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segunda-feira, 28 de outubro de 2019

ACADÊMICO JOSÉ MURILO DE CARVALHO COORDENA, NA ABL, O SEMINÁRIO “BRASIL, BRASIS” DE OUTUBRO INTITULADO “BRASIL, PAÍS SEM FUTURO?”


A Academia Brasileira de Letras dá continuidade à sua série de seminários “Brasil, brasis” de 2019 com o tema Brasil, país sem futuro? A coordenação é do Acadêmico e escritor José Murilo de Carvalho (sexto ocupante da Cadeira 5, eleito em 11 de março de 2004) e conta com as participações do economista Armando Castelar e do escritor Julio Ludemir. O coordenador-geral dos seminários “Brasil, brasis” de 2019 é o Acadêmico e professor Domício Proença Filho. O evento será realizado no dia 29 de outubro, terça-feira às 17h30, no Teatro R. Magalhães Jr. (Avenida Presidente Wilson, 203 – Castelo, Rio de Janeiro.)
O Seminário Brasil, brasis, com entrada franca e transmissão ao vivo pelo Portal da ABL, tem o patrocínio do Bradesco.
Os Convidados
Armando Castelar Pinheiro é coordenador de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE/FGV) e professor da Escola de Direito-Rio da FGV e do Instituto de Economia da UFRJ. Anteriormente, trabalhou como analista da Gávea Investimento, pesquisador do IPEA e chefe do Departamento Econômico do BNDES. Castelar é ph.D em economia pela Universidade da Califórnia (Berkeley), mestre em administração pela COPPEAD/UFRJ e em estatística pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), e engenheiro eletrônico pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). É articulista dos jornais Valor Econômico e Correio Braziliense.
Julio Bernardo Ludemir nasceu no Rio de Janeiro, mas foi criado em Olinda, Pernambuco. Estudou jornalismo, mas nunca concluiu o curso. Tem dez livros publicados, a maioria ambientados nas favelas cariocas. A reportagem “Rim por Rim” foi finalista do Prêmio Jabuti de 2008. É um dos roteiristas de “400 contra um”, que o cineasta Caco de Souza adaptou da autobiografia de William da Silva Lima, um dos criadores do Comando Vermelho.
É um dos idealizadores da FLUP, Festa Literária das Periferias, cuja principal característica é acontecer em favelas cariocas. A iniciativa ganhou o prêmio Faz Diferença de 2012 do jornal O Globo, o Excellence Awards de 2016 da London Book Fair e Retratos da Leitura de 2016 do Instituto Pró-Livro.
É também um dos idealizadores da Batalha do Passinho, que levou para Londres e Nova York. Com os dançarinos do Passinho, criou o espetáculo “Na Batalha”, primeiro grupo de funk a se apresentar no Teatro Municipal do Rio deJaneiro, tema de documentário que estreou em 2016.
23/10/2019


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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

O ESCRITOR JULIO LUDEMIR E O COMUNICADOR RENE SILVA SÃO OS CONVIDADOS DO SEMINÁRIO “BRASIL, BRASIS” DE SETEMBRO NA ABL


Academia Brasileira de Letras dá continuidade à sua série de Seminários “Brasil, brasis” de 2019 com o tema A Ação Cultural Emergente nas Comunidades coordenada pela Acadêmica Ana Maria Machado. Participam da palestra o comunicador Rene Silva e o escritor Julio Ludemir. O coordenador geral dos Seminários “Brasil, brasis” de 2019 é o Acadêmico e professor Domício Proença Filho.

