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domingo, 5 de junho de 2022

Sequência de Pentecostes (Espírito de Deus, enviai dos céus)


 

SEQUÊNCIA DE PENTECOSTES:

 

Espírito de Deus, enviai dos céus
um raio de luz!

Pai dos Miseráveis com vossos dons afáveis
vinde aos corações!

Consolo que acalma, hóspede da alma,
doce alívio, vinde!

No labor descanso, na aflição remanso,
no calor aragem.

Enchei, ó luz bendita, chama que crepita
o íntimo de nós!

Sem a luz que acode, nada o homem pode,
nenhum bem há nele.

Lavai o que há impuro, regai o seco e duro, curai o doente.

Dobrai toda dureza, o frio se aqueça,
no escuro conduzi

Dai à vossa Igreja, que espera e deseja
vossos sete dons.

Dai em prêmio ao forte uma santa morte. Alegria eterna.

 Amém! Amém!

***

Deus, que animou a vida e a missão da primeira comunidade cristã, com a força do Espírito Santo, ilumine os nossos corações e acenda neles o fogo do seu amor,
para que sejamos testemunhas da Páscoa, com palavras e com a nossa vida.
Abençoe-nos o Pai e o Filho e o Espírito Santo. Amém.

https://revistadeliturgia.com.br/domingo-de-pentecostes-2022/

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PALAVRA DA SALVAÇÃO (266)



Solenidade de Pentecostes | Domingo, 5 de junho de 2022


Anúncio do Evangelho (Jo 20,19-23)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.

— Glória a vós, Senhor.

Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

https://liturgia.cancaonova.com/pb/

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Ligue o vídeo abaixo e acompanhe a reflexão do Pe. Donizete Ferreira, Sacerdote da Comunidade Canção Nova:


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O vento (santa Ruah) sopra a teu favor

 


“…soprou sobre eles e disse: ‘Recebei o Espírito Santo’” (Jo 20,22) 

 

A liturgia da festa de Pentecostes deste ano nos situa no momento do encontro do Ressuscitado com seus discípulos, literalmente “trancados” numa sala, incapazes de romper seus medos, marcados por uma profun-da tristeza e decepção.

O Ressuscitado, ao exercer o “ofício do consolar” (S. Inácio), desperta novo ânimo naqueles homens desolados, graças ao sopro vital do seu Espírito, que se torna ação criadora e rompedora de tudo que limita. O Ressuscitado não só se apresenta e fala, mas comunica a si mesmo: entrega o seu Espírito, Aquele mesmo que o conduzia criativamente pelas estradas da Galiléia, instaurando o novo Reinado do Pai.

Pentecostes é, para os cristãos, a festa do Espírito. Ao dizer que Deus é Espírito, estamos dizendo que Ele não é um “ser fechado em si”, senão abertura, ser-para-os-outros. Chamamos Deus “Espírito” porque é força criadora e criativa, alento no qual todas as coisas e os humanos se sustentam. Toda a realidade, perpassada pelo dinamismo divino, só tem sentido em Deus; todas as “coisas” são em Deus. Também o ser humano: ele existe unicamente a partir do “sopro” do Espírito divino, que lhe dá autonomia e liberdade.

Em outras palavras, o Espírito é o espaço aberto do amor oblativo e presença que estabelece continuamente o “cosmos” em meio ao “caos”; é Deus mesmo como força expansiva e como fundamento de vida de tudo e de todos, como seio maternal e fecundante no qual podemos chegar à existência verdadeira. Por isso, o ser humano nunca vive a partir de si nem para si mesmo; existe imerso no Espírito divino e caminhando para o futuro (o novo nascimento) ao qual o Espírito lhe abre. 

Recebei a Ruah”, assim deve ter dito Jesus. Em sua língua materna, Jesus chamava o Espírito de “Ruah”.  É uma pobreza falar só do “Espírito Santo” e deixar de lado a riqueza semântica da “ruah”, que, em hebraico, tem conotações muito mais ricas que o termo latino “spíritus”.

