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domingo, 13 de setembro de 2020
sábado, 12 de setembro de 2020
FESTIVAL LITERÁRIO SUL-BAHIA (FLISBA)
PRIMAVERA LITERÁRIA
24, 25 e 26 de
setembro de 2020
EVENTO VIRTUAL
O Festival Literário Sul-Bahia
(FLISBA), com o tema Primavera Literária, se configura numa ação cultural que
busca a difusão das artes literárias a partir de uma homenagem a Clarisse
Lispector e João Cabral de Melo Neto pelos Centenários de nascimento, num
resgate à Jorge Amado e Adonias Filho, nossos pilares da literatura cacaueira.
Para Efson Lima, “o objetivo do
FLISBA é ser um espaço de intercâmbio
para a promoção da literatura e dos processos criativos dos escritores
regionais do sul da Bahia, inclusive, dos novos escritores, bem como dos que
estão afastados da terra natal, como o próprio que mora em Salvador e participa
da organização do evento de forma virtual.
O FLISBA surge com vistas a
estimular a leitura, difundir os escritores regionais, desenvolver a
aproximação dos agentes culturais do campo da literatura e promover atividades
que exercitem reflexões sobre a cultura, questões ambientais, questões ligadas
à diversidade de gênero, uso das redes sociais e tecnologias.
O evento acontecerá entre os
dias 24 a 26 de setembro de 2020 (totalmente online). As mesas literárias vão
ocorrer pelas tardes e noites. A transmissão das mesas do evento será pelo
Youtube, que será retransmitida para o Facebook. No entanto, as Oficinas Literárias vão
ocorrer no turno da manhã pela plataforma Zoom e terão suas inscrições
realizadas de forma antecipada pelo Sympla com datas a serem divulgadas nas
redes sociais do evento.
As pessoas que vão acompanhar as
mesas online e possuem interesse em receber certificação poderão fazer a
inscrição pela plataforma Sympla pelo seguinte link: https://www.sympla.com.br/festival-literario-sul-bahia----flisba__969831
Para Sheilla Shew, que está na
organização do evento e mulher empreendedora, o FLISBA terá uma rica
programação, que inclui debates, saraus, slam, exposições editoriais e
apresentações culturais, que respeita o legado literário e se soma as
revelações dos nossos dias.”
A programação do Festival
Literário Sul-Bahia contempla ainda o Slam
Sul Bahia, que também receberá inscrições. O Edital e o link para as
inscrições estão na seguinte página: https://www.sympla.com.br/slam-sul-bahia---flisba__969859
Os vencedores vão receber brindes. As inscrições são gratuitas. Os
participantes serão certificados pela participação no Slam.
O Festival está sendo organizado
por diversas pessoas: Anarleide Menezes, André Rosa, Aurora Souza, Cremilda
Conceição, Efson Lima, Geraldo Lavigne, Hussiane Amaral, Igor Luiz, Indy
Ribeiro, Laura Ganem, Luh Oliveira, Magnus Vieira, Ramayana Vargens, Raquel
Rocha, Ricardo Dantas, Sheilla Shew, Silmara Oliveira, Sophia Barretto, Tácio
Dê e Walmir do Carmo, reunidas no Coletivo FLISBA. São professores, jovens,
idosos, homens e mulheres sob diferentes
perspectivas que se juntaram para promover o FLISBA sob o ângulo da literatura,
mas com o olhar inclusivo das artes plásticas, música, cinema entre outros.
Para Igor Luiz, 18 anos, que mora entre
Itapitanga/Coaraci, um dos organizadores do FLISBA e estudante de engenharia
civil na Uesc, “o Flisba surgiu como uma oportunidade inicial de exposição da
minha produção. Contudo, essa individualidade foi totalmente quebrada pelo
ideal coletivo de pensar em valorizar a literatura regional como um todo. Isso
foi somado ao prazer de poder contribuir para a produção e acrescer na própria
formação pessoal, aprendendo com pessoas experientes, inovadoras, poéticas e
prosadoras. O Flisba não é mais um projeto de quarentena como tantos, mas uma
ferramenta de formação do legado cultural sul baiano” concluiu ele.