O seminário está programado para o dia 24 de setembro, terça-feira, às 17h30, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson, 203 - Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.
O Seminário “Brasil, brasis”, com entrada franca e transmissão ao vivo pelo Portal da ABL, tem o patrocínio do Bradesco.
Os convidados
Julio Bernardo Ludemir nasceu no Rio de Janeiro, mas foi criado em Olinda, Pernambuco. Estudou jornalismo, mas nunca concluiu o curso. Tem dez livros publicados, a maioria ambientados nas favelas cariocas. A reportagem “Rim por Rim” foi finalista do Prêmio Jabuti de 2008. É um dos roteiristas de “400 contra um”, que o cineasta Caco de Souza adaptou da autobiografia de William da Silva Lima, um dos criadores do Comando Vermelho.
É um dos idealizadores da FLUP, Festa Literária das Periferias, cuja principal característica é acontecer em favelas cariocas. A iniciativa ganhou o prêmio Faz Diferença de 2012 do jornal O Globo, o Excellence Awards de 2016 da London Book Fair e Retratos da Leitura de 2016 do Instituto Pró-Livro.
É também um dos idealizadores da Batalha do Passinho, que levou para Londres e Nova York. Com os dançarinos do Passinho, criou o espetáculo “Na Batalha”, primeiro grupo de funk a se apresentar no Teatro Municipal do Rio deJaneiro, tema de documentário que estreou em 2016.
Rene Silva, de 25 anos, nasceu na comunidade do Morro do Adeus, uma das 13 favelas que formam hoje o Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio de Janeiro.
Sua trajetória de empreendedor começou quando era criança. Aos 9 anos vendia doce na porta de sua casa. Com 10, reuniu amigos da escola e juntos decidiram fazer algo pela comunidade onde viviam. Entra para Escola Municipal com 11 anos, cursando a 5ª série, atual 6º ano. Logo se engaja em projetos diferentes no Grêmio Estudantil. Começa a fazer parte do Jornal escolar. Em pouco tempo, cursando a escola em um turno e colaborando com o jornal estudantil em outro, percebe que pode fazer mais. Sempre com olhar atendo para seu entorno, lança em 2005, mídia voltada para a comunidade. No início, no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, ainda como um jornal impresso.
Atualmente, Rene Silva dos Santos é presidente da ONG Voz das Comunidades e editor-chefe do Jornal Voz das Comunidades, veículo que circula mensalmente em 15 favelas do Rio de Janeiro. E ao longo de sua carreira, recebeu o prêmio Shorty Awards, considerado o Oscar do twitter pelo The New York Times e Prêmio FAZ DIFERENÇA, do Jornal O GLOBO, Orilaxé, do grupo cultural AfroReggae e o Prêmio ANU da Central Única das Favelas.
18/09/2019


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segunda-feira, 24 de junho de 2019

‘O LUGAR DA LITERATURA NA IMPRENSA HOJE’ É O TEMA DO MÊS DE JUNHO DO SEMINÁRIO ‘BRASIL, BRASIS’


A Academia Brasileira de Letras dá continuidade à sua série de Seminários “Brasil, brasis” de 2019 com o tema O lugar da literatura na imprensa hoje, sob coordenação geral do Acadêmico, professor, escritor e poeta Domício Proença Filho (quinto ocupante da Cadeira 28, eleito em 23 de março de 2006), e coordenação do Acadêmico e romancista Antônio Torres (Oitavo ocupante da Cadeira 23, eleito em 7 de novembro de 2013). Participante convidado: jornalista e escritor Rogério Pereira. O seminário está programado para o dia 25 de junho, terça-feira, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr, Avenida Presidente Wilson, 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.

O Seminário Brasil, brasis, com entrada franca e transmissão ao vivo pelo Portal da ABL, tem patrocínio do Bradesco.

O CONVIDADO

Rogério Pereira nasceu em Galvão (SC), em 1973. É jornalista, editor e escritor. Em 2000, fundou em Curitiba o jornal de literatura Rascunho. De janeiro de 2011 a abril de 2019, foi diretor da Biblioteca Pública do Paraná. Entre as curadorias realizadas, destacam-se as bienais do livro do Paraná, Manaus e Minas. Em 2006, criou o projeto Paiol Literário, do qual participaram cerca de 70 escritores. Tem contos publicados no Brasil, Alemanha, França e Finlândia. É autor do romance Na escuridão, amanhã, finalista do prêmio São Paulo de Literatura, menção honrosa no Prêmio Casa de Las Américas (Cuba), e traduzido na Colômbia.

17/06/2019


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segunda-feira, 27 de maio de 2019

ABL DEBATE ‘QUEM É O BRASIL’ COM A PARTICIPAÇÃO DE CRISTOVAM BUARQUE




A Academia Brasileira de Letras inicia sua série de seminários “Brasil, brasis” de 2019 com o tema “Quem é o Brasil”. A coordenação geral é do Acadêmico Domicio Proença Filho e a coordenação do Acadêmico Joaquim Falcão. Participante convidado: Cristovam Buarque. O evento está programado para o dia 28 de maio, terça-feira, às 17h30, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada Franca (com transmissão pelo site da ABL).

