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quarta-feira, 18 de novembro de 2020

UM ENGANO QUE SE INSINUA - Evanildo Bechara


De uns tempos para cá temos visto alguns profissionais de comunicação cometendo um engano gramatical com o uso dos numerais masculinos “milhar”, “milhão”, “bilhão”, “trilhão”, etc.

Quando esses numerais vêm seguidos de complemento com substantivo feminino, ouvimos frases equivocadas como a seguinte:

No Enem são corrigidas algumas milhares de redações.

Diante da presença do feminino “redações”, supõe o falante que o numeral masculino “milhares” obriga o emprego da forma feminina “algumas”, quando na verdade deveria ser: “alguns milhares de redações”. Este raciocínio está se generalizando em nossos dias. Assim, temos visto construções do tipo:

No cenário atual da pandemia, algumas milhares de pessoas não respeitam o uso obrigatório da máscara. (em lugar da forma correta: alguns milhares de pessoas)

As milhões de doses da vacina contra a covid-19 serão distribuídas por todo o país. (em vez da concordância adequada: os milhões de doses)

Enganos dessa natureza têm origem e empregos analógicos, como é o caso das expressões usadas pelo povo no jogo do bicho. Como ‘dezena’ e ‘centena’ são femininos é comum ouvirmos a palavra ‘milhar’ (substantivo masculino) usada no feminino em expressão do tipo: ‘acertei na milhar’. Trata-se de um raciocínio que contraria os princípios da norma padrão.

Ainda sobre numerais, atenção especial merecem entendimento e leitura de certas expressões abreviadas de uso moderno na linguagem jornalística e técnica:

1,4 milhão de pessoas (com 1 o numeral coletivo fica no singular, então leia-se: “um milhão e quatrocentas mil pessoas”),

2,3 bilhões de pessoas (leia-se: “dois bilhões e trezentos milhões de pessoas”)

2,5 bilhões de doses (“dois bilhões e quinhentos milhões de doses” ou “dois bilhões e meio de doses”).

Cabe lembrar aqui, neste pequeno comentário gramatical, a importância que têm essas pessoas públicas no cenário da comunicação, para o respeito à norma culta da língua portuguesa.

Portal da ABL, 16/11/2020

 https://www.academia.org.br/artigos/um-engano-que-se-insinua

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Evanildo Bechara - Quinto ocupante a Cadeira nº 33, eleito em 11 de dezembro de 2000, na sucessão de Afrânio Coutinho e recebido em 25 de maio de 2001 pelo Acadêmico Sergio Corrêa da Costa.

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terça-feira, 13 de outubro de 2020

QUEM É ESSE TRANCOSO DAS ANTIGAS HISTÓRIAS INFANTIS? - Evanildo Bechara


Num mergulho nos tempos da minha idade infantil, que já vão longe, guardo com saudade as histórias que me contavam mamãe ou a ama de leite, nossa Tatá, de nome verdadeiro Gertrudes.

Nesses momentos de acalanto ouvia histórias de Trancoso. Com o continuar dos tempos e a curiosidade intelectual, fiquei interessado em saber quem tinha sido esse tal Trancoso, cujas histórias competiam com os Contos da Carochinha.

Trancoso fazia parte do nome completo de Gonçalo Fernandes Trancoso, um dos primeiros contistas portugueses, que, para aplacar as dores pela perda da esposa, de uma filha de 24 anos, de um filho estudante e de um neto, em virtude da peste que assolou Lisboa em 1568, resolveu escrever sobre a necessidade de uma cultura sólida para os jovens da época, principalmente as moças, dentro da ética eclesiástica. Assim, em 1575 surgiram as duas primeiras partes dos Contos e histórias de proveito e exemplo, completadas com uma terceira depois da 4.ª edição.