Mais informações podem ser obtidas pelas redes sociais do
FLISBA, bem como a interação do público
com as redes sociais é muito importante para o evento. A Organização pede que as
pessoas se inscrevam nos canais.
Instagram:
@flisba
Facebook: Flisba
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UC2v08TIuCPOU59G_N-33fUw
PROGRAMAÇÃO
Dia: 24/09
(quinta-feira)
ABERTURA DO
FESTIVAL LITERÁRIO SUL - BAHIA
Horário: das 14:00
às 14:50 horas.
Composição da
mesa de abertura:
Luh Oliveira – Membro da Comissão Organizadora do Flisba
Efson
Lima - Membro da Comissão Organizadora do Flisba
André
Rosa – Presidente da Academia de Letras de Ilhéus
Silmara
Oliveira – Presidente da Academia de Letras de Itabuna
Fabio
Rodes - Presidente da Academia de Letras e Artes de Canavieiras
Romualdo
Lisboa – Diretor do Teatro Popular de Ilhéus (TPI)
MESA 1 – Das 15 às 17 horas.
Título da Mesa: 100 anos de Clarice Lispector e João Cabral - renovação e transformação literária
MEDIAÇÃO DA
MESA: Ramayana Vargens
EXPOSITORES
Aurora Souza
Gideon Rosa
Raquel Rocha
SLAM SUL-BAHIA
Das 17 às 19:30
horas.
MEDIAÇÃO: Magnus
Vieira e Ricardo Dantas
MESA 2 – Das 20 às 22 horas
TÍTULO DA MESA:
Literatura e Meio Ambiente – De Caminha aos nossos dias. Reflexões necessárias.
MEDIAÇÃO: Tácio
Dê
EXPOSITORES:
Marcelo Ganem
Pawlo Cidade
Ruy Póvoas
Walmir do Carmo
......................
Dia 25/09
(Sexta-feira)
MESA 3 – Das 15 às 17 horas.
TÍTULO DA MESA: Desafios
e possibilidades da produção literária na Região Sul da Bahia
MEDIAÇÃO: Cláudio
Zumaeta
EXPOSITORES
Gustavo
Felicíssimo – Editora Mondrongo
Ivan de Almeida
- Cogito Editora
Marcel
Santos– Editora A5
Romualdo Lisboa
-Editora do TPI
DOCUMENTÁRIO
Das 18 às 19
horas: exibição do documentário “Cacau para sempre”, de Raquel
Rocha.
MESA 4 – Das 19 as 21 horas
TÍTULO DA MESA:
Literatura e as novas Mídias
MEDIAÇÃO: Sophia
Sá Barretto
EXPOSITORES
Fabricio Brandão
Igor Luiz
Indy Ribeiro
Roger Ferreira
SARAU – A partir
das 21 horas
Espetáculo: Teodorico
Majestade – a última live de um Prefeito/ Teatro Popular de Ilhéus.
Lançamento de
Livros
Recital Poético
.................
Dia 26/09
(Sábado)
MESA 5 - Das 15 às 17:00 horas
TÍTULO DA MESA:
Escritores Regionais
MEDIAÇÃO:
Anarleide Menezes
EXPOSITORES
Clarissa Melo
Geraldo Lavigne
Heitor
Brasileiro
Iolanda Costa
Lia Senna
Luh
Oliveira
MESA 6 – 18 às 20 horas
Título da mesa:
“Amado, Adonias e a Literatura do Cacau”
MEDIAÇÃO: André
Rosa
EXPOSITORES
Daniel Thame
Raymundo Sá
Barretto
Ramayana Vargens
Silmara Oliveira
NOITE CULTURAL
Horário: das 20
às 22:00 horas
APRESENTAÇÕES:
Declamações
poéticas, dança e performances.