O Seminário Brasil, brasis tem patrocínio do Bradesco.

O CONVIDADO

Cristovam Ricardo Cavalcanti Buarque nasceu em fevereiro de 1944, em Recife, Pernambuco. Quando estudante, trabalhava ministrando aulas particulares de física e matemática, especialidades que o fizeram optar pelo curso de Engenharia Mecânica, aproveitando o clima desenvolvimentista do país nos anos 50 e 60.

Na Escola de Engenharia do Recife, seu espelho era Celso Furtado, o criador da Sudene. Em um período de revolta contra a ditadura militar, o estudante Cristovam optou pela militância na Ação Popular (AP). Com o acirramento da tensão política após o AI-5, obteve, por intermédio de Dom Hélder Câmara, uma bolsa de estudos para cursar o doutorado em Economia na Sorbonne, em Paris.

De 1970, quando foi para aquela cidade, a 1979, quando voltou ao Brasil, Cristovam concluiu o doutorado e trabalhou seis anos no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Em 1979, voltou ao Brasil para dar aulas no Departamento de Economia da Universidade de Brasília, a convite de Edmar Bacha.

Na UnB, Cristovam acabou protagonizando evento histórico ao ser o primeiro reitor eleito da Instituição. Isso em plenos estertores do regime militar. Sua administração à frente da universidade fez com que a UnB se tornasse uma referência nas discussões acadêmicas e políticas nacionais e mundiais dos anos 80. Também foi na UnB que estabeleceu as linhas gerais de seu pensamento sobre o desenvolvimento econômico e inclusão social, presentes nos 20 livros que escreveu.

Foi na UnB, em 1986, que Cristovam projetou as linhas gerais do Bolsa-Escola, programa que ganhou o mundo e consiste em fazer o Estado pagar às famílias pobres para manterem seus filhos nas escolas, uma evolução de projetos de renda mínima, vinculados à assistência social, defendidos pela esquerda. Cristovam ocupou a reitoria da UnB de 1985 a 1989. Saiu de lá diretamente para o governo do Distrito Federal, onde implantou o Bolsa-Escola e dezenas de outros programas sociais que fugiam à lógica da esquerda corporativista e da direita assistencialista. Na economia, propôs parcerias com a iniciativa privada em áreas fundamentais para o desenvolvimento regional.

Fora do governo, a partir de 1999, criou a organização não-governamental “Missão Criança”. Países da América e da África também adotaram o programa. Em 2003, foi nomeado Ministro da Educação do governo Lula. Como Ministro, alfabetizou mais de 3 milhões de pessoas em um ano. No Senado Federal, é chamado por seus pares como Senador da Educação.

22/05/2019


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segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

ABL: ‘EDUCAÇÃO: A GRANDE PRIORIDADE’ É O TEMA DO MÊS DE DEZEMBRO DO SEMINÁRIO ‘BRASIL, BRASIS’ DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS



A Academia Brasileira de Letras encerra a série de Seminários “Brasil, brasis” de 2018 com o tema Educação: a grande prioridade, sob coordenação geral do Acadêmico, professor, escritor e poeta Domício Proença Filho (quinto ocupante da Cadeira 28, eleito em 23 de março de 2006), e coordenação do Acadêmico, educador e escritor Arnaldo Niskier (sétimo ocupante da Cadeira 18, eleito em 22 de março de 1984). O participante convidado é o professor Antonio Celso Pereira. O evento está programado para o dia 4 de dezembro, terça-feira, às 17h30, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.

O Seminário Brasil, brasis, com entrada franca e transmissão ao vivo pelo Portal da ABL, tem patrocínio do Bradesco.

O CONVIDADO

Antônio Celso Alves Pereira é natural de Peçanha, Estado de Minas Gerais. Doutor em Direito Público pela Faculdade Nacional de Direito e pós-graduado em Política Internacional e História Diplomática pela Universidade de Lisboa. Reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ - 1996/2000; presidente da FAPERJ – 2000/2001. Professor Associado (aposentado) da UFRJ.

