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segunda-feira, 16 de setembro de 2019

ROBERTO CAMPOS – Frases


Morto em 2001, o economista e diplomata Roberto Campos estaria hoje com 100 anos. Relembre algumas de suas melhores frases sobre quanto o Estado estorva a vida de empresas e cidadãos, publicadas pelo Estadão:
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“O bem que o Estado pode fazer é limitado; o mal, infinito. O que ele pode nos dar é sempre menos do que nos pode tirar.”

“Nossa Constituição é uma mistura de dicionário de utopias e regulamentação minuciosa do efêmero.”

“Uma vez criada a entidade burocrática, ela, como a matéria de Lavosier, jamais se destrói, apenas se transforma.”

“Continuamos a ser colônia, uma país não de cidadãos, mas de súditos, passivamente submetidos às ‘autoridades’ – a grande diferença, no fundo, é que antigamente a ‘autoridade’ era Lisboa. Hoje, é Brasília.”

“Todo mundo sabe que o dinheiro do governo é gasto para sustentar universidades ruins e grátis, para classes médias que podem pagar. Nada melhor. Garante comícios das UNEs da vida, ótima preparação para futuros políticos analfabetos.”

“O doce exercício de xingar os americanos em nome do nacionalismo nos exime de pesquisar as causas do subdesenvolvimento e permite a qualquer imbecil arrancar aplausos em comícios.”

“Sou chamado a responder rotineiramente a duas perguntas. A primeira é ‘haverá saída para o Brasil?’. A segunda é ‘o que fazer?’. Respondo àquela dizendo que há três saídas: o aeroporto do Galeão, o de Cumbica e o liberalismo. A resposta à segunda pergunta é aprendermos de recentes experiências alheias.”

“O PT é um partido de trabalhadores que não trabalham, estudantes que não estudam e intelectuais que não pensam.”

“Nossas esquerdas não gostam dos pobres. Gostam mesmo é dos funcionários públicos. São estes que, gozando de estabilidade, fazem greves, votam no Lula, pagam contribuição para a CUT. Os pobres não fazem nada disso. São uns chatos.

“É divertidíssima a esquizofrenia de nossos artistas e intelectuais de esquerda: admiram o socialismo de Fidel Castro, mas adoram também três coisas que só o capitalismo sabe dar – bons cachês em moeda forte, ausência de censura e consumismo burguês. São os filhos de Marx numa transa adúltera com a Coca-Cola.”

“Fui um bom profeta. Pelo menos, melhor que Marx. Ele previra o colapso do capitalismo; eu previ o contrário, o fracasso do socialismo.”

“Segundo Marx, para acabar com os males do mundo, bastava distribuir. Foi fatal. Os socialistas nunca mais entenderam a escassez.”

Brilhante!


(Recebi via Whats)


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sábado, 17 de junho de 2017

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS PRESTA HOMENAGEM AOS ACADÊMICOS ANTONIO CALLADO (1917-1997), CELSO CUNHA (1917-1989) E ROBERTO CAMPOS (1917-2001)

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Os Acadêmicos Alberto Venancio Filho, Cícero Sandroni e Evanildo Bechara, sob a coordenação do Acadêmico Domício Proença Filho, Presidente da Academia Brasileira de Letras, participarão de mesa-redonda em celebração ao centenário de nascimento dos Acadêmicos Antonio Callado, Celso Cunha e Roberto Campos, na quinta-feira, dia 22 de junho, às 17h30min, no Salão Nobre do Petit Trianon, Avenida Presidente Wilson, 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.

Saiba mais:
Quarto ocupante da Cadeira 8, eleito em 17 de março de 1994, na sucessão de Austregésilo de Athayde, e recebido pelo Acadêmico Antonio Houaiss, em 12 de julho de 1994, Antonio Callado (Antonio Carlos Callado), jornalista, romancista, biógrafo e teatrólogo, nasceu em Niterói, RJ, em 26 de janeiro de 1917, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 28 de janeiro de 1997.

Quarto ocupante da cadeira 35 da ABL, Celso Ferreira da Cunha foi eleito em 13 de agosto de 1987, na sucessão de José Honório Rodrigues, e recebido pelo acadêmico Abgar Renault, em 4 de dezembro de 1987. Professor, filólogo e ensaísta, nasceu em Teófilo Otoni, MG, em 10 de maio de 1917, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 14 de abril de 1989.

Sétimo ocupante da Cadeira 21, eleito em 23 de setembro de 1999, na sucessão de Dias Gomes, e recebido pelo Acadêmico Antonio Olinto, em 26 de outubro de 1999, Roberto de Oliveira Campos, economista, diplomata e professor, nasceu em Cuiabá, Mato Grosso, em 17 de abril de 1917 e faleceu no dia 9 de outubro de 2001, no Rio de Janeiro, RJ.

14/06/2017



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