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segunda-feira, 23 de julho de 2018

ITABUNA, TERRA AMADA: Grapiúna, por Antonio Baracho


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Grapiúna


Manhã loura
Nasce robustecida
De um passado
Cristalizado de venturas
Nas sombras dos cacauais.

Quantos heróis esquecidos
Na conquista 
da Região Cacaueira!
Suor derramado 
e fertilizante da terra.

Derrubaram matas,
Plantaram e colheram,
Mas ampliando a lavoura,
A mostrar, 
numa bravura heroica,
O valor do GRAPIÚNA.

 
Antonio Baracho, poeta
Membro da Academia Grapiúna de Letras-AGRAL

* * *

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