Atrações
musicais
Silvano e Carla
Banda Negras
Perfumadas
ENCERRAMENTO DO
FLISBA
Sheilla Shew
- Membro da Comissão Organizadora do Flisba
Tácio Dê -
Membro da Comissão Organizadora do Flisba.
* * *
sexta-feira, 11 de setembro de 2020
EU AMO ESTA ANALOGIA
Quando Deus quis criar peixes, falou com o mar.
Quando Deus quis criar árvores, falou com a terra.
Mas quando Deus quis criar o homem, Ele voltou-se para Si
mesmo.
Então Deus disse:
"Façamos o homem à nossa imagem e semelhança".
NOTA:
Se você tirar um peixe da água, ele morrerá.
Quando você remove uma árvore do solo, ela também morre.
Da mesma forma, quando o homem está desconectado de DEUS,
ele morre.
Deus é o nosso ambiente natural.
Fomos criados para viver na Sua presença.
Temos que estar conectados a Ele,
porque é apenas nEle
que a vida existe.
Vamos ficar conectados com Deus.
Lembremos que água sem peixe ainda é água,
mas peixe sem
água não é nada.
O solo sem árvore ainda é solo,
mas a árvore sem solo não é
nada ...
Deus sem homem ainda é DEUS,
mas o homem sem DEUS não é
nada.
Se esta mensagem chegar a você e você a compartilhar com outras pessoas,
isso se chama Evangelização!
* * *
ITABUNA CENTENÁRIA SORRINDO: Com que roupa eu vou?
Com que Roupa eu vou
- Com essa
camisa eu não vou à igreja!
Era só o
que me faltava. Cameron, meu filho de seis anos, fazendo pirraça por causa de
uma camisa. Insisti para que ele a usasse:
- Você troca de roupa quando voltarmos.
Ele tentou
o apoio do pai, mas não conseguiu.
- Vou
fugir de casa depois da missa!
- Ué! Por que só depois da missa! –
perguntei.
- Você não acha
que vou fugir de casa com esta camisa, não é?
- DEBBIE INNIS, Canadá
-------------------
Ao fim de sete anos na universidade, a maneira de meu filho
se vestir continuava me exasperando. Ele começou a trabalhar como arquiteto e,
apesar de suas roupas serem de boa qualidade, pareciam pertencer a alguém muito
maior e tinham sempre o aspecto de que acabavam de sair de uma bolsa
abarrotada.
Certa vez, ao passar por uma liquidação, descobri um terno
impecável e quase novo, que era exatamente o tamanho de meu filho e só custava
dez libras.
Mostrei a ele e fiquei feliz ao ver seu olhar de alegria.
- Mãe, que bom! – exclamou ele. – É exatamente o que eu
precisava para o baile à fantasia da semana que vem!
Fonte: Reader’s Digest SELEÇÕES – Fevereiro 2000
* * *
quinta-feira, 10 de setembro de 2020
SEMINÁRIO HOMENAGEIA ANTÔNIO TORRES DE HOJE A SÁBADO
Neste 2020, ao completar 80 anos (no próximo domingo, dia 13), o jornalista, escritor e acadêmico baiano da cidade de Sátiro Dias, Antônio Torres, da Academia Brasileira de Letras e da Academia de Letras da Bahia, vem recebendo várias e justas homenagens.
Aqui na Bahia, será realizado durante três dias - desta
quinta, dia 10, até sábado, dia 12 -, o Seminário Narrativas e Viagens do
Sertão ao Mundo, inteiramente dedicado a leituras e análises da obra ficcional
do autor, tanto por estudiosos brasileiros, como estrangeiros. O evento é
promovido pela Academia de Letras da Bahia - ALB, em parceria com a
Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS, e a Universidade do Estado da
Bahia - UNEB, sendo coordenador-geral o professor, poeta e escritor Aleilton
Fonseca, membro das Academias de Letras da Bahia (Salvador) e de Ilhéus.
