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segunda-feira, 28 de outubro de 2019

ACADÊMICO JOSÉ MURILO DE CARVALHO COORDENA, NA ABL, O SEMINÁRIO “BRASIL, BRASIS” DE OUTUBRO INTITULADO “BRASIL, PAÍS SEM FUTURO?”


A Academia Brasileira de Letras dá continuidade à sua série de seminários “Brasil, brasis” de 2019 com o tema Brasil, país sem futuro? A coordenação é do Acadêmico e escritor José Murilo de Carvalho (sexto ocupante da Cadeira 5, eleito em 11 de março de 2004) e conta com as participações do economista Armando Castelar e do escritor Julio Ludemir. O coordenador-geral dos seminários “Brasil, brasis” de 2019 é o Acadêmico e professor Domício Proença Filho. O evento será realizado no dia 29 de outubro, terça-feira às 17h30, no Teatro R. Magalhães Jr. (Avenida Presidente Wilson, 203 – Castelo, Rio de Janeiro.)
O Seminário Brasil, brasis, com entrada franca e transmissão ao vivo pelo Portal da ABL, tem o patrocínio do Bradesco.
Os Convidados
Armando Castelar Pinheiro é coordenador de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE/FGV) e professor da Escola de Direito-Rio da FGV e do Instituto de Economia da UFRJ. Anteriormente, trabalhou como analista da Gávea Investimento, pesquisador do IPEA e chefe do Departamento Econômico do BNDES. Castelar é ph.D em economia pela Universidade da Califórnia (Berkeley), mestre em administração pela COPPEAD/UFRJ e em estatística pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), e engenheiro eletrônico pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). É articulista dos jornais Valor Econômico e Correio Braziliense.
Julio Bernardo Ludemir nasceu no Rio de Janeiro, mas foi criado em Olinda, Pernambuco. Estudou jornalismo, mas nunca concluiu o curso. Tem dez livros publicados, a maioria ambientados nas favelas cariocas. A reportagem “Rim por Rim” foi finalista do Prêmio Jabuti de 2008. É um dos roteiristas de “400 contra um”, que o cineasta Caco de Souza adaptou da autobiografia de William da Silva Lima, um dos criadores do Comando Vermelho.
É um dos idealizadores da FLUP, Festa Literária das Periferias, cuja principal característica é acontecer em favelas cariocas. A iniciativa ganhou o prêmio Faz Diferença de 2012 do jornal O Globo, o Excellence Awards de 2016 da London Book Fair e Retratos da Leitura de 2016 do Instituto Pró-Livro.
É também um dos idealizadores da Batalha do Passinho, que levou para Londres e Nova York. Com os dançarinos do Passinho, criou o espetáculo “Na Batalha”, primeiro grupo de funk a se apresentar no Teatro Municipal do Rio deJaneiro, tema de documentário que estreou em 2016.
23/10/2019


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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

O ESCRITOR JULIO LUDEMIR E O COMUNICADOR RENE SILVA SÃO OS CONVIDADOS DO SEMINÁRIO “BRASIL, BRASIS” DE SETEMBRO NA ABL


Academia Brasileira de Letras dá continuidade à sua série de Seminários “Brasil, brasis” de 2019 com o tema A Ação Cultural Emergente nas Comunidades coordenada pela Acadêmica Ana Maria Machado. Participam da palestra o comunicador Rene Silva e o escritor Julio Ludemir. O coordenador geral dos Seminários “Brasil, brasis” de 2019 é o Acadêmico e professor Domício Proença Filho.

O seminário está programado para o dia 24 de setembro, terça-feira, às 17h30, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson, 203 - Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.
O Seminário “Brasil, brasis”, com entrada franca e transmissão ao vivo pelo Portal da ABL, tem o patrocínio do Bradesco.
Os convidados
Julio Bernardo Ludemir nasceu no Rio de Janeiro, mas foi criado em Olinda, Pernambuco. Estudou jornalismo, mas nunca concluiu o curso. Tem dez livros publicados, a maioria ambientados nas favelas cariocas. A reportagem “Rim por Rim” foi finalista do Prêmio Jabuti de 2008. É um dos roteiristas de “400 contra um”, que o cineasta Caco de Souza adaptou da autobiografia de William da Silva Lima, um dos criadores do Comando Vermelho.
É um dos idealizadores da FLUP, Festa Literária das Periferias, cuja principal característica é acontecer em favelas cariocas. A iniciativa ganhou o prêmio Faz Diferença de 2012 do jornal O Globo, o Excellence Awards de 2016 da London Book Fair e Retratos da Leitura de 2016 do Instituto Pró-Livro.
É também um dos idealizadores da Batalha do Passinho, que levou para Londres e Nova York. Com os dançarinos do Passinho, criou o espetáculo “Na Batalha”, primeiro grupo de funk a se apresentar no Teatro Municipal do Rio deJaneiro, tema de documentário que estreou em 2016.
Rene Silva, de 25 anos, nasceu na comunidade do Morro do Adeus, uma das 13 favelas que formam hoje o Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio de Janeiro.
Sua trajetória de empreendedor começou quando era criança. Aos 9 anos vendia doce na porta de sua casa. Com 10, reuniu amigos da escola e juntos decidiram fazer algo pela comunidade onde viviam. Entra para Escola Municipal com 11 anos, cursando a 5ª série, atual 6º ano. Logo se engaja em projetos diferentes no Grêmio Estudantil. Começa a fazer parte do Jornal escolar. Em pouco tempo, cursando a escola em um turno e colaborando com o jornal estudantil em outro, percebe que pode fazer mais. Sempre com olhar atendo para seu entorno, lança em 2005, mídia voltada para a comunidade. No início, no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, ainda como um jornal impresso.
Atualmente, Rene Silva dos Santos é presidente da ONG Voz das Comunidades e editor-chefe do Jornal Voz das Comunidades, veículo que circula mensalmente em 15 favelas do Rio de Janeiro. E ao longo de sua carreira, recebeu o prêmio Shorty Awards, considerado o Oscar do twitter pelo The New York Times e Prêmio FAZ DIFERENÇA, do Jornal O GLOBO, Orilaxé, do grupo cultural AfroReggae e o Prêmio ANU da Central Única das Favelas.
18/09/2019


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