Assim, a expressão hebraica “Ruah”, feminino de Deus, significa a brisa, o “pairar” de Deus sobre as águas, o sopro impetuoso que gera vida. Alento, vento, sopro, respiração, força, fogo... com nome feminino, que fala de maternidade e de ternura, de vitalidade e carícia.

Assim como Jesus, pela força da “Ruah”, se encarnou e se humanizou, também nós nos fazemos cada vez mais humanos, por obra da mesma “Santa Ruah” de Deus. Ela nos faz pressentir o quanto amados somos, que, na comunhão, nunca estamos sozinhos, e que esta é a hora para cada um(a) de nós e o melhor momento que nos cabe viver. Sob o impulso da “Ruah”, vivemos todos no "horário nobre da vida”. 

É a “Ruah” quem nos move a superar os esquemas atrofiados da vida e a assumir uma causa mobilizadora, centrada no Reino anunciado por Jesus. É Ela que nos arranca das malhas do egoísmo, liberta-nos dos interesses mesquinhos, faz-nos caminhar no terreno firme do amor, abre novos horizontes e nos impulsiona a assumir ideais mais elevados de felicidade e realização pessoal.

Ela continua presente na vida de todo(a) seguidor(a) de Jesus e no seio de sua comunidade. Continua atuando através de muitas pessoas e organizações que se comprometem radicalmente na luta contra tudo aquilo que rompe os vínculos, alienam e desumanizam. A “Ruah” de Deus continua atuando na história, embora aparentemente não a percebamos. Não é necessário fazer tanto barulho para dizer que a “Ruah” está agindo através de um discreto silêncio. Muitas vezes, não a sentimos porque atua de maneira muito simples, através de gestos que podem passar desapercebidos. 

Portanto, viver alentados pela e na Ruah é também um convite a harmonizar sabiamente os opostos da vida: experiência de fortaleza/experiência de debilidade, silêncio/palavra, trabalho/descanso, partilhar/receber, presença/ausência, conectar/desconectar, saber caminhar acompanhados/saber estar a sós saboreando a dimensão positiva e fecunda de uma “solitude” (solidão habitada) que enriquece nosso mundo interior e fortalece nossas opções e compromissos.

Por outro lado, as consequências de viver sem o Espírito-Ruah, Espírito-Sophia, são realmente desastrosas. A vida cristã sem “Ruah” se revela como um conjunto de normas em uma instituição a mais, carregada de moralismo, doutrina estéril e ritualismos vazios. Fica obsoleta, porque não interpreta os sinais dos tempos, odres velhos para vinho novo.

Sempre é a “Ruah” que nos unifica, Aquela que nos convida a superar a divergência que é fruto de nosso falso eu. Nela, a diversidade nos enriquece.

É a “Ruah” de Deus, do amor, do comunitário e do comum, do povo de Deus. N’Ela já não é possível permanecermos fechados, pois Ela transpassa as paredes e quebra os ferrolhos das portas, nos faz abertos de coração e de mente, frente às reservas e às dúvidas do temor.

Com seus dons, compreendemos que o universo é nossa casa e nós não somos estranhos nela, que a humani-dade não caminha no vazio de uma existência do nada, senão rumo à Casa Comum do Pai, e que a senda é a dos irmãos na comunidade, em direção a um horizonte sempre inspirador. 

O ser humano, desde sempre existe enquanto está fundamentado (protegido e potenciado) na Ruah.

Constituído de argila, como vaso nas mãos de um ceramista, cada um recebe o sopro ou hálito divino. É a própria Vida de Deus, o seu sopro vital, que faz surgir o humano do húmus da terra. É a “Ruah” de Deus, inspirado no ser humano, que o torna realmente humano.

Cada pessoa é portadora deste sopro de Deus e desta força misteriosa que o impulsiona à plenitude.

sopro de Deus impresso no mais profundo de nosso ser, está enfaixado pela fragilidade da argila.

