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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

COMUNISMO: Tragédia Americana

 



Professor reprova a turma inteira

 

Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.

Essa classe em particular havia insistido que o comunismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza, ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

 

O professor então disse:

Ok, vamos, experimentalmente, socializa’ nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.

Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Todos receberão notas iguais, o que, teoricamente, ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um "10".

Após calculada a média da primeira prova todos receberam "7". 

Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos porque, de qualquer forma, tirariam notas boas, beneficiados pelas notas dos que haviam estudado bastante. 

Como resultado, a segunda média das provas foi "4". 

 

Ninguém gostou. 

Os que tinham estudado se sentiram injustiçados e os que não tinham estudado, ficaram revoltados porque não foram beneficiados. 

Depois da terceira prova, a média geral foi um "1". 

As notas não voltaram a patamares mais altos mas, as desavenças entre os alunos, a busca por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe.

A busca por 'justiça' era a principal causa das reclamações, das inimizades e das brigas que passaram a fazer parte daquela turma. Ninguém mais queria estudar para beneficiar os outros ...

Resultado:  Todos os alunos foram reprovados naquela disciplina ...

O professor então explicou:

O experimento comunista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. 

Mas quando são eliminadas todas as recompensas tirando-se dos que produziram para dar aos que não batalharam para tê-las, então ninguém mais vai querer fazer seu melhor. 

Tão simples quanto o exemplo de Cuba, Coréia do Norte, Venezuela...

E o Brasil e a Argentina, estão chegando lá...

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade dos mais ricos;

2. Para cada um que receber sem ter que trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;

3. Não se consegue dar nada a quem não produziu, sem que se tire de quem produziu;  

4. Ao contrário do que prega o comunismo, é impossível   multiplicar as riquezas tentando dividi-las;

5. Quando metade da população perceber que não precisa trabalhar, porque a outra metade irá sustentá-la, a outra metade percebe, também, que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade. 

Chegamos então ao começo do fim de uma nação.

Esse é o mais puro exemplo do que querem fazer no Brasil.

 

Não acabe com o nosso país.

Faça a sua parte, repasse esta informação.

Ensine a aqueles que não entendem, o que realmente é o comunismo....

É um buraco sem volta!

Leu com atenção? 

Então repasse ... para o bem do país!

 

Eu li e achei realmente interessante, repassar! Não tenho conhecimento da veracidade desse texto! Porém entendo que isso é o comunismo! Tomamos cuidado com esse abominável regime!

 

(Recebi via WhatsApp sem menção de autoria)

* * *

A FÁBULA DO IMBECIL

 




   “Dizem que, numa pequena cidade, um grupo de pessoas se divertia com o ‘imbecil’ local, um pobre coitado, de ‘pouca inteligência’, que vivia fazendo pequenas tarefas e pedindo esmolas.

     Todos os dias, alguns homens chamavam o ‘estúpido’ para o bar onde se encontravam e ofereciam-lhe para escolher entre duas moedas: uma grande, de menor valor, e a outra menor, valendo cinco vezes mais.

      Ele levava sempre a maior e a menos valiosa, o que era uma risada para todos.

     Um dia, alguém a assistir à diversão do grupo com o homem ‘inocente’, chamou-o de lado e perguntou-lhe se ele ainda não tinha percebido que a moeda maior valia menos e ele respondeu:

     ‘Eu sei, eu não sou tão estúpido. Ela vale cinco vezes menos, mas no dia em que eu escolher a outra, o jogo termina e eu não vou mais ganhar moeda alguma’".


      Essa história podia terminar aqui, como uma piada simples, mas várias conclusões podemos tirar desta fábula:

    A primeira: quem parece um idiota, nem sempre o é.

    A segunda: quem foram os verdadeiros idiotas da história?

   A terceira: ambição excessiva pode acabar com a fonte de rendimento.


   Mas a conclusão mais interessante é:

       - Podemos ficar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião sobre nós mesmos;

     - O que importa não é o que os outros pensam de nós, mas o que cada um pensa de si mesmo;

     - O verdadeiro homem inteligente é aquele que parece ser um idiota na frente de um idiota que parece ser inteligente!

 

(Autoria desconhecida).

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

A PTZADA PIRA COM BOLSONARO ULTRAPASSANDO TODOS OS LIMITES PARA SER REEL...