Desde 2009, é diretor geral do Centro de Ensino Superior de Valença, RJ. Membro titular do Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro (mandatos 1985/l990 e 1997/2001). Chefe da delegação brasileira à Reunião Técnica Multinacional sobre Inovação Tecnológica na Educação, promovida pela OEA, em Kingston, Jamaica, 1986. Professor visitante e conferencista em várias universidades e instituições científicas do Brasil e do exterior.

Autor de livros científicos e literários, artigos, prefácios, ensaios, resenhas e verbetes publicados no Brasil e no exterior, Antonio Celso Alves Pereira, em 1984, recebeu o “Prêmio Coelho Neto”, concedido pela Academia Brasileira de Letras ao romance A Porta de Jerusalém. É sócio titular do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, bem como do PEN Clube do Brasil, entidade da qual foi vice-presidente, entre 2008-2010; membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas e da Academia Brasileira de Educação. Atualmente, preside a Sociedade Brasileira de Direito Internacional.

28/11/2018



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domingo, 28 de outubro de 2018

ABL: SEMINÁRIO ‘BRASIL, BRASIS’ DE OUTUBRO DEBATE NA ABL O TEMA LITERATURA E MERCADO, COM AS PARTICIPAÇÕES DE SÔNIA MACHADO JARDIM E PAULO ROBERTO PIRES



Academia Brasileira de Letras dá continuidade à série de Seminários “Brasil, brasis” de 2018 com o tema Literatura e mercado, sob coordenação geral do Acadêmico, professor, escritor e poeta Domício Proença Filho (quinto ocupante da Cadeira 28, eleito em 23 de março de 2006), e coordenação do Acadêmico e romancista Antônio Torres (oitavo ocupante da Cadeira nº 23, eleito em 7 de novembro de 2013). Os convidados para participar do evento são a Presidente do Grupo Editorial Record, Sônia Machado Jardim e o jornalista, escritor e editor Paulo Roberto Pires. O evento está programado para o dia 30, terça-feira, às 17h30, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro.

O Seminário Brasil, brasis, com entrada franca e transmissão ao vivo pelo Portal da ABL, tem patrocínio do Bradesco.

 
OS PARTICIPANTES

Graduada em Engenharia Civil pela UFRJ, Sônia Machado Jardim tem Pós-Graduação em Finanças na IAG-PUC/Rio, além de cursar o Mestrado em Administração de empresas na COPPEAD.

Trabalhou por mais de 10 anos em empresa de engenharia antes de ingressar, em 1995, como Diretora Administrativa-Financeira na editora Record – empresa fundada por seu pai, o editor Alfredo Machado, em 1942, e que se tornou um dos maiores conglomerados editoriais da América Latina.

Sônia Machado Jardim foi Presidente do Sindicato Nacional de Editores de Livros (SNEL) entre 2008 e 2014, do Instituto Pró-Livro (IPL) entre 2009 e 2011 e da Associação Nacional dos Editores de Livros (ANEL) entre 2011 e 2014, período em que atuou pelo fim da censura às biografias, pela imunidade tributária dos livros digitais e liderou a realização das bienais internacionais do Livro do Rio de 2010, 2012 e 2014. Desde 2016, é presidente do Grupo Editorial Record.

Paulo Roberto Pires é jornalista, escritor e editor. Professor da Escola de Comunicação da UFRJ, edita a serrote, revista de ensaios do Instituto Moreira Salles, e é colunista da revista Época. É autor das biografias Hélio Pellegrino – A paixão indignada (1998) e A marca do Z: a vida e os tempos do editor Jorge Zahar (2017) e dos romances Do amor ausente (2001) e Se um de nós dois morrer (2011). Trabalha atualmente numa biografia de Millôr Fernandes.

17/10/2018


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domingo, 26 de agosto de 2018

ABL DEBATE, EM SEU SEMINÁRIO ‘BRASIL BRASIS’, DE AGOSTO, ‘O LIVRO: A AVENTURA NÃO TERMINOU’, COM DOIS DOS MAIS IMPORTANTES EDITORES BRASILEIROS: JANAÍNA SENNA E PAULO ROCCO



A Academia Brasileira de Letras dá continuidade à série de Seminários “Brasil, brasis” de 2018 com o tema O livro: a aventura não terminou, sob coordenação geral do Acadêmico, professor, escritor e poeta Domício Proença Filho (quinto ocupante da Cadeira 28, eleito em 23 de março de 2006), e coordenação do Acadêmico e jornalista Cícero Sandroni (sexto ocupante da cadeira 6, eleito em 25 de setembro de 2003). Os participantes convidados foram os editores Janaína Senna e Paulo Rocco, dois dos mais importantes editores brasileiros.