Somos a grande combinação resultante do sopro de Deus e da argila que nos configura.

Cada um de nós é a força criativa de Deus impressa em cada coração. O respiro ou hálito é o símbolo da presença do Criador em nós. Sob o signo de Adão, nós somos, em primeiro lugar, criaturas de Deus em comunhão com as demais criaturas, participando da mesma existência criatural. Mas, pelo sopro do próprio Deus, somos “elevados” à condição de imagem e semelhança d’Ele.

Então, tornamo-nos “criaturas abertas ao Espírito” e, mais ainda, “criaturas habitadas pelo Espíri-to”; somos argila, mas argila portadora da “Ruah”, argila aberta ao céu. Tornamo-nos, assim, imagem do mundo diante de Deus e imagem de Deus diante do mundo. 

Nos relatos bíblicos, a “Ruah de Deus” se revela sempre “rompedora”, pois é Ela que “alarga o espaço de nossa tenda interior”. É como se derrubasse as paredes, abrisse portas e janelas e nos oferecesse espaços amplos de encontro. Desse modo, cabe mais gente em nossas vidas e a “Ruah” nos ajuda a descobrir a fraternidade e sororidade como um dom.

A “Ruah Santa” é aquela que faz estremecer as estruturas, que toca nos lugares mais profundos e nossos. Ela vem como gesto de Deus que arranca nossas vidas do porto seguro da acomodação e nos lança para os mares abertos do novo e das surpresas. Nela, quanto mais navegamos, mais descobrimos novos mares.

E nunca faltará o Vento ao nosso veleiro.

Texto bíblico:  Jo 20,19-23

Na oração: “Vem, Santa Ruah!”: é o clamor, o gemido, a oração universal. Melhor: é a Ruah quem clama, geme e ora no mais profundo de seu ser e no mais profundo de tudo quanto existe. O universo é oração.

- Deixe a Ruah fluir livremente; assim, a vida espiritual será para você aquela vida na qual a Ruah poderá se mover sem obstáculos. Uma espiritualidade holística que experimenta a presença d’Ela na totalidade de sua vida, em todas as dimensões da realidade: a história, a natureza, a interioridade, as relações humanas, a luta pela justiça, o descanso, o trabalho etc. Todos estes são lugares onde a Ruah se manifesta.

- Como exercício prático, localize em sua vida os momentos de profundas mudanças nos quais você se atreve a chamar “Pentecostes”, porque lhe fizeram descobrir em seu interior, a presença da Ruah de um modo novo, mais vivo e vigoroso; porque lhe fizeram ver as pessoas e a realidade com reverência; porque lhe fizeram sair de visões e atitudes estreitas; porque lhe tornaram diáfano (transparente) da presença de Deus no cotidiano de sua vida...

- Em sintonia com toda a Criação, abra espaço à presença e voz da “Ruah” em seu coração.


Pe. Adroaldo Palaoro sj

https://centroloyola.org.br/revista/outras-palavras/espiritualidade/2591-o-vento-santa-ruah-sopra-a-teu-favor

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São eles o nosso futuro!

sábado, 4 de junho de 2022

ITABUNA CENTENÁRIA UM POEMA: O Laço de Fita - Castro Alves



O Laço de Fita

Castro Alves


 

Não sabes, criança? ‘Stou louco de amores...

Prendi meus afetos, formosa Pepita.

Mas onde? No templo, no espaço, nas névoas?!

Não rias, prendi-me

            Num laço de fita.

 

Na relva sombria das tuas madeixas,

Nos negros cabelos de moça bonita,

Fingindo a serpente qu’enlaça a folhagem,

Formoso enroscava-se

            O laço de fita.

 

Meu ser, que voava nas luzes da festa,

Qual o pássaro bravo, que os ares agita,

Eu vi de repente cativo, submisso

Rolar prisioneiro

            Num laço de fita.

