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sábado, 12 de setembro de 2020

FESTIVAL LITERÁRIO SUL-BAHIA (FLISBA)

            


PRIMAVERA LITERÁRIA

24, 25 e 26 de setembro de 2020

EVENTO VIRTUAL

 

                O Festival Literário Sul-Bahia (FLISBA), com o tema Primavera Literária, se configura numa ação cultural que busca a difusão das artes literárias a partir de uma homenagem a Clarisse Lispector e João Cabral de Melo Neto pelos Centenários de nascimento, num resgate à Jorge Amado e Adonias Filho, nossos pilares da literatura cacaueira.

                Para Efson Lima, “o objetivo do FLISBA é  ser um espaço de intercâmbio para a promoção da literatura e dos processos criativos dos escritores regionais do sul da Bahia, inclusive, dos novos escritores, bem como dos que estão afastados da terra natal, como o próprio que mora em Salvador e participa da organização do evento de forma virtual.

                O FLISBA surge com vistas a estimular a leitura, difundir os escritores regionais, desenvolver a aproximação dos agentes culturais do campo da literatura e promover atividades que exercitem reflexões sobre a cultura, questões ambientais, questões ligadas à diversidade de gênero, uso das redes sociais e tecnologias.

                O evento acontecerá entre os dias 24 a 26 de setembro de 2020 (totalmente online). As mesas literárias vão ocorrer pelas tardes e noites. A transmissão das mesas do evento será pelo Youtube, que será retransmitida para o Facebook.  No entanto, as Oficinas Literárias vão ocorrer no turno da manhã pela plataforma Zoom e terão suas inscrições realizadas de forma antecipada pelo Sympla com datas a serem divulgadas nas redes sociais do evento.

                As pessoas que vão acompanhar as mesas online e possuem interesse em receber certificação poderão fazer a inscrição pela plataforma Sympla pelo seguinte link: https://www.sympla.com.br/festival-literario-sul-bahia----flisba__969831

                Para Sheilla Shew, que está na organização do evento e mulher empreendedora, o FLISBA terá uma rica programação, que inclui debates, saraus, slam, exposições editoriais e apresentações culturais, que respeita o legado literário e se soma as revelações dos nossos dias.”

                A programação do Festival Literário Sul-Bahia contempla ainda o Slam  Sul Bahia, que também receberá inscrições. O Edital e o link para as inscrições estão na seguinte página: https://www.sympla.com.br/slam-sul-bahia---flisba__969859 Os vencedores vão receber brindes. As inscrições são gratuitas. Os participantes serão certificados pela participação no Slam.

                O Festival está sendo organizado por diversas pessoas: Anarleide Menezes, André Rosa, Aurora Souza, Cremilda Conceição, Efson Lima, Geraldo Lavigne, Hussiane Amaral, Igor Luiz, Indy Ribeiro, Laura Ganem, Luh Oliveira, Magnus Vieira, Ramayana Vargens, Raquel Rocha, Ricardo Dantas, Sheilla Shew, Silmara Oliveira, Sophia Barretto, Tácio Dê e Walmir do Carmo, reunidas no Coletivo FLISBA. São professores, jovens, idosos, homens e mulheres sob  diferentes perspectivas que se juntaram para promover o FLISBA sob o ângulo da literatura, mas com o olhar inclusivo das artes plásticas, música, cinema entre outros.

                Para Igor  Luiz, 18 anos, que mora entre Itapitanga/Coaraci, um dos organizadores do FLISBA e estudante de engenharia civil na Uesc, “o Flisba surgiu como uma oportunidade inicial de exposição da minha produção. Contudo, essa individualidade foi totalmente quebrada pelo ideal coletivo de pensar em valorizar a literatura regional como um todo. Isso foi somado ao prazer de poder contribuir para a produção e acrescer na própria formação pessoal, aprendendo com pessoas experientes, inovadoras, poéticas e prosadoras. O Flisba não é mais um projeto de quarentena como tantos, mas uma ferramenta de formação do legado cultural sul baiano” concluiu ele.

