Aos 23 anos, a designer amazonense Lara Denys assumiu uma
grande responsabilidade: a de desenhar a imagem da Nossa Senhora da Amazônia (foto ao lado).
Nascida em uma família tradicionalmente católica, Lara venceu um concurso
nacional para a criação da figura da Virgem. A jovem teve o projeto aprovado
pelo Vaticano. Com traços caboclos, Nossa Senhora da Amazônia ganhará agora um
Santuário em frente ao Rio Negro, no formato de uma canoa, principal transporte
dos povos amazônicos.
A designer contou que, antes de produzir a imagem, estudou
arte sacra e a fisionomia do caboclo. "Pesquisei em livros e vi até como
indígenas carregam bebês. Queria que o traje fosse mais indígena, mas precisava
cobrir todo o corpo da Nossa Senhora, para não incitar sexualidade. Planejei cada
detalhe", disse. A roupa de Maria, por exemplo, é de tom terracota,
que remete às terras amazônicas e demonstra a humildade da Virgem.
O vestido da Nossa Senhora traz ainda uma simples estampa
baseada na arte dos indígenas Waimiri-Atroari. O manto ganhou um tom mais
escuro que o tradicional azul celeste. Lara decidiu manter o véu na cor branca
por representar a pureza da mãe de Jesus Cristo, que aparece nos braços da
Nossa Senhora também com traços caboclos. "Ele é um verdadeiro
curumim", descreveu.
A Nossa Senhora da Amazônia aparece ainda na figura em cima
de uma vitória-régia. Segundo Lara, a planta foi escolhida por ser uma das
espécies mais conhecidas e bonitas da região. "Além disso, a vitória-régia
é forte, cresce em solo infértil, e suporta até 40 quilos. Quando a flor nasce,
sempre no escuro, exala um perfume único. Ela é então a base da Nossa Senhora,
que aparece como a verdadeira flor da vitória-régia", ressaltou. Ao redor
da Virgem Maria, orquídeas brancas, tradicionais da Amazônia, foram estrategicamente
posicionadas. De acordo com a criadora da imagem, as flores representam o
feminino.
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Designer Lara Denys
venceu concurso nacional para escolha da
imagem da Nossa Senhora da Amazônia (Foto: Arquivo Pessoal)
"A gente vai embora e fica tudo aí, os planos a longo prazo e
as tarefas de casa, as dívidas com o banco, as parcelas do carro novo que a
gente comprou para ter status.
A gente vai embora sem sequer guardar as comidas na geladeira,
tudo apodrece, a roupa fica no varal.
A gente vai embora, se dissolve e some toda a importância
que pensávamos que tínhamos, a vida continua, as pessoas superam e seguem suas
rotinas normalmente.
A gente vai embora as brigas, as grosserias, a impaciência,
serviram para nos afastar de quem nos trazia felicidade e amor.
A gente vai embora e todos os grandes problemas que
achávamos que tínhamos se transformam em um imenso vazio, não existem
problemas. Os problemas moram dentro de nós. As coisas têm a energia que
colocamos nelas e exercem em nós a influência que permitimos.
A gente vai embora e o mundo continua caótico, como se a
nossa presença ou ausência não fizesse a menor diferença. Na verdade, não faz.
Somos pequenos, porém, prepotentes. Vivemos nos esquecendo de que a morte anda
sempre à espreita.
A gente vai embora, pois é. É bem assim: Piscou, a vida se
vai.... O cachorro é doado e se apega aos novos donos. Os viúvos se casam
novamente, andam de mãos dadas e vão ao cinema.
A gente vai embora e somos rapidamente substituídos no cargo
que ocupávamos na empresa. As coisas que nem sequer emprestávamos são doadas,
algumas jogadas fora. Quando menos se espera, A gente vai embora. Aliás, quem
espera morrer? Se a gente esperasse pela morte, talvez a gente vivesse melhor.
Talvez a gente colocasse nossa melhor roupa hoje, talvez a gente comesse a
sobremesa antes do almoço. Talvez a gente esperasse menos dos outros.
Se a gente esperasse pela morte, talvez perdoasse mais,
risse mais, saísse à tarde para ver o mar, talvez a gente quisesse mais tempo e
menos dinheiro.
Quem sabe, a gente entendesse que não vale a pena se
entristecer com as coisas banais, ouvisse mais música e dançasse mesmo sem
saber.
O tempo voa. A partir do momento que a gente nasce, começa a
viagem veloz com destino ao fim e ainda há aqueles que vivem com pressa!