O Seminário "Brasil, brasis", tem patrocínio do Bradesco.

OS CONVIDADOS

Janaína Guimarães de Senna graduou-se em Letras pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), em 1998. Concluiu sua dissertação de mestrado pelo programa de Pós-Graduação em Literatura Brasileira da mesma universidade em 2001.

Doutorou-se pela PUC-Rio, em História Social da Cultura, apresentando a tese Flores de antanho: as antologias oitocentistas e a construção do passado literário, sobre a formação do cânone literário nacional. O trabalho recebeu o Prêmio Capes de Teses em 2007 em forma de bolsa de pós-doutorado, concluído na Fundação Casa de Rui Barbosa, no setor de Filologia Românica. Possui artigos publicados na área de literatura brasileira e historiografia, especialmente literária.

Atua no mercado editorial desde 2002 e já traduziu mais de 30 livros, a partir de originais em inglês, francês, espanhol e catalão. Atualmente é a editora responsável pelo catálogo nacional da Nova Fronteira e da Agir, que conta com autores como Evanildo Bechara, Rubem Fonseca, Ariano Suassuna, Alberto da Costa e Silva, Nelson Rodrigues, Caio Fernando Abreu, Millôr Fernandes entre outros.

Paulo Rocco iniciou a trajetória no mercado editorial pela Editora Sabiá, em 1967. Contratado pela dupla Rubem Braga e Fernando Sabino, na Sabiá, conviveu de perto com grandes escritores da época, como Carlos Drummond de Andrade e João Cabral de Melo Neto, entre tantos outros. Em 1975, partiu para carreira solo e fundou a Editora Rocco. A nova casa editorial começou com dois sucessos na bagagem: os dois primeiros títulos publicados pela editora – Teje preso, de Chico Anysio, e Casos de amor, de Marisa Raja Gabaglia – alcançaram as listas dos mais vendidos da época.

Na década de 1980, a Editora ousou ao trazer para o catálogo pensadores importantes como Michel Maffesoli e Jean Braudillard, além de abrir espaço para nomes de vanguarda no cenário político, como Fernando Gabeira e Herbert Daniel, entre outros intelectuais que marcaram época. No mesmo período, Paulo Rocco deu início à formação do prestigioso catálogo de ficção da editora, com títulos como A fogueira das vaidades, de Tom Wolfe, até hoje referência na prosa norte-americana. A ele viriam a se juntar nomes como Gore Vidal, Noah Gordon, Ken Follett, Margaret Atwood, Anne Rice e Carlos Fuentes, para citar apenas alguns.

Em 1988, Paulo Rocco apresentou ao Brasil e ao mundo aquele que viria a se tornar o mais bem-sucedido escritor brasileiro, Paulo Coelho, ao lançar O alquimista. Quase uma década depois, em 1997, toda a obra de Clarice Lispector migrou para o catálogo da Editora. A Rocco é, desde então, a casa da autora de A hora da estrela e tantos outros títulos fundamentais para o universo das letras em todo o mundo. Antes, em 1978, a Rocco publicou o infantil Quase de verdade, primeiro livro a sair após o falecimento da autora, em dezembro de 1977.

No ano 2000, a Editora publicou Harry Potter e a pedra filosofal, o primeiro volume da série da então desconhecida J.K. Rowling, que se transformou no maior fenômeno editorial de todos os tempos. Coube ainda à editora fundada por Paulo Rocco um papel de destaque em áreas como autoconhecimento e espiritualidade, que fez história com títulos como Mulheres que correm com os lobos, da psicanalista Clarissa Pinkola Estés, que ganha reimpressões sucessivas desde o lançamento, em 1994.