                Mais informações  podem ser obtidas pelas redes sociais do FLISBA, bem como a  interação do público com as redes sociais é muito importante para o evento. A Organização pede que as pessoas se inscrevam nos canais.

Instagram: @flisba

Facebook:  Flisba

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UC2v08TIuCPOU59G_N-33fUw

 

PROGRAMAÇÃO

 

Dia:  24/09 (quinta-feira)

 

ABERTURA DO FESTIVAL LITERÁRIO SUL - BAHIA

Horário: das 14:00 às 14:50 horas.

 

Composição da mesa de abertura:


         Luh Oliveira –
Membro da Comissão Organizadora do Flisba

Efson Lima  - Membro da Comissão Organizadora do Flisba

André Rosa – Presidente da Academia de Letras de Ilhéus

Silmara Oliveira – Presidente da Academia de Letras de Itabuna

Fabio Rodes - Presidente da Academia de Letras e Artes de Canavieiras

Romualdo Lisboa – Diretor do Teatro Popular de Ilhéus (TPI)

 


MESA 1 – Das 15 às 17 horas.

Título da Mesa: 100 anos de Clarice Lispector e João Cabral  - renovação e transformação literária

MEDIAÇÃO DA MESA: Ramayana Vargens

EXPOSITORES

Aurora Souza

Gideon Rosa

Raquel Rocha

SLAM SUL-BAHIA

Das 17 às 19:30 horas.

MEDIAÇÃO: Magnus Vieira  e Ricardo Dantas

 


MESA 2 – Das 20 às 22 horas

TÍTULO DA MESA: Literatura e Meio Ambiente – De Caminha aos nossos dias. Reflexões necessárias.

MEDIAÇÃO: Tácio Dê

EXPOSITORES:

Marcelo Ganem

Pawlo Cidade

Ruy Póvoas

Walmir do Carmo

 ......................

Dia 25/09 (Sexta-feira)


MESA 3 – Das 15 às 17 horas.

TÍTULO DA MESA: Desafios e possibilidades da produção literária na Região Sul da Bahia

MEDIAÇÃO: Cláudio Zumaeta

EXPOSITORES

Gustavo Felicíssimo – Editora Mondrongo

Ivan de Almeida - Cogito Editora

Marcel  Santos– Editora A5

Romualdo Lisboa -Editora do TPI

 

DOCUMENTÁRIO

Das 18 às 19 horas: exibição do documentário “Cacau para sempre”, de Raquel Rocha.


MESA 4 – Das 19 as 21 horas

TÍTULO DA MESA: Literatura e as novas Mídias

MEDIAÇÃO: Sophia Sá Barretto

EXPOSITORES

Fabricio Brandão

Igor Luiz

Indy Ribeiro

Roger Ferreira

 

SARAU – A partir das 21 horas

Espetáculo: Teodorico Majestade – a última live de um Prefeito/ Teatro Popular de Ilhéus.

Lançamento de Livros

Recital Poético

 .................

Dia 26/09 (Sábado)

 


MESA 5 - Das 15 às 17:00 horas

TÍTULO DA MESA:  Escritores Regionais

MEDIAÇÃO:  Anarleide Menezes

EXPOSITORES

Clarissa Melo

Geraldo Lavigne

Heitor Brasileiro

Iolanda Costa

Lia Senna

Luh Oliveira 

 


MESA 6 –  18 às 20 horas

Título da mesa: “Amado, Adonias e a Literatura do Cacau”

MEDIAÇÃO:  André Rosa

EXPOSITORES

Daniel Thame

Raymundo Sá Barretto

Ramayana Vargens

Silmara Oliveira

 

NOITE CULTURAL

Horário: das 20 às 22:00 horas

APRESENTAÇÕES:

Declamações poéticas, dança e performances.