Sem se dar o presente de reparar que cada dia a mais é um
dia a menos, porque a gente vai embora o tempo todo, aos poucos e um pouco mais
a cada segundo que passa.
O que você está fazendo com o tempo que lhe resta? Que
possamos ser cada dia melhores e que saibamos reconhecer o que realmente
importa nessa passagem pela Terra!
Na manifestação na
Praça dos Três Poderes, no fundo à esquerda, a faixa “PT NUNCA MAIS”.
♦ Paulo Corrêa de Brito Filho
Diretor da revista
Catolicismo. Artigo redigido no mês anterior
ao seu
falecimento, ocorrido no dia 2 do corrente mês.
No ano findo, manifestou-se claramente o anseio da opinião
pública, em quase todo o mundo, por um retorno à ordem. É possível contarmos
com esse mesmo anseio no ano que se inicia? Tornar-se-á ele ainda mais intenso?
Ou haverá obstáculos para a sua plena aplicação?
No panorama nacional e internacional, opõe-se a essa grande
apetência dos povos pela ordem própria à Civilização Cristã o empenho de altos
dirigentes eclesiásticos e civis a favor de um estado de coisas no sentido
contrário, descolando-se, portanto, da opinião pública.
Ao longo de 2018, muito se discutiu sobre um eventual
rompimento interno na Santa Igreja, devido a uma política de relativização dos
chamados “valores não negociáveis”. Um exemplo disso foi a assinatura de um
pacto provisório do Vaticano com o governo comunista da China, o qual deixou
perplexos os católicos do mundo inteiro; especialmente os católicos chineses,
que continuam a sofrer na pele a perseguição perpetrada pelos agentes do
comunismo. O Cardeal Joseph Zen, arcebispo emérito de Hong-Kong, chegou a
afirmar que os católicos chineses estavam sendo vendidos pelo Vaticano ao
regime comunista.
Outro aspecto dessa relativização foi apresentado pelo
Cardeal Walter Brandmüller, ao comentar a introdução do homossexualismo “de
forma quase epidêmica no clero, inclusive na hierarquia”.
A oposição dos católicos a coisas desse gênero fortalece a
cada dia a rejeição aos malefícios provocados na Igreja pelos princípios
relativistas difundidos a partir do Concílio Vaticano II. A matéria principal
da revista Catolicismo de janeiro faz um retrospecto dos fatos
relacionados com essa relativização.
No tocante aos aspectos temporais, no Velho Continente
falou-se muito de “desunião europeia”, quase tanto quanto de Europa Unida. Essa
união passou a ser vista como um objetivo revolucionário para levar as nações a
um agrupamento do tipo “Estados Unidos da Europa”, uma espécie de “República
Universal”. Mas a cisão aberta a partir do “Brexit” causou uma rachadura no
projeto pan-europeu, e se reforça ainda mais com a divisão entre os países que
abrem suas fronteiras à imigração maometana e outros que as estão fechando,
devido ao receio da invasão islâmica.
Em nosso Continente, o ano terminou sob a gravíssima ameaça
do retorno da ambição expansionista de um governo russo, que faz lembrar os
perigos da antiga URSS. Basta lembrar que, no último mês, bombardeiros da
Rússia de Putin aterrissaram na vizinha e infeliz Venezuela, dominada e
empobrecida pelo comuno-bolivarianismo. Com a desfaçatez que lhe é peculiar, o
ditador Nicolás Maduro pretendeu justificar esse fato com a ideia de proteger
os venezuelanos contra maquinações dos EUA, que estariam tramando com governos
anticomunistas — especialmente com o brasileiro recém formado — um ataque ao
seu país…
Esses são apenas alguns dos temas tratados na matéria de
capa da referida edição de Catolicismo, cuja leitura recomendo aos diletos
leitores.
Paulo Corrêa de Brito Filho - discípulo e colaborador do
Prof. Plinio Corrêa de Oliveira desde o início da década de 50; Sócio-fundador
da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade – TFP;
Diretor do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira – IPCO e da histórica Revista
Catolicismo.
Advogado formado pela histórica Faculdade de Direito do
Largo São Francisco, sucedeu ao Prof. Plinio Corrêa de Oliveira na cadeira de
História Moderna e Contemporânea da Pontifícia Universidade Católica de São
Paulo; foi igualmente professor na Faculdade de Jornalismo Cásper Líbero.