O livro teve sucesso entre os séculos XVI e XVIII, época em que entrou em quase completo silêncio até o século XX, quando pesquisadores de outros campos do saber, como ética, cultura geral, reciprocidade e educação exemplar, procuraram nas histórias infantis informações preciosas nem sempre recolhidas em outros trabalhos literários.

No ano 2000, o professor Fernando Ozório Rodrigues, colega da Universidade Federal Fluminense que desde a dissertação de mestrado mergulhou nas informações e na necessidade de uma edição criteriosa sobre Trancoso, concluiu sua tese de doutorado “Trancoso e as histórias de proveito e exemplo: o texto, a língua e o léxico”. A tese, defendida na UFRJ depois de quase dez anos de pesquisa no Brasil e no estrangeiro, culminou com a edição n.o 9 da Coleção Estante Medieval, publicada pela editora da UFF, em 2013.

Portal da ABL, 13/10/2020

 

https://www.academia.org.br/artigos/quem-e-esse-trancoso-das-antigas-historias-infantis

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Evanildo Bechara - Quinto ocupante a Cadeira nº 33 da ABL, eleito em 11 de dezembro de 2000, na sucessão de Afrânio Coutinho e recebido em 25 de maio de 2001 pelo Acadêmico Sergio Corrêa da Costa.

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sábado, 30 de maio de 2020

NOVAS JANELAS QUE SE ABREM PARA A LÍNGUA - Evanildo Bechara

Em um momento que muitos de nós estamos em home office (ou fazendo teletrabalho ou trabalho à distância), pedindo tudo por delivery (ou entrega a/em domicílio), assistindo a lives (transmissões ao vivo), consumindo músicas, filmes e livros por streaming (acesso a conteúdo pelas plataformas digitais), outras vezes recebendo fake news (notícias falsas), em meio ao lockdown (bloqueio total) de algumas cidades, vale a pena falarmos novamente sobre os estrangeirismos, isto é, palavra ou expressão recebida de outra língua.

O repúdio à adoção de estrangeirismos tem-se dado em todos os tempos e tem experimentado os tipos de reação — favorável ou desfavorável — a que hoje assistimos: nihil novum sub sole, nada há de novo sob o sol.

A questão do estrangeirismo, longe de testemunhar fraqueza ou subserviência de quem recebe o empréstimo, reflete o contato cultural e comercial entre os povos, com suas naturais consequências de influxos e interpenetrações. 

Tratar o problema do estrangeirismo numa língua como um sinal de decadência cultural ou de perda de noção de identidade nacional é colocá-lo em ótica errada ou, pelo menos, sujeita a graves críticas e profundos prejuízos de natureza científica.

É fato que há termos e expressões inglesas que circulam nos meios de comunicação motivados exclusivamente pelo esnobismo e, muitas vezes, pela propaganda enganosa, que não acrescentam nada à riqueza do idioma e à propriedade das ideias, mas tão somente fazem crescer a convicção errônea de que tudo o que vem de fora é bom, confiável e digno de imitação.

Ainda que muitas dessas formas apareçam documentadas em outras línguas, fazendo parte da imensa legião lexical de palavras sem fronteiras, isso não justifica a crítica velada ou explícita àqueles que, dentro de seu campo de atividade, clamam contra o abuso, ou fragilidade e dócil aceitação.

O linguista francês Michel Brèal, em seu Ensaio de Semântica, de 1897, p.290-291, comenta com propriedade o problema dos estrangeirismos:

“Para encontrar a exata e verdadeira medida, cabe recordar que a linguagem é uma obra de colaboração, na qual o ouvinte e o que fala trabalham mutuamente. A palavra estrangeira, que estará bem empregada se me dirijo a um especialista, parecerá, entretanto, afetada ou causará dificuldade de entendimento, se tenho diante de mim um público não iniciado nesse assunto(...) Não há, pois, resposta ou solução uniforme para esta questão de palavras estrangeiras”.