 

Atrações musicais

Silvano e Carla

Banda Negras Perfumadas

 

ENCERRAMENTO DO FLISBA

Sheilla Shew - Membro da Comissão Organizadora do Flisba

Tácio Dê - Membro da Comissão Organizadora do Flisba.


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sexta-feira, 11 de setembro de 2020

EU AMO ESTA ANALOGIA


Quando Deus quis criar peixes, falou com o mar.

Quando Deus quis criar árvores, falou com a terra.

Mas quando Deus quis criar o homem, Ele voltou-se para Si mesmo.

Então Deus disse: 

"Façamos o homem à nossa imagem e semelhança". 

NOTA:

Se você tirar um peixe da água, ele morrerá. 

Quando você remove uma árvore do solo, ela também morre.

Da mesma forma, quando o homem está desconectado de DEUS, ele morre.

Deus é o nosso ambiente natural.  

Fomos criados para viver na Sua presença. 

Temos que estar conectados a Ele, 

porque é apenas nEle que a vida existe.


                              
Vamos ficar conectados com Deus.

Lembremos que água sem peixe ainda é água, 

mas peixe sem água não é nada.

O solo sem árvore ainda é solo, 

mas a árvore sem solo não é nada ...

Deus sem homem ainda é DEUS, 

mas o homem sem DEUS não é nada.

 

Se esta mensagem chegar a você e você a compartilhar com outras pessoas, 

isso se chama Evangelização!

 

 (Recebi via Whats, sem menção de autoria)

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ITABUNA CENTENÁRIA SORRINDO: Com que roupa eu vou?


Com que Roupa eu vou

 

            - Com essa camisa eu não vou à igreja!

            Era só o que me faltava. Cameron, meu filho de seis anos, fazendo pirraça por causa de uma camisa. Insisti para que ele a usasse:

           - Você troca de roupa quando voltarmos.

            Ele tentou o apoio do pai, mas não conseguiu.

            - Vou fugir de casa depois da missa!

           - Ué! Por que só depois da missa! – perguntei.           

           - Você não acha que vou fugir de casa com esta camisa, não é?

 

                                                               - DEBBIE INNIS, Canadá

                                         -------------------

Ao fim de sete anos na universidade, a maneira de meu filho se vestir continuava me exasperando. Ele começou a trabalhar como arquiteto e, apesar de suas roupas serem de boa qualidade, pareciam pertencer a alguém muito maior e tinham sempre o aspecto de que acabavam de sair de uma bolsa abarrotada.

Certa vez, ao passar por uma liquidação, descobri um terno impecável e quase novo, que era exatamente o tamanho de meu filho e só custava dez libras.

Mostrei a ele e fiquei feliz ao ver seu olhar de alegria.

- Mãe, que bom! – exclamou ele. – É exatamente o que eu precisava para o baile à fantasia da semana que vem!

                                                                                                             - - JULIA BROWN, Grã-Bretanha

 

Fonte: Reader’s Digest SELEÇÕES – Fevereiro 2000


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quinta-feira, 10 de setembro de 2020

SEMINÁRIO HOMENAGEIA ANTÔNIO TORRES DE HOJE A SÁBADO


Neste 2020, ao completar 80 anos (no próximo domingo, dia 13), o jornalista, escritor e acadêmico baiano da cidade de Sátiro Dias, Antônio Torres, da Academia Brasileira de Letras e da Academia de Letras da Bahia, vem recebendo várias e justas homenagens. 

Aqui na Bahia, será realizado durante três dias - desta quinta, dia 10, até sábado, dia 12 -, o Seminário Narrativas e Viagens do Sertão ao Mundo, inteiramente dedicado a leituras e análises da obra ficcional do autor, tanto por estudiosos brasileiros, como estrangeiros. O evento é promovido pela Academia de Letras da Bahia - ALB, em parceria com a Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS, e a Universidade do Estado da Bahia - UNEB, sendo coordenador-geral o professor, poeta e escritor Aleilton Fonseca, membro das Academias de Letras da Bahia (Salvador) e de Ilhéus.