Foi fidelíssimo escravo de amor a Nossa Senhora a quem se
consagrou desde jovem segundo o método de São Luis Maria Grignion de Montort.
Faleceu dia 02 de janeiro de 2019, em São Paulo, aos 88 anos.
Chamo-me Cáritas. Chamo-me Amor. Sigo o caminho
principal que conduz a Deus.
Acompanhai-me, pois conheço a meta a que deveis todos visar.
Dei esta manhã o meu giro habitual e, com o coração amargurado, venho
dizer-vos: Oh! meus amigos, que de misérias, que de lágrimas, quanto tendes de
fazer para secá-las todas! Em vão, procurei consolar algumas pobres mães,
dizendo-lhes ao ouvido: Coragem! Há corações bons que velam por vós; não
sereis abandonadas; paciência! Deus lá está; sois Dele amadas, sois Suas
eleitas.
Elas pareciam ouvir-me e volviam para o meu lado os olhos
arregalados de espanto; eu lhes lia no semblante que seus corpos, tiranos do
Espírito, tinham fome e que, se é certo que minhas palavras lhes serenavam um
pouco os corações, não lhes reconfortavam os estômagos.
Repetia-lhes: Coragem! Coragem! Então, uma pobre mãe, ainda
muito moça, que amamentava uma criancinha, tomou-a nos braços e a estendeu no
espaço vazio, como a pedir-me que protegesse aquele entezinho que só
encontrava, num seio estéril, insuficiente alimentação.
Alhures vi, meus amigos, pobres velhos sem trabalho e, em
consequência, sem abrigo, presas de todos os sofrimentos da penúria e,
envergonhados de sua miséria, sem ousarem, eles que nunca mendigaram, implorar
a piedade dos transeuntes. Com o coração inflado de compaixão, eu, que nada
tenho, me fiz mendiga para eles e vou, por toda a parte, estimular a
beneficência, inspirar bons pensamentos aos corações generosos e compassivos.
Por isso é que aqui venho, meus amigos, e vos digo: Há por
aí desgraçados, em cujas choupanas falta o pão, os fogões se acham sem lume e
os leitos sem cobertas. Não vos digo o que deveis fazer; deixo aos vossos bons
corações a iniciativa. Se eu vos ditasse o proceder, nenhum mérito vos traria a
vossa boa ação. Digo-vos apenas: Sou a caridade e vos estendo as mãos pelos
vossos irmãos que sofrem.
Mas, se peço, também dou e dou muito. Convido-vos para um
grande banquete e forneço a árvore onde todos vos saciareis! Vede quanto é
bela, como está carregada de flores e de frutos! Ide, ide, colhei, apanhai
todos os frutos dessa magnificente árvore que se chama a beneficência. No lugar
dos ramos que lhe tirardes, atarei todas as boas ações que praticardes e
levarei a árvore a Deus, que a carregará de novo, porquanto a beneficência é
inexaurível.
Acompanhai-me, pois, meus amigos, a fim de que eu vos conte
entre os que se arrolam sob a minha bandeira. Nada temais; eu vos conduzirei
pelo caminho da salvação, porque sou a Caridade, o Amor.
Sem negar uma certa satisfação íntima, foi legal assistir ao
vídeo, feito nesta segunda-feira (7), pelo apresentador Fausto Silva, o Faustão
do “Domingão” tentando desdizer o que efetivamente disse.
Parecia minhoca rebolando no álcool.
É que no programa do último domingo (6), o apresentador, em
tom das suas costumeiras críticas sem direção ou alvo certo ou conhecido,
feitas sempre de forma aleatória, difusa, demagógica, fortuita e confusa, usou
a seguinte frase para expressar sua opinião sobre a conjuntura nacional:
“- E o imbecil que tá lá e não devia estar pode até ser
honesto, mas é um idiota que tá lá e tá ferrando todo mundo”.
Por lealdade intelectual, é verdade que o falastrão
indiscreto, inconveniente e tagarela, não citou o nome do Presidente Jair
Bolsonaro. Mas deixou de forma absolutamente implícita, a bola quicando. E a
reação veio, como virá doravante, sempre na mesma intensidade e sentido
contrário. Lei da física...
Quem está acostumado a análise dialética dos textos e das
falas alheias, pode ter certeza que a ideia contida nas expressões expostas
pelo Faustão buscou definir e distinguir claramente o governo que ora se
inicia. Só não foi explicito – como não costumam ser os argumentos deste
artista. Um sabonete...