 Portal da ABL, 21/05/2020

http://www.academia.org.br/artigos/novas-janelas-que-se-abrem-para-lingua

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Evanildo Bechara - Quinto ocupante a Cadeira nº 33 da ABL, eleito em 11 de dezembro de 2000, na sucessão de Afrânio Coutinho e recebido em 25 de maio de 2001 pelo Acadêmico Sergio Corrêa da Costa.

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quarta-feira, 27 de novembro de 2019

ACADÊMICO E PROFESSOR EVANILDO BECHARA LANÇA O LIVRO "MODERNA GRAMÁTICA PORTUGUESA - 39.A EDIÇÃO"


Acadêmico Evanildo Bechara lança seu novo livro Moderna Gramática Portuguesa - 39.a Edição pela editora Nova Fronteira. O lançamento será no dia 28 de novembro, às 17h, na Sala dos Fundadores do Petit Trianon da Academia Brasileira de Letras.
O Acadêmico
Evanildo Bechara é professor titular e emérito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da Universidade Federal Fluminense (UFF), atua nos cursos de pós-graduação e de aperfeiçoamento para professores universitários e de ensino fundamental e médio oferecidos pelo Liceu Literário Português, membro da Academia Brasileira de Filologia, sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, Doutor Honoris Causa pela Universidade de Coimbra e o representante brasileiro do novo Acordo Ortográfico. Em 2018, o Instituto de Letras da UERJ aprovou a criação da Cátedra Evanildo Bechara para promover eventos sobre Língua Portuguesa e estudos linguísticos no Brasil e no exterior. Entre centenas de artigos, participações em congressos nacionais e internacionais, Bechara escreveu livros que já se tornaram clássicos pelas suas sucessivas edições. Moderna Gramática Portuguesa – 39.ª Edição está à venda on line e nas livrarias.
 26/11/2019


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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

ACADÊMICO E PROFESSOR EVANILDO BECHARA LANÇA LIVRO “BECHARA PARA CONCURSOS”


O Acadêmico Evanildo Bechara lança seu novo livro Bechara para concursos pela editora Nova Fronteira. O lançamento acontecerá no dia 12 de setembro, às 17h00, na Sala dos Fundadores do Petit Trianon da Academia Brasileira de Letras.

O Acadêmico

Evanildo Bechara, professor titular e emérito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da Universidade Federal Fluminense (UFF), atua nos cursos de pós-graduação e de aperfeiçoamento para professores universitários e de ensino fundamental e médio oferecidos pelo Liceu Literário Português. É também membro da Academia Brasileira de Filologia, sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, Doutor Honoris Causa da Universidade de Coimbra e o representante brasileiro do novo Acordo Ortográfico. Em 2018, o Instituto de Letras da UERJ aprovou a criação da Cátedra Evanildo Bechara para promover eventos sobre Língua Portuguesa e estudos linguísticos no Brasil e no exterior. Entre centenas de artigos, comunicações a congressos nacionais e internacionais, Bechara escreveu livros que já se tornaram clássicos pelas suas sucessivas edições. Bechara para concursos está à venda on line e nas livrarias.

29/08/2019


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domingo, 29 de julho de 2018

ABL: Acadêmico e professor Evanildo Bechara fala na ABL sobre Antenor Nascentes na abertura do ciclo de conferências ‘Cadeira 41’


A Academia Brasileira de Letras abre seu ciclo de conferências do mês de agosto de 2018, intitulado Cadeira 41, com palestra do Acadêmico, professor, filólogo e lexicólogo Evanildo Bechara. A coordenação será da Acadêmica e escritora Ana Maria Machado. O tema escolhido foi Antenor Nascentes, um tardio na cadeira 41.

Serão fornecidos certificados de frequência.