 

E agora enleada na tênue cadeia

Debalde minh’alma se embate, se irrita...

O braço, que rompe cadeias de ferro,

Não quebra teus elos,

            O laço de fita.

 

Meu Deus! As falenas têm asas de opala,

Os astros se  libram na plaga infinita.

Os anjos repousam nas penas brilhantes...

Mas tu... tens por asas

            Um laço de fita.

 

Há pouco voavas na célere valsa,

Na valsa que anseia, que estua e palpita.

Por que é que tremeste? Não eram meus lábios...

Beijava-te apenas...

            Teu laço de fita.

 

Mas ai! Findo o baile, despindo os  adornos

N’alcova onde a vela ciosa... crepita,

Talvez da cadeia libertes as tranças

Mas eu... fico preso

            No laço de fita.

 

Pois bem! Quando um dia na sombra do vale

Abrirem-me a cova... formosa Pepita!

Ao menos arranca meus louros da fronte,

E dá-me por c’roa...

            Teu laço de fita.

 

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Antônio de Castro Alves
 nasceu na comarca de Cachoeira, Estado da Bahia, a 14 de abril de 1847, sendo filho do médico Antônio Alves e de sua mulher, D. Clélia Brasília da Silva Castro. Faleceu na cidade do Salvador a 6 de julho de 1871. Na expressão de Afrânio Peixoto Castro Alves “Pôs suas ideias à frente do seu sentimento e, num tempo em que a miséria da escravidão não comovia ninguém,  despertou com os seus poemas arrebatadores, piedosos ou indignados, a sensibilidade humana e patriótica da geração que, vinte anos mais tarde, viria a conseguir a liberdade. Por isso lhe deram o nome invejável de Poeta dos Escravos. Das alturas do seu gênio compreendera que não há grande homem sem uma grande causa social a que tenha servido, e não aspirava a outra glorificação que a dessa obra realizada. A morte, depois, não importaria...

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sexta-feira, 3 de junho de 2022

QUANDO ETELVINA FUGIU - Ariston Caldas


Quando Etelvina fugiu

 

            Quando Caboclo raptou a namorada, a cidadezinha ficou apinhada de cochichos, pelos becos, pelas esquinas, por cima dos passeios. Notei a diferença lá em casa.

            Minha mãe falava meio abafado com minha tia, pelos cantos. Primeiro, na porta da cozinha. Ao pressentirem minha presença, elas calavam a boca; depois, prosseguiam no mesmo, de cochichada. Eu, sonsando, entendia somente as palavras soltas e frases curtas que não faziam nenhum sentido – “Etelvina”, “seis horas”, “o defeito dele é ser pobre”. Num momento fiquei de olho dura para minha mãe. “Saia daqui, menino abelhudo”, exclamou minha tia, arregalando os olhos para mim. Só vim saber da encrenca no outro dia, por conversinha de rua.

            O sujeito havia roubado Etelvina. Eu o conhecia de perto, ele jogando futebol; tinha as pernas finas e cabeludas como de macaco. No dia seguinte à ocorrência do rapto, os dois casaram na presença do padre, do delegado de polícia, do pai dela, do Juiz de Paz e de dois praças.

            Caboclo tinha muitos predicados contra si, entre outros, ser jogador de futebol, negócio de malandro, naquele tempo; tocador de violão – ainda pior -, e dono de uma padaria mixuruca que os trocistas chamavam de pinoia; produzia cem pãezinhos por dia. Daí as embirrações dos familiares da moça. Mas, como paixão é coisa perigosa, o romance resultou no rapto da moça que teria ocorrido de canoa, à boquinha da noite. Ela, portando uma valise com alguns pertences pessoais, saltou com ele no outro lado do rio e foi confinada na fazenda de uma família  íntima.