Mas desta vez, ele encontrou barreiras. E que barreiras! E
mais uma vez, a outrora fortaleza da TV Globo e dos seus partícipes, têm um
duro encontro com a realidade.
A fala pegou mal Brasil afora e fez um tsunami na internet.
Sempre tenho dito e repito: o Governo Bolsonaro tem base social, sólida,
atenta, participativa e responsável. E quer respeito!
Até tempos atrás, ninguém levava a sério as estapafúrdias do
Faustão. Mas agora, a realidade é outra. Estamos diante de um novo tempo. A
esmagadora maioria da nação adotou comportamento diverso.
E para esse time,
agora a leitura funciona assim:
- A única saída possível foi o Bolsonaro. Mexeu com ele,
mexeu com o Brasil. Mexeu com o Brasil, me ponho guerreiro.
Quem diria que um dia viveríamos para ver que você, eu, ou
qualquer outra pessoa pudesse colocar a Globo e o poderoso e arrogante Fausto
Silva no córner, gravando um vídeo todo mal produzido, em visível e
constrangido desconforto, para se explicar dizendo que não disse o quê disse?
Hoje, não somente os eleitores de Bolsonaro percebem do que
o Brasil se livrou. E todos sabem o grande trabalho que deu e que ainda está
dando...,
Mas grande parte da classe artística ainda não acordou para
a realidade. Vivem no mundo da lua, do faz de conta, da fantasia, da
representação. E muitos, também do dinheiro fácil... Como diria minha mãe:
“Fazem crochê em cima dos dedos”.
Em defesa do Brasil, milhões de brasileiros até então
anônimos, viraram templários. Militantes gladiadores. Tendo o celular como
arma.
Depois do Faustão gravar um vídeo com a boca seca, foi
veiculada uma notícia nas mídias sociais (que não sei se é verdadeira ou não)
dando contas que o apresentador ameaçou “não voltar ao Brasil se seguissem as
agressões contra ele nas redes sociais”.
Olha, quer saber a verdade: Faria muito bem para ele, fazer
um sabático para reciclagem. Para nós, espectadores de domingo, uma dádiva
messiânica. Embora tenhamos que respeitar o profissional, se trata de um chato
confeitado e condecorado. Metido a engraçadinho. Decadente. Ele sim, imbecil a
zoar de todo mundo. Semeando a idiotice em horário nobre. Um desperdício numa
concessão de TV aberta. Uma aberração intelectual e cultural. Uma negação.
Durante muitos anos pensou ter o monopólio da graça. Na verdade, atualmente não
passa de um cômico démodé, gritão, mal-educado, saliente e inconveniente. E
comanda um programa que é um lixo.
E que não se atualiza nem se moderniza.
Pensam que ele fez um vídeo se retratando em respeito ao
Bolsonaro? Ou ao seu público?
Qual o que!? Nada disso! Nunca fez e nunca faria isso se não
fosse na marra! O vídeo veio pelo fato de a unanimidade dos seus anunciantes
serem simpáticos ao Bolsonaro.
Que anunciante quer se indispor com um governo legítimo,
forte e com apoio popular?
Tomou uma prensa. Com a perda da audiência, “bau bau”
patrocinadores...
Essa gente não é boba...
O vídeo também veio, por pressão da Globo que está tal qual
Dâmocles com a espada sobre a cabeça, presa por um fio de cabelo, pronta para
sofrer um corte nas polpudas verbas públicas com as quais vem sendo agraciada
há mais de 4 décadas. Tudo indica que os poderes, privilégios, benefícios e
vantagens da "venus platinada" vão acabar.
Bolsonaro já anunciou: a distribuição da verba publicitária
será reduzida e equitativa. Acabou o privilégio... A Globo tem qualidades?
Claro que tem. Eu também teria com o uso abundante do dinheiro público... Só
faltava não ter...
O homem do Perdidos na Noite, se viu perdidinho da Silva
numa tarde de domingo.
Com o mais sincero e absoluto pedido de perdão pelo uso da
expressão chula (e com certa vergonha); como diria a Dona Dica a costureira que
alinhavava sabedoria:
Advogado.Vice-presidente e Chefe da Unidade de Representação
em Santa Catarina na empresa Câmara Brasil-Rússia de Comércio, Indústria e
Turismo e Sócio na empresa Nemetz & Kuhnen Advocacia
“Tô vendo essa onda de Resistência. Que nojo, da cara de pau
desse povo!
Rio de Janeiro entregue ao tráfico e às milícias e agora
resolveram ter medo?