A sessão especial de abertura acontece hoje, às 17h, com membros acadêmicos da Bahia e a presença do homenageado, pelo canal Zoom da ALB no Youtube.

Mais informações: www.academiadeletrasdabahia.org.br.


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ROSA DAQUELA ESQUINA – Ariston Caldas

 


          Quem é Rosa? “Rosa daquela esquina”. Ninguém sabia se era prenome, apelido ou nome verdadeiro. Todos sabiam, porém, que Rosa era um raio de gente, como dizia dona Merentina.

            Descalça pela rua, beiços untados de batom, short subindo pelas virilhas, gola despencada, andança pelas casas dos outros; doze anos e nas horas vagas namorava pelos becos, pela beira do rio. “Se dona Merentina souber, vai me engolir viva”. Pensava, às vezes, se esticando com Arnaldinho, o filho, 16 anos, meio-lerdo só de aparência; o que era mesmo, um sonso de verdade. Em pouco tempo um leva-e-traz soprou nos ouvidos de dona Merentina. O primeiro impacto dela seria quebrar a cara de rosa, “molequinha que nem se olha”. Dizia, ameaçando levar o fato ao conhecimento do marido, comerciante de conceito no lugar. 

            Ciente do fuxico, Rosa nem ficou com medo e chegou a amiudar as andanças pela rua de Arnaldinho. “Te parto a cara, tipinha!”. Rosa ficou de olho duro, risinho frio, cínica, espevitada, “vá merda, sinhá bruxa!”, respondeu já em disparada, cheia de deboche. E quando o pai dela soubesse da encrenca! Iria chiar na palmatória, puxada pelos cabelos. Bonifácio não era sopa. Pedreiro aformigado, mãos calosas pelo cabo da colher, cinzentas pela cal, pelo cimento. Se Rosa tivesse mãe, a vida seria menos dura, mesmo perdendo parte das vadiagens. Sozinha, cozinhava para Bonifácio, cosicava, enchia o pote, engomava, limpara os sapatos dele nos dias de culto evangélico, a fora outras lidanças, varrendo, lavando, comprando coisas pelas bodegas. Antes dos agarros com Arnaldinho, fazia muito piseiro pela casa da mãe dele, sumia corredor adentro, ia para a cozinha onde ficava fuxicando com uma empregada, cuidando da vida de todo mundo. Mas era dona de um predicado importante: bonita para ninguém dizer o contrário, de cara, de corpo, de pele. Isso deveria render-lhe a tolerância das pessoas, até de dona Merentina antes da encrenca com o filho. Pena que as mazelas fossem tantas, a começar pelo desleixo consigo mesma, descalça, roupa despencando, cabelo embaraçado com uma flor perdida no meio. Uma doidinha, como diziam pessoas da vizinhança. Verdade que, se Rosa não portasse tanta maluquice, nem ia chegar para os admiradores.

            Mas, como! Arnaldinho, agora, nos tampos dela, mesmo enfrentando as durezas da mãe que não dormia no ponto, pedante, crespa, quase violenta.

            Dona Merentina suspirou de alívio quando soube que Rosa andava de chamego com Zacarias, escurinho auxiliar do pai dela que, ciente do acontecimento, deu uns bolos de palmatória nela e dispensou o moleque do trabalho. De pronto, Arnaldinho fazia a renovação, para raiva e desgosto de sua mãe. Zacarias ficou triste, Rosa não saía de seu juízo, bonita, esperta, “um raio de gente”, agora, com a barriga crescendo, um filho de outro no bucho. Ciente do acontecido, dona Merentina assustou-se, entrou em choque. Recuperada, passou a idealizar coisas absurdas, como forçá-la a tomar uma droga para abortar; pediria a um médico um abortivo seguro e ameaçaria Rosa: “se não tomar, mando te matar!”. Voltava a lembrar de Bonifácio, temia providências dele levando o caso para Seu Borges, delegado de polícia, sujeito sisudo e justiceiro. De qualquer modo, Arnaldinho era caso perdido, havia traído os preceitos da família, misturando-se com quem não presta. Nem teria condição de preparar-se para o vestibular.