            A instantes, os boatos ganharam as ruas; o disse-me-disse enramou-se por toda parte. Já tarde da noite, a irmã mais velha de Etelvina apareceu chorosa lá por casa, enxugando os olhos com um lenço bordado. Soluçando – ninguém sabe se de verdade ou de mentira, ela conversava sôfrega com minha mãe, com minha tia, as três sentadas em torno da mesa preta e comprida da sala de jantar.

            A cidade mudou de repente. As ruas, normalmente silenciosas e escuras como breu quando a noite caía, regurgitavam assim de gente; os quatro soldados do destacamento local saíram perfilados para as ruas. Fuzis a tiracolo, cartucheiras atravessadas pelos peitos, rostos erguidos, enfatuados. Num bar iluminado a carbureto, pessoas se juntavam murmurando entre si, umas soltando risadinhas espremidas; outras, pensativas, fingindo-se preocupadas. Um sujeito estonteado que costumava mijar pelos passeios dos outros, gritava vez em quando: “Você viu? Tomou no xibiu!”. Enquanto pulava, batia palmas e mexia a bunda. Seu Guilardo, dono de uma farmácia, alisava o cavanhaque ruivo e dizia, enfático: “Vocês tão vendo? Sinal dos tempos! Quem diria, uma menina daquela idade... coitada, agora foi pro brejo”. Pessoas ao redor ouviam admiradas, as ponderações de seu Guilardo, aprovando-o perfeitamente. Segundo seu Ribeiro, agente dos Correios e homem dos mais sérios do lugar, ele próprio vira o pai de Etelvina escorado na janela, azeitando uma arma de fogo, ruminando como boi acuado. “Aquele moleque vai ver com quantos paus se faz uma cangalha!” – rosnava.

            Como eu disse, Etelvina e Caboclo casaram policiados. Ele, em manga de camisa, sem gravata; ela, sem véu, sem grinalda. Depois do ato deixaram a cidade, certamente fugindo dos lenga-lengas que permaneceram nem sei quanto tempo. Não sei, também, o quanto duraram as hostilidades entre as duas famílias. O pai de Etelvina estribava: “Não quero vê-la nem morta!”

 

(LINHAS INTERCALADAS)

Ariston Caldas

 

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Ariston Caldas nasceu em Inhambupe, norte da Bahia,  em 15 de dezembro de 1923. Ainda menino, veio para o Sul do estado, primeiro Uruçuca, depois Itabuna. Em 1970 se mudou para Salvador onde residiu por 12 anos. Jornalista de profissão, Ariston trabalhou nos jornais A Tarde, Tribuna da Bahia e Jornal da Bahia e fundou o periódico ‘Terra Nossa’, da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado da Bahia; em Itabuna foi redator da Folha do Cacau, Tribuna do Cacau, Diário de Itabuna, dentre outros. Foi também diretor da Rádio Jornal.

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quinta-feira, 2 de junho de 2022

LIVRO DE CYRO DE MATTOS PARTICIPA DA FEIRA DE MADRI

 Clique sobre as fotos, para vê-las no tamanho original:

      


Livro de Cyro de Mattos participa

da Feira Literária de Madri

 

Com o tema “Folhear o mundo”, a 81ª edição da Feira do Livro de Madri teve início na sexta-feira última (27), no Parque do El Retiro, um dos principais pontos turísticos da capital da Espanha, e será encerrada em 12 de junho. Com o livro Guitarra de Salamanca, de Cyro de Mattos, poesia, (foto) a Editora Verbum, de  Madrid, estará apresentando no seu estande  uma de suas novidades no mega evento, ao lado de obras de  renomados escritores e autores da nova geração da literatura espanhola.

A feira conta com 378 estandes e 423 expositores e, de acordo com os organizadores, a edição teve o número recorde de pedidos de participação de livreiros. A diretora do evento, Eva Orúe, destacou que esta será “a maior feira em tamanho até agora, neste século”. Mais de quatro mil escritores estarão autografando ou lançando suas obras, durante as duas semanas de evento. 

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