Nordeste e São Paulo tomados pelo PCC, matando pai de
família e estão apavorados agora?
Rio Grande do Sul quebrado, sem dinheiro pra pagar
funcionários e vocês estavam resistindo aonde?
Nos apês de frente pro mar? Nos
Estados Unidos? Ou na Europa?
Onde a resistência estava quando 108 policiais foram
enterrados só no estado do RJ?
Onde se entrincheirava a resistência quando mães são
assassinadas na frente da família, com uma faca no peito, porque se assustaram
com bandido?
Onde estava a resistência quando pais de família foram
mortos com tiro de fuzil só porque demoraram a tirar o cinto de segurança?
Onde a resistência se escondia quando maridos tem que
enterrar suas esposas porque foram mortas por não terem dinheiro para dar ao
bandido?
Onde estava essa mesma resistência de bosta, quando uma
menina de 9 anos, que brincava na rua, foi brutalmente assassinada?
Vocês não estão preocupados com porcaria nenhuma!
Há anos nossa liberdade foi cerceada e brancos, negros,
mulheres, gays, travestis e índios morrem e vocês ai calados...Coniventes!
Aiiiínnnnn o Coiso vai tirar a nossa democracia ...
Aiiínnnnn vai matar negros e LGBTs...
Aiiiiínnnnnn vai liberar armas e o país
vai virar uma carnificina...
Vocês ainda não perceberam que vagabundo tá assaltando
barzinho de AK-47?
Em que mundo vocês vivem que bandido tá assaltando shopping
de AR-15?
Já fizeram a conta do número de mortos nos hospitais por
falta de médicos, equipamentos e remédios?
Onde essa resistência de merda estava quando os corruptos
saquearam o Brasil e botaram cidades inteiras na miséria?
Talvez vocês estivessem em Nova York, Roma, Berlim, Lisboa
ou Paris...
Comunas e socialistas de bosta! Por que não estão na
Venezuela ou em Cuba?
13 milhões de desempregados e vocês estavam protestando
aonde?
64 mil mortes violentas e vocês fizeram o quê?
19 mil empresas fechadas em 2 anos e vocês protestaram?
Claro que não!
Porque vocês não se importam!
Deixem de ser hipócritas e fingirem que não enxergavam o que
acontece há muito tempo no Brasil!
Vocês queriam é que todo esse terrorismo continuasse, em
nome da 'democracia' que apregoam da boca pra fora postando loucuras de seus
iPhones, enquanto comem caviar na Vieira Souto! Que democracia é essa? Seus merdas!
Algumas correspondências endereçadas ao escritor grapiúna Cyro de Mattos são
disponibilizadas a seguir. Para ler clique no título-link em azul.
Affonso Manta(Carta do poeta Affonso Manta
sobre o Lavrador Inventivo, de Cyro de Mattos)
PrêmioCríticos
de Arte(Associação Paulista dos Críticos de Arte confere
o Prêmio 1992 ao autor baiano) Carlos Drummond de Andrade(Cartão de
Drummond sobre a alegria de ler Os Brabos, de Cyro de Mattos)
Elias José(Carta-poema de Elias José de
12.09.2002, ressaltando a maturidade poética do baiano Cyro de Mattos) Ênio Silveira(Carta do editor Ênio Silveira de
congratulação pela obra de Cyro de Mattos publicada na Dinamarca)
Frasncisco Carvalho(Comentário
sobre Vinte poemas do rio e Cancioneiro do cacau, de Cyro
de Mattos.
Fred Ellison(O estudioso norte-americano
fala do "número considerável de obras" de C. M., em Austin, Texas)
Jorge Amado(Carta enviando cópia da
apresentação do livro Os Brabos à Academia Brasileira de Letras)
Jorge Amado(Cópia datilografada do texto
de Jorge Amado sobre o livro de Cyro de Matos)
Curt Meyer-Clason(Carta do consagrado
tradutor enviando versão alemã de um dos Vinte Poemas do Rio)
Jorge Medauar (O escritor grapiúna fala
do livro de crônicas O mar na Rua Chile, de Cyro de Mattos)
M. Mestas(Carta do estudioso francês afirmando
ter sido tocado pela sensibilidade do autor brasileiro) Stella Leonardos(Escritora comenta o
lugar do livro Os Brabos, na literatura brasileira)
Vera Abramo(Diretora da Biblioteca
Central da UFBA fala do significado de incorporar livros de C. M.)