            Ciente do fato, o pai de Rosa ficou assustado, com medo, frustrado, sentindo-se inferior à família de Arnaldinho. Fez cálculos, acrescentou, deduziu e resolveu ir-se embora do lugar, carregando a filha. Dona Merentina viu a mudança, passou pelo outro lado da rua como quem não repara. Bonifácio, na carroceria de um caminhão com utensílios velhos e trouxas. Rosa, na cabine, cabelo voando, boca cheia de batom. “Um alívio”. Lembrou que pedira ajuda aos santos, com fé, agora era atendida. Compraria flores e velas, enfeitaria o altar da igrejinha, mandaria celebrar uma missa de ação de graças. Testemunhou o carro saindo até quando sumiu de vista, levando Rosa para as profundas. Não precisaria mais aporrinhar o marido, “homem frouxo, sem decisão”. Por que Arnaldinho não apareceu para o almoço?

            Numa curva da estrada, ele deu com uma mão e subiu para a cabine, sentando-se ao lado de Rosa.

            Dona Merentina não soube, até hoje, se a fuga dele foi tramada pelos três ou se Arnaldinho pegou a ponga, de cara dura. Certo é que ela ficou alucinada, falando aos conhecidos íntimos que estava sentindo vontade de se matar.

 

(LINHAS INTERCALADAS – 2ª EDIÇÃO)

Ariston Caldas


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quarta-feira, 9 de setembro de 2020

ACADEMIA DE LETRAS DE ITABUNA PUBLICA SUA REVISTA GURIATÃ/3

Clique sobre a foto, para vê-la no tamanho original


                                Academia de Letras de Itabuna

Publica Sua Revista Guriatã/ 3

 

Com o selo da Libri Editorial, de Brasília, a Academia de Letras de Itabuna acaba de publicar o número 3 da sua revista Guriatã na qual traz artigos e ensaios, poesia, ficção, textos diversos, discursos e registros, assinados  pelos acadêmicos integrantes do corpo de associados e por escritores convidados, além de  divulgar uma série de atividades literárias e culturais dos membros da instituição.


Segundo o editor da revista, escritor  e poeta Cyro de Mattos,[foto ao lado] que também é membro efetivo da Academia de Letras da Bahia,  no editorial “Revista como pássaro das letras e da cultura”,   como cidadela de resistência, arquitetada na palavra escrita, Guriatã vem pela terceira vez   com o seu canto para repercutir  em espaço de construção de conhecimento, permuta de experiências literárias, em especial  as que são produzidas  na região Sul da Bahia.

Segundo ele, “Guriatã comporta o pensamento e o sentimento como crença de que o veículo dessa natureza impresso ainda funciona no contexto dos tempos atuais, em que prevalece a imagem visual e/ou a linguagem internética movida pela rapidez e globalização do que transmite.”

A Academia de Letras de Itabuna (ALITA) é presidida atualmente pela professora  Silmara Oliveira. A revista apresenta dessa vez textos de Reheniglei Rehem, Heloísa Prazeres e Marcus Mota, doutores em Letras;  ensaio de Cyro de Mattos sobre romance de estreia de Dostoiewski;   poemas de Telmo Padilha, Valdelice Pinheiro, Walker Luna, Ruy Póvoas, Renato Prata e Ceres Marylise; contos de Aramis Ribeiro Costa, Lilia Gramacho e Gerana Damulakis;  crônicas de Raquel Rocha, João Otávio e  Ruy Espinheira Filho;  discursos de Sônia Maron e Silmara Oliveira, além de ampla  divulgação das atividades literárias e culturais dos membros da instituição. 


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