A sessão especial de abertura acontece hoje, às 17h, com
membros acadêmicos da Bahia e a presença do homenageado, pelo canal Zoom da ALB
no Youtube.
Mais informações: www.academiadeletrasdabahia.org.br.
* * *
ROSA DAQUELA ESQUINA – Ariston Caldas
Quem é Rosa? “Rosa daquela esquina”. Ninguém sabia se era prenome, apelido ou nome verdadeiro. Todos sabiam, porém, que Rosa era um raio de gente, como dizia dona Merentina.
Descalça pela rua, beiços untados de batom, short subindo pelas virilhas, gola despencada, andança pelas casas dos outros; doze anos e nas horas vagas namorava pelos becos, pela beira do rio. “Se dona Merentina souber, vai me engolir viva”. Pensava, às vezes, se esticando com Arnaldinho, o filho, 16 anos, meio-lerdo só de aparência; o que era mesmo, um sonso de verdade. Em pouco tempo um leva-e-traz soprou nos ouvidos de dona Merentina. O primeiro impacto dela seria quebrar a cara de rosa, “molequinha que nem se olha”. Dizia, ameaçando levar o fato ao conhecimento do marido, comerciante de conceito no lugar.
Ciente do fuxico, Rosa nem ficou com medo e chegou a amiudar as andanças pela rua de Arnaldinho. “Te parto a cara, tipinha!”. Rosa ficou de olho duro, risinho frio, cínica, espevitada, “vá merda, sinhá bruxa!”, respondeu já em disparada, cheia de deboche. E quando o pai dela soubesse da encrenca! Iria chiar na palmatória, puxada pelos cabelos. Bonifácio não era sopa. Pedreiro aformigado, mãos calosas pelo cabo da colher, cinzentas pela cal, pelo cimento. Se Rosa tivesse mãe, a vida seria menos dura, mesmo perdendo parte das vadiagens. Sozinha, cozinhava para Bonifácio, cosicava, enchia o pote, engomava, limpara os sapatos dele nos dias de culto evangélico, a fora outras lidanças, varrendo, lavando, comprando coisas pelas bodegas. Antes dos agarros com Arnaldinho, fazia muito piseiro pela casa da mãe dele, sumia corredor adentro, ia para a cozinha onde ficava fuxicando com uma empregada, cuidando da vida de todo mundo. Mas era dona de um predicado importante: bonita para ninguém dizer o contrário, de cara, de corpo, de pele. Isso deveria render-lhe a tolerância das pessoas, até de dona Merentina antes da encrenca com o filho. Pena que as mazelas fossem tantas, a começar pelo desleixo consigo mesma, descalça, roupa despencando, cabelo embaraçado com uma flor perdida no meio. Uma doidinha, como diziam pessoas da vizinhança. Verdade que, se Rosa não portasse tanta maluquice, nem ia chegar para os admiradores.
Mas, como! Arnaldinho, agora, nos tampos dela, mesmo enfrentando as durezas da mãe que não dormia no ponto, pedante, crespa, quase violenta.
Dona Merentina suspirou de alívio quando soube que Rosa andava de chamego com Zacarias, escurinho auxiliar do pai dela que, ciente do acontecimento, deu uns bolos de palmatória nela e dispensou o moleque do trabalho. De pronto, Arnaldinho fazia a renovação, para raiva e desgosto de sua mãe. Zacarias ficou triste, Rosa não saía de seu juízo, bonita, esperta, “um raio de gente”, agora, com a barriga crescendo, um filho de outro no bucho. Ciente do acontecido, dona Merentina assustou-se, entrou em choque. Recuperada, passou a idealizar coisas absurdas, como forçá-la a tomar uma droga para abortar; pediria a um médico um abortivo seguro e ameaçaria Rosa: “se não tomar, mando te matar!”. Voltava a lembrar de Bonifácio, temia providências dele levando o caso para Seu Borges, delegado de polícia, sujeito sisudo e justiceiro. De qualquer modo, Arnaldinho era caso perdido, havia traído os preceitos da família, misturando-se com quem não presta. Nem teria condição de preparar-se para o vestibular.