17/08/2018

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sexta-feira, 22 de junho de 2018

ACADÊMICO GERALDO CARNEIRO COORDENA NA ABL O SEMINÁRIO BRASIL, BRASIS DE JUNHO, INTITULADO ‘LITERATURA E MISCIGENAÇÃO’



A Academia Brasileira de Letras dá continuidade à série de Seminários “Brasil, brasis” de 2018 com o tema Literatura e Miscigenação, sob coordenação do Acadêmico e poeta Geraldo Carneiro (sexto ocupante da cadeira 24, eleito em 27 de outubro de 2016) e a participação do professor Eduardo de Assis Duarte. O coordenador-geral dos Seminários “Brasil, brasis” de 2018 é o Acadêmico e professor Domício Proença Filho. O seminário está programado para o dia 26, terça-feira, às 17h30, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro.

O Seminário Brasil, brasis, com entrada franca e transmissão ao vivo pelo Portal da ABL, tem patrocínio do Bradesco.

O CONVIDADO

Eduardo de Assis Duarte possui graduação em Letras pela UFMG (1973), mestrado em Literatura Brasileira pela PUC do Rio de Janeiro (1978) e doutorado em Teoria da Literatura e Literatura Comparada pela USP (1991). Cumpriu programas de Pós-doutorado na UNICAMP e na UFF. Aposentado em 2005, mantém vínculo voluntário com a UFMG, atuando como professor colaborador do Programa de Pós-graduação em Letras: Estudos Literários. Participa do Núcleo de Estudos Interdisciplinares da Alteridade (Neia). Trabalha, em especial, com os seguintes temas: literatura e alteridade; literatura afro-brasileira; romance, história, sociedade; Machado de Assis; Jorge Amado. Coordena o grupo de pesquisa “Afrodescendências na Literatura Brasileira” (CNPq)  e o literafro “Portal da Literatura Afro-brasileira”, com informações biobibliográficas, críticas e excertos de mais de 100 autores.

20/06/2018

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sábado, 25 de novembro de 2017

ABL: ACADÊMICA ROSISKA DARCY DE OLIVEIRA COORDENA O SEMINÁRIO ‘BRASIL, BRASIS’ INTITULADO ‘CRISE E METAMORFOSE DA DEMOCRACIA’

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A Academia Brasileira de Letras dá continuidade à sua série de Seminários “Brasil, brasis” de 2017 com o tema Crise e metamorfose da democracia, sob coordenação da Acadêmica e escritora Rosiska Darcy de Oliveira (sexta ocupante da cadeira 10, eleita em 11 de abril de 2013) e as participações do professor Eduardo Giannetti e do jurista Carlos Ayres Britto, ex-Presidente do STF. O coordenador-geral dos Seminários “Brasil, brasis” de 2017 é o Presidente da ABL, Acadêmico e professor Domício Proença Filho.

O seminário está programado para o dia 30 de novembro, quinta-feira, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro.

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OS CONVIDADOS

Carlos Ayres Britto é formado pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Sergipe, fez curso de pós-graduação (especialização) em Direito Público e Privado nessa mesma faculdade, Mestrado em Direito do Estado e Doutorado em Direito Constitucional, ambos pela PUC-SP.

Em Sergipe, exerceu os cargos de Procurador do Tribunal de Contas, Consultor-Geral do Estado e Procurador-Geral de Justiça, além de professor de direito administrativo e constitucional da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Sergipe e advogado militante. Integrou o Conselho Federal da OAB, sendo membro da Comissão de Constituição e Justiça do órgão por dois períodos.

Nomeado Ministro do Supremo Tribunal Federal no ano de 2003 e Presidente dessa Corte e do Conselho Nacional de Justiça no período de 19 de abril a 16 de novembro de 2012, Ayres Britto foi, ainda, Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, de 6 de maio de 2008 a 22 de abril de 2010, e escolhido como um dos cem brasileiros mais influentes pela revista Época, nos anos de 2008, 2010 e 2012.

No STF, foi relator de importantes ações, tais como a aquela que reconheceu o direito de igualdade entre pares homossexuais e casais heterossexuais, liberação das células-tronco embrionárias para fins de pesquisa científica em terapia humana, proibição do nepotismo em todas as esferas do poder público, questão indígena “Raposa Serra do Sol”, que reconheceu o direito dos índios ao formato demarcatório contínuo de suas terras, constitucionalidade da lei da Ficha Limpa, das Cotas Raciais e Sociais, liberação da “Marcha da Maconha”, Liberdade de Imprensa e o humor na televisão.

