira de Ciências no segundo mandato, para o período de maio de 2019 a maio de 2022, e Secretário Geral da TWAS, para o período de janeiro de 2019 a dezembro de 2022. Foi Secretário Geral da Sociedade Brasileira de Física no período 1981-1983 e membro de seu Conselho em diversos períodos. Atuou também como representante da comunidade científica no Conselho Deliberativo do CNPq, no Conselho Superior da CAPES e no Conselho Superior da FAPERJ.

Ildeu de Castro Moreira

Ildeu de Castro Moreira é professor do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atua também nas áreas de história da ciência e comunicação pública da ciência. Foi diretor do Departamento de Popularização da C&T do Ministério da CT&I e coordenador da Semana Nacional de CT, de 2004 a 2013. Recebeu, em 2013, o Prêmio José Reis de Divulgação Científica do CNPq.  É atualmente presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência - SBPC.


INSCRIÇÕES
Garanta sua participação gratuita para esta sessão exclusiva. Lugares limitados.




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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

ABL HOMENAGEIA O ACADÊMICO AUSTREGÉSILO DE ATHAYDE (1898/1993) E RELEMBRA OS 70 ANOS DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS


A Academia Brasileira de Letras homenageia, com mesa-redonda no Petit Trianon, os 120 anos de nascimento de seu ex-Presidente Austregésilo de Athayde e os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. O evento, coordenado pelo Presidente da ABL, Marco Lucchesi, se realizará no dia 6 de novembro, às 17h30, na Avenida Presidente Wilson, 203, Castelo, Rio de Janeiro, com as participações dos Acadêmicos Arnaldo Niskier, Marcos Vilaça e Cícero Sandroni, além do dramaturgo Roberto Athayde, filho do homenageado. Entrada franca.

Saiba mais

Athayde foi considerado, por seus companheiros da Comissão, formada pela jornalista norte-americana Eleonor Roosevelt, do professor libanês Charles Malek e do soviético Professor Pavlov, sob assistência do jurista e filósofo francês René Cassin, como o mais ativo colaborador na redação do histórico documento. Em 1968, por ocasião do 20º aniversário da Declaração, a Academia Sueca conferiu o Prêmio Nobel da Paz a Cassin que, ao tomar conhecimento da homenagem que lhe fora prestada, exatamente pelo papel desempenhado na elaboração do Documento, convocou os jornalistas e lhes disse:

"Quero dividir a honra desse prêmio com o grande pensador brasileiro Austregésilo de Athayde que, ao meu lado, durante três meses, contribuiu para o êxito da obra que estávamos realizando por incumbência da Organização das Nações Unidas."

Em 1978, no 30º aniversário do documento, o Presidente Jimmy Carter, dos Estados Unidos, reconheceu, universalmente, através de carta enviada a Austregésilo de Athayde, a "vital liderança" por ele exercida na elaboração da Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Desde os tempos de colaborador do jornal A Tribuna e de tradutor na agência de notícias Associated Press, em 1918, até poucas semanas antes de sua morte, Athayde colocou seus pensamentos e suas ideias no papel, e poucas vezes deixou de publicar algum artigo nos jornais e revistas brasileiros. Orgulhava-se de afirmar:

"Jamais escrevi um artigo que não expressasse a linha de minhas convicções democráticas. Nunca elogiei partidos, homens ou grupos". (...) "Sou incapaz de ser a favor de homens. Sou a favor de ideias, de pontos de vista. O que almejo mesmo é o pensamento democrático, a preservação de nossa unidade nacional e o bem do povo brasileiro."

Austregésilo de Athayde sempre relembrava com prazer e vaidade os acontecimentos de sua vida, durante a qual recebeu cento e setenta medalhas, placas e condecorações. Dizia ele que o ato mais importante de sua vida fora ter escrito a Declaração Universal dos Direitos do Humanos, obra que o projetara no mundo inteiro e era o seu grande motivo de orgulho.

29/10/2018


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sábado, 17 de junho de 2017

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS PRESTA HOMENAGEM AOS ACADÊMICOS ANTONIO CALLADO (1917-1997), CELSO CUNHA (1917-1989) E ROBERTO CAMPOS (1917-2001)

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Os Acadêmicos Alberto Venancio Filho, Cícero Sandroni e Evanildo Bechara, sob a coordenação do Acadêmico Domício Proença Filho, Presidente da Academia Brasileira de Letras, participarão de mesa-redonda em celebração ao centenário de nascimento dos Acadêmicos Antonio Callado, Celso Cunha e Roberto Campos, na quinta-feira, dia 22 de junho, às 17h30min, no Salão Nobre do Petit Trianon, Avenida Presidente Wilson, 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.

Saiba mais:
Quarto ocupante da Cadeira 8, eleito em 17 de março de 1994, na sucessão de Austregésilo de Athayde, e recebido pelo Acadêmico Antonio Houaiss, em 12 de julho de 1994, Antonio Callado (Antonio Carlos Callado), jornalista, romancista, biógrafo e teatrólogo, nasceu em Niterói, RJ, em 26 de janeiro de 1917, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 28 de janeiro de 1997.

Quarto ocupante da cadeira 35 da ABL, Celso Ferreira da Cunha foi eleito em 13 de agosto de 1987, na sucessão de José Honório Rodrigues, e recebido pelo acadêmico Abgar Renault, em 4 de dezembro de 1987. Professor, filólogo e ensaísta, nasceu em Teófilo Otoni, MG, em 10 de maio de 1917, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 14 de abril de 1989.

Sétimo ocupante da Cadeira 21, eleito em 23 de setembro de 1999, na sucessão de Dias Gomes, e recebido pelo Acadêmico Antonio Olinto, em 26 de outubro de 1999, Roberto de Oliveira Campos, economista, diplomata e professor, nasceu em Cuiabá, Mato Grosso, em 17 de abril de 1917 e faleceu no dia 9 de outubro de 2001, no Rio de Janeiro, RJ.

14/06/2017



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