A Acadêmica Ana Maria Machado é, também, a Coordenadora-Geral dos ciclos de conferências de 2018.
Acadêmica Ana Maria Machado convida para o ciclo "Cadeira 41"

A intitulação Cadeira 41 remonta aos tempos de fundação da ABL, em 20 de julho de 1897. Criada nos mesmos moldes da Academia Francesa, o máximo de Acadêmicos era de 40, o que continua até os dias de hoje. Este ciclo, no entanto, pretende apresentar cinco nomes que poderiam ocupar, em suas épocas, uma dessas cadeiras e, que, por razões diferentes e individuais, não se tornaram membro da Academia: Antenor Nascentes, Domingos Olympio, Carlos Drummond de Andrade, Monteiro Lobato e Osman Lins.

Antenor de Veras Nascentes (1886/1972) foi um filólogo, etimólogo e lexicógrafo de grande importância para o estudo da língua portuguesa. É considerado um dos mais destacados estudiosos nessa área do Brasil século XX. Ocupou, como fundador, a Cadeira nº 3 da Academia Brasileira de Filologia.

Entre a enorme lista de importantes obras produzidas ao longo de sua vida, destaca-se seu Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa, de 1932, que o fez famoso no meio dos estudiosos deste idioma não apenas no Brasil, mas também em Portugal.

Destacam-se, ainda, seu Vocabulário Ortográfico, de 1941, que influenciou o Vocabulário Ortográfico da história da Academia Brasileira de Letras (ABL), cuja primeira edição foi publicada logo depois; e seu Dicionário Etimológico de Nomes Próprios, que viria a servir de base para o Vocabulário Onomástico da Língua Portuguesa da ABL, lançado apenas em 1999.

Foi, também, autor do primeiro Dicionário de Português da Academia Brasileira de Letras, de 1967, e suas ideias e proposições acerca da ortografia da língua portuguesa influenciaram as bases da ortografia portuguesa atual. Foi autor ainda de A saudade portuguesa na toponímia brasileira, entre muitas outras obras. Em 1962, foi-lhe outorgado o Prêmio Machado de Assis, concedido pela ABL.

Cadeira 41 terá mais quatro palestras, às quintas-feiras, no mesmo local e horário, com os seguintes dias, conferencistas e temas, respectivamente: dia 9, Maria Laura Viveiros de Castro Cavalcanti, “Luzia-Homem” de Domingos Olympio: a criação de um mito mulher; 16, Acadêmico Antonio Carlos Secchin, Drummond: poesia e aporia; 23, Luís Camargo, Cem anos de “Urupês”, de Monteiro Lobato: o primeiro best-seller nacional; e 30, Hugo de Almeida, Osman Lins, 40 anos depois, mais atual.


O CONFERENCISTA

Quinto ocupante da Cadeira 33 da ABL, eleito em 11 de dezembro de 2000, na sucessão de Afrânio Coutinho, Evanildo Bechara é Professor Titular de Filologia Românica da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, de Língua Portuguesa da Universidade Federal Fluminense e professor Emérito da UERJ e da UFF, além de ter sido professor visitante da Universidade de Coimbra e da Universidade de Colônia. Faz parte da Comissão Científica da Société Linguistique Romane, com sede em Strasbourg, e pertence à Academia Brasileira de Filologia e à Associação de Romanistas.

Diretor da revista Confluência, do Instituto de Língua Portuguesa do Liceu Literário Português, Bechara publicou, pela mesma instituição, obra coletiva intitulada Na ponta da língua. Integram a publicação artigos de Silvio Elia, Gladstone Chaves de Melo, Antônio Geraldo da Cunha, Maximiano de Carvalho e Silva, Antonio Basílio Rodrigues, entre outros. Diretor da Revista Littera, preparou, junto com Segismundo Spina, a 1ª edição da Antologia de Os Lusíadas, publicada pela Grifo. A 2ª edição, melhorada, foi publicada pela Editora da Universidade de São Paulo.