Publicou as seguintes obras jurídicas: Jurisprudência Administrativa e Judicial em Matéria de Servidor; Interpretação e Aplicabilidade das Normas Constitucionais, em parceria com Celso Ribeiro Bastos; O Perfil Constitucional da Licitação, Teoria da Constituição; e O Humanismo como Categoria Constitucional, além de seis livros de poemas.

Atualmente, é Presidente do Conselho Superior do Instituto Innovare, Membro Consultivo do Instituto Palavra Aberta, colunista do jornal O Estado de S. Paulo, professor dos cursos de mestrado e doutorado do UniCeub – Centro Universitário de Brasília, Presidente do Centro Brasileiro de Estudos Constitucionais – CBEC, Presidente da Comissão de Defesa da Liberdade de Expressão da OAB – Federal, conferencista, consultor jurídico e advogado.

Eduardo Giannetti é graduado em Economia e em Ciências Sociais pela USP e PhD em Economia pela Universidade de Cambridge, Inglaterra. Lecionou naquela Universidade (1984-87), onde permanece como professor convidado. Foi professor na FEA/USP (1988-2000), tendo sido eleito pelos alunos, melhor professor da Faculdade de Economia.

Tomando como ponto de partida a filosofia econômica, Giannetti vem fazendo contribuições importantes ao pensamento econômico brasileiro. Seus livros repercutem muito além dos círculos acadêmicos ou simplesmente econômicos. Ganhador de dois Prêmios Jabuti: em 1994, com o livro Vícios privados, benefícios públicos? (1993) e As partes & o todo (Siciliano, 1995).

O livro O Autoengano (1998), também premiado, consagrou Giannetti não apenas como um economista destacado, mas também um importante pensador.  Além desses, publicou Beliefs in action (Cambridge University Press, 1991); Felicidade (2002), O mercado das Crenças (2003), O Valor do Amanhã (2005), O Livro das Citações – Um breviário de ideias replicantes (2008) e, recentemente, o Trópicos Utópicos (2016), além de diversos outros e artigos nacionais e internacionais.

Em suas exposições, aborda, além do macrocenário econômico, temas como ética e as consequências sociais das transformações econômicas.

23/11/2017

http://www.academia.org.br/noticias/academica-rosiska-darcy-de-oliveira-coordena-na-abl-o-seminario-brasil-brasis-intitulado

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sábado, 22 de julho de 2017

ABL: CRÔNICA DE UMA JUVENTUDE ASSASSINADA

Acadêmico e jornalista Cícero Sandroni coordena na ABL o Seminário “Brasil, brasis” de julho, intitulado “Crônica de uma juventude assassinada”


A Academia Brasileira de Letras dá continuidade a sua série de Seminários “Brasil, brasis” de 2017 com o tema “Crônica de uma juventude assassinada”, sob coordenação do Acadêmico e jornalista Cícero Sandroni e as participações do coronel PM (atualmente na reserva) Íbis Pereira, do padre Valdir João Silveira e da professora Regina Novaes.

O seminário está programado para o dia 27 de julho, quinta-feira, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro, com transmissão direta pelo portal da ABL.

O coordenador-geral dos Seminários “Brasil, brasis” de 2017 é o Presidente da ABL, Acadêmico e professor Domício Proença Filho.

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CÍCERO SANDRONI

Sexto ocupante da Cadeira 6 da ABL, eleito em 25 de setembro de 2003, na sucessão de Raimundo Faoro e recebido em 24 de novembro de 2003 pelo Acadêmico Candido Mendes de Almeida, Cícero Sandroni cursou Jornalismo na PUC/RJ e Administração Pública na Escola Brasileira de Administração (EBAP) da Fundação Getúlio Vargas.

Foi chefe de reportagem no Correio da Manhã e escreveu por cinco anos a coluna Quatro Cantos de oposição ao regime militar. Trabalhou na Tribuna da Imprensa e em O Cruzeiro. Foi repórter do Jornal do Brasil, editor do Caderno Be do Suplemento Livros. Mais tarde, a partir de 1976 a 83 escreveu o Informe JB. Em 1960, assumiu a chefia da reportagem política no Diário de Notícias. Em 1976, retoma a revista “Ficção”, fundada em 1965 com Antonio Olinto.