COM VERA FISCHER E GRACE JONES - Ignácio de Loyola Brandão

 


No final do espetáculo São Paulo, no Teatro Unimed (não percam), Regina Braga dá um grito: Eu sou São Paulo. Parte da plateia fez eco: Eu sou São Paulo. Vivi 21 anos em Araraquara e 64 em São Paulo. Sou paulistano, ainda que seja araraquarense. Digo mais, há uma terceira cidade à qual pertenço, Berlim. A gente pertence aos lugares onde é ou foi feliz.

Em Araraquara, ainda sinto o cheiro de coqueiros do Jardim Público, a estação ferroviária, os olhos negros de Marilia Caldas, os verdes de Cleia Honaim, o sapato vermelho de dona Odete, o trem das 6h10 que ia para São Paulo, ou a chegada do trem azul às 19h nas vésperas de férias, feriados, carnaval, semana santa.

Não esqueço o relógio da torre da Lupo, marcando a hora do cinema, o fim do footing, a entrada do Ieba. Quando morrer, que minhas cinzas sejam jogadas daquela torre, se a Liliana permitir. O relógio está no final do meu romance Dentes ao Sol.

São Paulo me desmentiu quando, ao partir de minha cidade, disse: não sei o que fazer da vida, vou ser nada. Tudo que não queria era ser nada. Jornal, revistas, fazer cinema, arranhacéus, Yvonne Fellman, abertura da cabeça, vi Sartre, fui amigo de Cacilda Becker (hoje sou de Fernanda Montenegro), aprendi sobre a vida com Fernando de Barros, vivi a noite, vivi a periferia, adorava fazer reportagem sobre bairros, eu ia feliz, conheci a cidade de cabo a rabo. Entrevistei JK (aquele era um presidente), Giulietta Masina, Jane Russel, Janet Leigh, Jânio (um louco menos louco do que o atual louco), vi os joelhos de Nara Leão ao vivo, aqui conheci as duas mulheres com quem me casei (Marcia, é de Araraquara; entenda a vida). Vi Yashin, o Aranha Negra, jogar no Pacaembu e decidi: serei goleiro.

Não fui, não fui comediante de teatro-revista, cantor da Nacional, comandante da Varig, amigo do Mário Lago, era confidente de Jacqueline Arrrarrrauqarrra Myrna. Se elencássemos o que não fomos, daria uma lista que faria a volta na Terra várias vezes. Lembrar frustrações diverte. Mas desejei e sonhei, como sonho ainda hoje, o que me leva para a frente.

Berlim, fui feliz nos parques, nos lagos, nos bosques. Vi o Muro, die Mauer, andei ao longo dele, atravessei-o, comi salsicha com curry-wurst, vi Juliette Binoche em um festival, vi Fassbinder, David Bowie, escrevi dois livros. Quantos saberão o que é, ao lado de Vera Fischer, atravessar um parque deserto num fim de tarde em Berlim sob a chuva, ouvindo Grace Jones cantando I've Seen that Face Before, ou seja Libertango. Sou São Paulo e nada tenho a reclamar. Não sou nostálgico, adoro cada momento vivido e a viver, só me entristece demais aquele lá, sabem qual é.

Lembrar frustrações diverte. Mas desejei e sonhei, como sonho ainda hoje, o que me leva para a frente.

O Estado de S. Paulo, 06/02/2022

 https://www.academia.org.br/artigos/com-vera-fischer-e-grace-jones

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Ignácio de Loyola Brandão - Décimo ocupante da Cadeira 11 da ABL, eleito em 14 de março de 2019 na sucessão do Acadêmico Helio Jaguaribe.

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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

DECEPÇÃO – Antônio Baracho

 


Decepção

Antônio Baracho

 

Sinto muito,

mas não nego a minha decepção.

Reconheço que encontrei em ti

algo divino que me cativou

No jeito simples de tua bondade;

Nenhum milagre fazes

Porque és mulher...

Pecaste e sofreste,

Sofreste e pecaste...

Nada, porém, de desespero.

És simples e boa.

Chores, pois, sem alarde,

O teu sonho desfeito.

Não seja uma simples decepção

Motivo de um desgosto profundo.

Tu és divina,

És lúcida como uma estrela.

Olha bem: a estrela

Mira-se no espelho do charco

E não se tisna...



