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sábado, 15 de junho de 2019

SURREAL – Por Francisco Teodorico



15.06.2019

Salvador Dalí i Domènech foi um importante pintor catalão, mundialmente conhecido pelo seu trabalho surrealista. Nas combinações de imagens bizarras, oníricas sempre estavam presentes a excelente qualidade plástica. Dali nasceu (11Mai1904) e morreu (23Jan1989) numa mesma cidade espanhola (Figueres).

Às vezes pego-me pensando se ele tivesse vivido no Brasil se fartaria-se pela matéria prima ou se seria apenas mais um, imerso em tantas situações surreais que enfrentamos diariamente nas diversas áreas, que vão desde do campo jurídico passando pela imprensa, política, etc.

A Esquerda moveu de tal maneira a Janela de Overton de forma que temos a sensação que o rabo tem o direito de abanar o cachorro e não o contrário! A naturalidade dessa gente para comportamentos inadequados para a sociedade é inacreditável.

A Esquerda promove bagunça por onde passa e sabemos que o objetivo é colocar em prática o método gramscista.

Observem como os ataques vêm em diversas frentes:

Facilitam a dissolução de famílias através de simples pedido feito num cartório, fragilizando a instituição do casamento. Não são raros os casos onde chantagens emocionais utilizadas, fundamentadas nessa facilidade. Se não o fosse, a tolerância entre as pessoas seria maior.

A família sempre foi o maior obstáculo para o projeto socialista, não é difícil de entender o motivo de ser tão atacada. Não é à toa que pregam casamentos abertos, liberação sexual, etc.

Certa vez tive o desprazer de ouvir uma psicóloga defender a tese que os pais não devem permitir que “meninos brinquem de super herói e meninas de casinha” devido ao fato de se fortalecerem estereótipos de homens protetores e mulheres donas de casa. Olha a que ponto que a insanidade dessas pessoas chegam!

As mídias e produções artísticas tratam o consumo de drogas de forma natural, como se nunca tê-las provado é que fosse anormal.

A arrogância feminista implode a autoridade paternal, tão necessária para a formação de uma criança quanto o carinho maternal que a maioria de nós traz no coração com lembranças de ternura. O resultado é a indisciplina que muitas vezes vemos refletida através da violência nas escolas (contra colegas, professores e funcionários) e os absurdos das balbúridas nas universidades federais (plantações de maconha, rifles, produção de drogas químicas, etc).

A desconexão com a verdade e a realidade é outra marca registrada. Transformam simples palmadas educativas em sinônimos de espancamentos. O resultado já estamos vendo na Educação.

Assim vão explorando as vulnerabilidades de forma magistral, maquiavélica, diabólica. Acusam vítimas de crimes (um exemplo recente é o caso do Ministro da Justiça Sergio Moro) de criminosos e não fazem questão alguma de disfarçar a estratégia de acusar os adversários daquilo que são.

Todos nós sabemos quem é o Rei da Mentira e esse é só um aperitivo do que ele é capaz. Por isso que devemos, além das ferramentas de “César” também entrarmos nessa batalha de joelhos, pois essa luta não é apenas política.

O disparate chega a nos revoltar de forma indescritível como quando, essa semana um Ministro do STF, que foi flagrado em conversas nada nobres com um réu, dizer que a conversa de Moro com Dalagnol foi grave ao ponto de aquela casa marcar uma reunião extraordinária para tratar da prisão do criminoso responsável pelo maior crime de corrupção da história da humanidade (desafio a qualquer um encontrar um volume de dinheiro maior do que o movimentado por ele).

Será que só nós conseguimos perceber que nosso Ministro da Justiça teve o celular hackeado e isso é crime segundo o art. 5º, Parágrafo XII, da Constituição Federal que positiva a inviolabilidade do sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial?

Um detalhe nessa história me incomoda: Moro pode ser julgado por suspeição por provas obtidas de forma ilegal? As leis só funcionam para proteger bandidos? Cidadãos honestos, não?

Essa história lembra-me o punguista, que na saída do estádio de futebol, furtado a carteira e saiu correndo gritando “pega ladrão”.

Como bem observou a dra. Cynthia Santana Nogueira, será que ninguém acha estranho que um Ministro da Justiça tenha o celular hackeado e o jornal do “marido” do Deputado Federal que foi indiciado por espionagem publica matéria com conteúdo privado e o assunto é tratado como furo jornalístico?

Ah… se fôssemos um país de fato…

E sabe por que fazem isso? Porque podem, porque outorgamos poderes praticamente ilimitados a eles (STF equipara “homofobia” a “racismo”, Congresso Nacional age como se estivéssemos em um regime parlamentarista, obstrui todas as propostas governamentais, etc.). Infelizmente não vejo as pessoas se mobilizando para que o Recall Anual de Políticos (não o desenterrado por Anastasia, claro!) seja implementado!