Em 1990, foi editor-geral da Tribuna da Imprensa onde escreveu página semanal sobre cultura e política. Em 1991, criou para a Prefeitura do Rio de Janeiro o mensário literário Rio Artes.

Convidado pelo Ministro da Cultura, Antonio Houaiss e pelo presidente da Funarte, Ferreira Gullar, dirigiu o Departamento de Ação Cultural da entidade. Editou com Gullar e Ivan Junqueira, a revista cultural Piracema. Foi diretor-adjunto do Jornal do Commercio. Participa de vários júris de prêmios jornalísticos e de literatura.

Colaborador de diversos jornais e revistas, publicou, entre outras obras: Austregésilo de Athayde, o século de um liberal; Cosme Velho: passeio literário pelo bairro; 50 anos de O Dia, História do jornal; O Peixe de Amarna180 anos do Jornal do Commercio. 1827-2007; Gente do Rio. Eles iluminaram a História (Organização de Nilo Dantes); A arte de mentir; e Batman não foi a Búzios.

ÍBIS SILVA PEREIRA

Coronel da reserva remunerada da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro; ex-comandante geral da PMERJ; Íbis Silva Pereira é graduado em direito e pós-graduado em filosofia contemporânea pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; especializado em Gestão de Segurança Pública pela Fundação Getúlio Vargas; mestre em História Política pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Pesquisador do Núcleo de Identidade Brasileira e História Contemporânea da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.


VALDIR JOÃO SILVEIRA

O padre Valdir João Silveira, da Arquidiocese de São Paulo – SP, tem formação Acadêmica Humana e Teológica pela Universidade Católica do Paraná; Licenciatura em Filosofia, na Universidade Católica do Paraná; Teologia: Instituto de Pastoral Regional, Belém, Pará; Especialização em Teologia Moral, pelo Instituto Alfonsianum de Ética Teológica; Melhoria na Gestão Penitenciária para a Incorporação dos Diretos Humanos pela Escola Kings College London International Centre for Prison Studies.

 Atuação na Pastoral Carcerária: Coordenador Nacional da Pastoral Carcerária – CNBB; Membro da Comissão Mundial/Internacional de Pastoral Penitenciaria Católica ICCPPC. Representante da América Latina; e ex-membro da Nacional de à Participação e Controle Social na Execução Penal, do Departamento Penitenciário Nacional.

Prêmios: Parceira da Defensoria, em 2010; Medalha Nacional de Acesso à Justiça, em 2014; e, pela Pastoral Carcerária Nacional, em 2010, o 16º Prêmio Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), em reconhecimento aos trabalhos de combate à tortura nas prisões.


REGINA NOVAES

Doutora em Ciências Humanas (Antropologia Social) pela Universidade de São Paulo (1989), professora aposentada do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia, do IFCS, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Regina Novaes possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1973), mestrado em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1979) e doutorado em Ciências Humanas(Antropologia Social) pela Universidade de São Paulo (1989).

Professora do Programa de Pós-graduação em Sociologia e Antropologia, do IFCS, da Universidade Federal do Rio de Janeiro orientou pesquisas de iniciação científica, dissertações e teses nos seguintes temas: movimentos sociais, juventude, religião, cultura, cidadania e violência.

Foi editora da revista Religião e Sociedade de 1995 até 2005. Aposentou-se da UFRJ em 2005, prosseguindo com orientações de teses e dissertações anteriormente iniciadas no PPGSA. Exerceu a função de Secretária Nacional de Juventude – Adjunta e presidente do Conselho Nacional de Juventude de 2005 até março de 2007. Entre março de 2007 e setembro de 2009, como consultora do Instituto Brasileiro de Análises Socio-Econômicas (IBASE), participou da coordenação geral da pesquisa Juventude e Integração Sul Americana, desenvolvida simultaneamente em seis países vizinhos.

Em 2009, também atuou como consultora sênior do PNUD/Nações Unidas, para a realização do Informe Juventude e Desenvolvimento Humano nos países do Mercosul.

Nos últimos anos, tem realizado pesquisas e atuado em consultorias sobre políticas públicas de juventude junto à Unesco. Durante o ano de 2014, com apoio da Faperj, foi pesquisadora visitante na Unirio (Programa de Pós-Graduação em Educação/Linha Políticas Públicas). Continua colaborando com a pós-graduação na Unirio e, como p

19/07/2017




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