 Antonio Baracho

Academia Grapiúna de Letras - AGRAL

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SÍMBOLO DA GUERRA NA SÍRIA, MENINO MUSTAFA JÁ ESTÁ NA ITÁLIA PARA TRATAMENTO ORTOPÉDICO



Dolors Massot - publicado em 24/01/22


A história da família de Mustafa é comovente e motivou uma campanha para que pai e filho mutilados pela guerra pudessem receber os cuidados médicos de que necessitam

O sorriso de Mustafá dizia tudo: o menino sírio, refugiado na Turquia, chegara ao aeroporto de Roma (Itália). O pai viajou com ele, e ambos começaram a ver se concretizar algo que parecia impossível há poucos meses: eles vão receber próteses de braços e pernas. Uma nova etapa se inicia para a família.

A vida deles mudou depois que o fotógrafo turco Mehmet Aslan os flagrou em uma imagem que ele mesmo intitulou “A Dureza da Vida”. A fotografia foi a vencedora do Siena International Photo Awards (@sienawards) em outubro passado e comoveu o mundo por causa da história por trás dela.


A foto de Mustafa e seu pai: “A Dureza da Vida” se tornou viral e gerou desejos de ajudar a famí­lia.

O drama de pai e filho gerou uma onda de solidariedade, e a família conseguiu receber a ajuda necessária para recuperar um pouco de qualidade de vida. A guerra continua na Síria, mas Mustafa e seu pai estão mais próximos de recuperar a paz.

Munzyr Al-Nazzal, o pai de 35 anos, perdeu a perna quando uma bomba explodiu enquanto caminhava por um bazar na cidade de Idlib (Síria). Mustafa nasceu sem membros porque sua mãe, grávida, inalou o gás nervoso das bombas. Os medicamentos usados para salvar a mulher causaram no pequeno Mustafa a doença chamada de tetra-amelia, que fez com que ele nascesse sem braços e pernas.

A chegada da família Al-Nazzal ao aeroporto de Roma pode ser contada em palavras, mas a própria imagem de uma cadeira de rodas, um homem sem perna e o pequeno Mustafa no colo diz muito sobre recomeços, esperança e paz. 


Premiação e solidariedade

O Siena International Photo Awards reuniu doações para cobrir a jornada desses refugiados sírios e seu tratamento médico e ortopédico no Budrio Prosthetic Center (Bologna). Mais de 143.000 euros foram obtidos até o momento.

 A Arquidiocese de Siena está entre os promotores desta cadeia de ajuda e “contribuiu disponibilizando um apartamento a Mustafa e aos outros quatro membros da família”, disse Luca Venturi, diretor da premiação.

Para Venturi, este é um marco, uma forma de sublinhar que a fotografia pode mudar as coisas no mundo. Além disso, a campanha de ajuda ainda está em andamento e deve continuar ajudando a família

A mãe de Mustafa, Zeynep, explicou em outubro, depois de saber que a foto ganhara o prêmio Siena e que sua história estava se tornando conhecida pela mídia e redes sociais: “A imagem ganhou o mundo para que nos escutassem, para ouvir nossas vozes, para ajudar no tratamento dele. Nós daríamos qualquer coisa para dar a ele uma vida melhor”. E assim tem sido.


Mustafa estava sorrindo, segurando os braços do pai e os dois na cadeira de rodas.

“Agora ele é seu filho”

Quando Mustafa e seu pai chegaram a Roma, Zeynep disse ao diretor do Siena International Photo Awards: “Agora ele é seu filho”. É realmente uma grande responsabilidade, assumida por esta organização, que quer ser porta-voz dos valores que tornam o mundo mais humano.

https://pt.aleteia.org/2022/01/24/simbolo-da-guerra-na-siria-menino-mustafa-ja-esta-na-italia-para-tratamento-ortopedico/?utm_campaign=EM-PT-Newsletter-Daily-&utm_content=Newsletter&utm_medium=email&utm_source=sendinblue&utm_term=20220125

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Suíça aprova ‘cápsula da morte’ para eutanásia em casa

 


 A Suíça legalizou a cápsula Sarco [foto], abreviatura de sarcófago, para morrer com ‘conforto’, sem assistência médica nem controle legal.

Para o diretor do Instituto Kennedy de Ética da Universidade de Georgetown, Daniel Sulmasy, o “sarcófago” “exalta o suicídio”.

Ele é acessível a pessoas que não estão em pleno uso de suas faculdades ou até a crianças, podendo ser utilizado até por herdeiros inescrupulosos para suprimir idosos ou doentes.

A morte ocorre em 10 minutos, mas depois vêm o Juízo de Deus e a eternidade…


https://www.abim.inf.br/suica-aprova-capsula-da-morte-para-eutanasia-em-casa/


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