Ao observar os fatos diários, percebemos facilmente como funciona o protocolo adotado pela Esquerda:

1.       Criam uma mentira (ou factóide);
2. As milícias midiáticas (grandes mídias do establishment) publicam;
3. Desmentimos com fatos, números, comparações, lógica, etc.;
4. As milícias midiáticas ignoram;
5. Fica registrado para a história a versão mentirosa.

São verdadeiros Jobs Tupiniquins: têm seu próprio campo de distorção da realidade…

Continuaremos assistindo a esses recorrentes escárnios e ataques aos nossos valores (verdade, honestidade, etc.) até quando?

E quando os desmascarados nós é que somos rotulados de paranoicos!

Barcelona é aqui.

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Pai, casado, católico, matemático, analista de sistemas, pós-graduado em Gestão de TI (USP), enxadrista, karatedoka, especialista em Gestão do Tempo.



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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

DISCURSO DO CHANCELER, REAÇÃO DAS ESQUERDAS E MISSÃO DO BRASIL – Marcos Machado


12 de Janeiro de 2019

♦  Marcos Machado

O discurso de posse do chanceler Ernesto Araújo ecoou pela mídia nacional e internacional e estabeleceu um marco divisório entre a ruptura dos 13 anos petistas com a tradição brasileira e a nova fase que se inicia.

Em 30 minutos, o novo chanceler enfeixou pontos de máxima importância para o futuro do Brasil. Ele não só os descreveu com objetividade, calma e conhecimento de causa, como soube também alinhar os males de que padecemos e apontar-lhes os remédios.

A reação das esquerdas nacionais e internacionais não se fez esperar. A acidez dos comentários, a parcialidade, a amargura em constatar que a era petista foi sepultada com pá de cal, mostram que a esquerda, no seu vezo antipatriótico, se condena a si mesma e nos dá a prova provada do acerto da bússola que o País almeja alcançar nos próximos anos.

Assim, em artigo publicado no jornal “El País” (3-1-19) sob o título “Novo chanceler do Brasil faz discurso de ruptura com tradição multilateral da diplomacia do país e frustra quem esperava tom moderado ou menos ideológico depois da posse”, Ricardo Della Colleta comenta: “E, para quem esperava que o chanceler moderasse o tom uma vez empossado ministro, seu pronunciamento foi um balde de água fria.”1

Em outros termos, rompeu-se a tradição da era FHC e petista. O chanceler reata as tradições da diplomacia brasileira e acena para os grandes dias do Itamaraty.

Eis as palavras textuais do novo chanceler: “Como talvez nenhuma outra instituição no Brasil, nós temos a responsabilidade de proteger e regar este tronco histórico multissecular por onde corre a seiva da nacionalidade.”2

Em novembro de 2018, após Ernesto Araújo ser convidado para o cargo de Chanceler do Brasil, o PT publicou uma nota de repúdio por suas “posições políticas conservadoras”.

Missão do Brasil e seu papel no concerto das nações

Duas outras passagens do discurso do chanceler:

“A nossa evidente tendência nacionalista não provém de nenhuma vontade de isolamento, ela é movimento sobretudo de autoconhecimento”.4

         “[…] temos a responsabilidade de proteger e regar este tronco histórico multissecular por onde corre a seiva da nacionalidade”.

Tem toda razão o chanceler: há uma seiva da nacionalidade que vem das raízes católicas do mundo português, da evangelização dos índios, do amadurecimento nacional que deu origem ao Brasil enquanto nação.

E o autoconhecimento em oposição à globalização é a reafirmação da nacionalidade, das qualidades com que Deus galardoou o Brasil.

No Rio de Janeiro, Palácio do Itamaraty (antiga sede do Ministério das Relações Exteriores).

Na impossibilidade de comentar aqui todos os ricos aspectos da fala do nosso chanceler, cremos que ele se insere na missão do Brasil, externada em discurso pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira:

“Produto da cultura latina valorizada e como que transubstanciada pela influência sobrenatural da Igreja, a alma brasileira resulta da transplantação, para novos climas e novos quadros, destes valores eternos e definitivos que, precisamente porque definitivos e eternos, podem ajustar-se a todas as circunstâncias contingentes, sem perderem a identidade substancial consigo mesmo.”

         “A perfeita formação da alma brasileira comporta, pois, duas tarefas essenciais, uma que mantenha sempre intactos os fundamentos de nossa civilização cristã e ocidental e outra que ajuste esses fundamentos às condições peculiares a este hemisfério.”5

Que Nossa Senhora Aparecida ilumine, guie e governe esse tão amado Brasil, para a sua grandiosa missão.
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Notas:




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