Ciente do fato, o pai de Rosa ficou assustado, com medo, frustrado, sentindo-se inferior à família de Arnaldinho. Fez cálculos, acrescentou, deduziu e resolveu ir-se embora do lugar, carregando a filha. Dona Merentina viu a mudança, passou pelo outro lado da rua como quem não repara. Bonifácio, na carroceria de um caminhão com utensílios velhos e trouxas. Rosa, na cabine, cabelo voando, boca cheia de batom. “Um alívio”. Lembrou que pedira ajuda aos santos, com fé, agora era atendida. Compraria flores e velas, enfeitaria o altar da igrejinha, mandaria celebrar uma missa de ação de graças. Testemunhou o carro saindo até quando sumiu de vista, levando Rosa para as profundas. Não precisaria mais aporrinhar o marido, “homem frouxo, sem decisão”. Por que Arnaldinho não apareceu para o almoço?
Numa curva da estrada, ele deu com uma mão e subiu para a cabine, sentando-se ao lado de Rosa.
Dona
Merentina não soube, até hoje, se a fuga dele foi tramada pelos três ou se
Arnaldinho pegou a ponga, de cara dura. Certo é que ela ficou alucinada,
falando aos conhecidos íntimos que estava sentindo vontade de se matar.
(LINHAS INTERCALADAS – 2ª EDIÇÃO)
Ariston Caldas
* * *
quarta-feira, 9 de setembro de 2020
ACADEMIA DE LETRAS DE ITABUNA PUBLICA SUA REVISTA GURIATÃ/3
Clique sobre a foto, para vê-la no tamanho original
Academia de Letras de Itabuna
Publica Sua Revista Guriatã/ 3
Com o selo da Libri Editorial, de Brasília, a Academia de Letras de Itabuna acaba de publicar o número 3 da sua revista Guriatã na qual traz artigos e ensaios, poesia, ficção, textos diversos, discursos e registros, assinados pelos acadêmicos integrantes do corpo de associados e por escritores convidados, além de divulgar uma série de atividades literárias e culturais dos membros da instituição.
Segundo o editor da revista, escritor e poeta Cyro de Mattos,[foto ao lado] que também é membro efetivo da Academia de Letras da Bahia, no editorial “Revista como pássaro das letras e da cultura”, como cidadela de resistência, arquitetada na palavra escrita, Guriatã vem pela terceira vez com o seu canto para repercutir em espaço de construção de conhecimento, permuta de experiências literárias, em especial as que são produzidas na região Sul da Bahia.
Segundo ele, “Guriatã comporta o pensamento e o sentimento
como crença de que o veículo dessa natureza impresso ainda funciona no contexto
dos tempos atuais, em que prevalece a imagem visual e/ou a linguagem
internética movida pela rapidez e globalização do que transmite.”
A Academia de Letras de Itabuna (ALITA) é presidida
atualmente pela professora Silmara
Oliveira. A revista apresenta dessa vez textos de Reheniglei Rehem, Heloísa
Prazeres e Marcus Mota, doutores em Letras;
ensaio de Cyro de Mattos sobre romance de estreia de Dostoiewski; poemas de Telmo Padilha, Valdelice Pinheiro,
Walker Luna, Ruy Póvoas, Renato Prata e Ceres Marylise; contos de Aramis
Ribeiro Costa, Lilia Gramacho e Gerana Damulakis; crônicas de Raquel Rocha, João Otávio
e Ruy Espinheira Filho; discursos de Sônia Maron e Silmara Oliveira,
além de ampla divulgação das atividades
literárias e culturais dos membros da instituição.
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