Responsável por um dos capítulos no livro coletivo Trivium e Quadrivium, em que escreve sobre a História da Gramática na Idade Média, Bechara é autor, entre outros livros, da Moderna gramática portuguesa, Lições de português pela análise sintática, Gramática escolar da Língua Portuguesa, Língua e Linguagem, A nova ortografia, e Novo dicionário de dúvidas da língua portuguesa.

27/07/2018


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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

ABL: ACADÊMICO EVANILDO BECHARA LANÇA O LIVRO “NOVO DICIONÁRIO DE DÚVIDAS DA LÍNGUA PORTUGUESA”

Clique sobre a foto, para vê-la no tamanho original
Acadêmico Evanildo Bechara lança o livro “Novo dicionário de dúvidas da língua portuguesa”

O Acadêmico, professor, gramático, linguista e filólogo Evanildo Bechara lançará, pela Nova Fronteira, o livro Novo dicionário de dúvidas da língua portuguesa. O evento será no dia 17 de novembro, quinta-feira, a partir das 17 horas, no Petit Trianon, na Academia Brasileira de Letras, Avenida Presidente Wilson, 203, Castelo, Rio de Janeiro. A obra contou com a colaboração da lexicógrafa Shahira Mahmud.
“O livro trata de fatos da língua portuguesa que se acham definidos nas gramáticas. A diferença é que as dúvidas no modo de falar ou escrever podem ser dirimidas em ordem alfabética. Um dicionário gramatical deste tipo dispõe ao leitor como resolver suas dificuldades. Por exemplo: se houver dúvida sobre a expressão correta, como quando eu virou quando eu ver, basta acessar os verbetes dos verbos vir e ver. Quando eu vir, refere-se ao verbo ver. Já a expressão quando eu ver não existe”, adiantou Evanildo Bechara.
A obra é uma espécie de guia de consulta rápida e fácil e esclarece as dificuldades mais recorrentes no dia a dia das pessoas: “A língua portuguesa é rica e, em alguns pontos, bem complexa. Por isso, é natural que seus falantes tenham dúvidas”, afirmou Bechara, acrescentando que o livro abrange áreas de pronúncia, ortografia, novo Acordo Ortográfico, hífen, crase, conjugação, regência, concordância, entre outras informações.
Além da explicação sobre a forma correta de utilização, ou as diversas possibilidades de emprego de cada verbete, o dicionário vem com exemplos e abonações de autores clássicos e contemporâneos, ajudando o leitor a resolver sua dúvida.
Saiba mais
Quinto ocupante da Cadeira 33 da ABL, eleito em 11 de dezembro de 2000, na sucessão de Afrânio Coutinho, Evanildo Cavalcante Bechara é Professor Titular de Filologia Românica da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, de Língua Portuguesa da Universidade Federal Fluminense e professor Emérito da UERJ e da UFF, além de ter sido professor visitante da Universidade de Coimbra e da Universidade de Colônia. Faz parte da Comissão Científica da Société Linguistique Romane, com sede em Strasbourg, e pertence à Academia Brasileira de Filologia e à Associação de Romanistas.
Diretor da revista Confluência, do Instituto de Língua Portuguesa do Liceu Literário Português, Bechara publicou, pela mesma instituição, obra coletiva intitulada Na ponta da língua. Integram a publicação artigos de Silvio Elia, Gladstone Chaves de Melo, Antônio Geraldo da Cunha, Maximiano de Carvalho e Silva, Antonio Basílio Rodrigues entre outros. Diretor da Revista Littera, preparou, junto com Segismundo Spina, a 1ª edição da Antologia de Os Lusíadas, publicada pela Grifo. A 2ª edição, melhorada, foi publicada pela Editora da Universidade de São Paulo.
Responsável por um dos capítulos no livro coletivo Trivium e Quadrivium, em que escreve sobre a História da Gramática na Idade Média, Bechara é autor, entre outros livros, da Moderna gramática portuguesa, Lições de português pela análise sintática, Gramática escolar da Língua Portuguesa, Língua e Linguagem e A nova ortografia.
09/11/2016




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