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quarta-feira, 10 de abril de 2019

FRAGMENTOS - O PEQUENO PRINCIPE



Amor é a única coisa que cresce à medida que se reparte.

O amor não consiste em olhar um para o outro, mas sim em olhar juntos  para a mesma direção. 

Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que fez tua rosa tão importante.

Não exijas de ninguém senão aquilo que realmente pode dar.

Em um mundo que se fez deserto, temos sede de encontrar companheiros. 

Nunca estamos contentes onde estamos.

Será como a flor.

Se tu amas uma flor que se acha numa estrela, é doce, de noite, olhar o céu.
Todas as estrelas estão floridas.

Para enxergar claro, bastar mudar a direção do olhar. 

Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.

Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. 

Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós. 

O amor verdadeiro não se consome, quanto mais dás, mais te ficas.

Só os caminhos invisíveis do amor libertam os homens.

O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem.

Se alguém ama uma flor da qual só existe um exemplar em milhões de estrelas, isso basta para que seja feliz quando a contempla. Sois belas, mas vazias. Não se pode morrer por vós.

Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco.

Ela sozinha é porém mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei.

Foi a ela que pus a redoma.

Foi a ela que abriguei com o para-vento.

Foi dela que eu matei as larvas.

Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes.

É a minha rosa.



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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

O PEQUENO PRÍNCIPE: FRAGMENTOS – Exupery

O Pequeno Príncipe – Exupery


O Amor é a única coisa que cresce à medida que se reparte.

O amor não consiste em olhar um para o outro, mas sim em olhar juntos para a mesma direção. 

Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que fez tua rosa tão importante.

Não exijas de ninguém senão aquilo que realmente pode dar.

Em um mundo que se fez deserto, temos sede de encontrar companheiros. 

Nunca estamos contentes onde estamos. 

Será como a flor. Se tu amas uma flor que se acha numa estrela, é doce, de noite, olhar o céu.
Todas as estrelas estão floridas.

Para enxergar claro, bastar mudar a direção do olhar. 

Só se vê bem com o coração.

O essencial é invisível aos olhos. 

Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. 

Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós. 

O amor verdadeiro não se consome, quanto mais dás, mais te ficas.

Só os caminhos invisíveis do amor libertam os homens.

O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem.

Se alguém ama uma flor da qual só existe um exemplar em milhões de estrelas, isso basta para que seja feliz quando a contempla. 

Sois belas, mas vazias. Não se pode morrer por vós. 

Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é porém mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus a redoma.
Foi a ela que abriguei com o para-vento. Foi dela que eu matei as larvas. Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.



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quarta-feira, 1 de março de 2017

01 DE MARÇO – ANIVERSÁRIO DA MORTE DE RUI BARBOSA

Sobre Rui Barbosa... (Fragmentos)


Ruy Barbosa de Oliveira nasceu em Salvador, dia 5 de novembro de 1849.

Em 1861, aos 11 anos, quando estudava no Ginásio Baiano de Abílio César Borges, futuro Barão de Macaúbas, fez o mestre declarar a seu pai, João Barbosa: "Seu filho nada mais tem a aprender comigo". Ali, como ele mesmo diz mais tarde, viveu a maior emoção de toda a sua vida, quando recebeu uma medalha de ouro do Arcebispo da Bahia.

Em 1864, concluído o curso ginasial, mas sem idade para entrar em uma universidade, passou o ano estudando alemão. No ano seguinte, ingressou na Faculdade de Direito de Olinda.

Em 1867, adoeceu de "incômodo cerebral". Em 1868 abrigou em sua casa, por alguns dias, Castro Alves, seu antigo colega no Ginásio Baiano, em razão do rompimento dele com Eugênia Câmara. Proferiu o famoso discurso saudando José Bonifácio, o Moço.

Em 1870, graduou-se como bacharel pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco e retornou à Bahia. Em 1871, começou a advogar e estreou no júri, tendo registrado: "Minha estreia na tribuna forense foi, aqui, na Bahia, a desafronta na honra de uma inocente filha do povo contra a lascívia opulenta de um mandão".

Em julho de 1922, sofre um grave edema pulmonar, com iminência de morte. Meses depois, em fevereiro de 1923, sofre uma paralisia bulbar. Ruy diz a seu médico: "Doutor, não há mais nada a fazer". A 1º de março de 1923, falece em Petrópolis, à tarde, aos 73 anos de idade e tendo como últimas palavras as seguintes: "Deus, tende compaixão de meus padecimentos".

Seu corpo foi sepultado em um grande mausoléu familiar, no Cemitério de São João Batista, onde repousou até 1949. Nas comemorações de seu centenário de nascimento, seus restos mortais foram exumados e trasladados para a cidade de Salvador, onde se encontram até hoje.

A 7 de junho de 1923, foi agraciado a título póstumo com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada de Portugal.



Fonte: Wikipédia

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