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sábado, 1 de outubro de 2022
UM PRESENTE DO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO PARA ACALMAR NOSSAS ALMAS
Pela primeira vez
na história você está podendo enxergar o que o sistema é capaz de fazer para se
manter no controle de tudo, inclusive da sua vida.
Hoje, está claro
que as "diferenças" do passado não eram nada além de 50 tons de
vermelho.
Nós desmascaramos
todo esse teatro!
O que explica o
repentino rasgar das fantasias depois de tantos anos simulando uma falsa
diversidade para que a mesma ideologia de esquerda imperasse por décadas no
país é bem simples: DESESPERO!
Foi o recurso que
restou para tentarem impedir a libertação definitiva do Brasil.
Eles sabem que
mais 4 anos de Jair Bolsonaro mostrará para os brasileiros que a prosperidade
sempre foi possível.
Que ficaram na lama
esse tempo todo porque eram desprezados.
É por isso que
roubavam o seu dinheiro, porque nunca se importaram em como isso poderia te
atingir!
Aqueles que
promoveram o maior esquema de corrupção de nossa história sempre souberam que
cada milhão a mais que roubaram para si, era um milhão a menos para atender as
demandas e as necessidades do país.
O sofrimento do
povo sempre foi uma escolha consciente dessas pessoas!
Prova disso é que
as estatais que antes eram saqueadas e davam prejuízos à nação, hoje dão lucros
recordes que auxiliam no pagamento de programas de transferência de renda bem
maiores.
Sempre foi uma
questão de escolha: nós escolhemos transformar o país, eles escolheram roubar.
Faziam isso
porque achavam que jamais surgiria alguém com independência, coragem e
disposição para livrar o povo desse inferno.
Alguém que não
desistiria do país nem depois de uma tentativa de assassinato, da maior crise
sanitária do século e de uma guerra com impactos globais.
Como surgiu,
agora apelam para uma suposta causa maior: defender a democracia.
Mas como podem
defender algo que se fundamenta justamente no que eles sempre desprezaram, que
é o povo?
É porque não é
defesa da democracia, mas do sistema que construíram para se perpetuar no
poder.
Eles perceberam que não são invencíveis como pensavam.
Perceberam que nem
todos se deixam seduzir por suas promessas falsas ou se curvam às suas
chantagens.
Eles não se uniram
contra mim porque ameaço a democracia.
Eles se uniram
porque ameaço os seus esquemas e interesses!
E é um erro
pensar que o alvo principal é Jair Bolsonaro.
O sistema se uniu
contra cada brasileiro que defende a família, a liberdade de expressão, o combate ao aborto e às drogas, a
propriedade privada, o livre mercado e tudo aquilo que por em xeque a ilusão do
socialismo.
Mas quem pensa
que conseguirá tirar o povo novamente das decisões nacionais e retomar as
velhas práticas que condenaram o país à miséria, não conhece a sua força.
Se eles estão unidos
para defender a si próprios, estamos ainda mais unidos com o povo para defender
seus valores!
Quem insiste em
falsas memórias do passado ainda não entendeu que vivemos numa nova era.
Aqueles que
desprezam o povo e seus valores que se acostumem com a falta de sossego.
Deus não me deu uma
nova vida em 06/09/2018 para ser um gestor, mas para mudar de vez o nosso
Brasil!
Presidente Jair Messias
Bolsonaro
29/09/22
Recebi via WhatsApp
* * *
sexta-feira, 30 de setembro de 2022
quinta-feira, 29 de setembro de 2022
CYRO DE MATTOS
Vídeo sobre o livro “Kafka, Faulkner, Borges e Outras Solidões Imaginadas” publicado pela EDUEM, editora da Universidade Estadual de Maringá, Paraná, 2021.
https://www.facebook.com/egle.s.machado/videos/651196359657682
https://twitter.com/i/status/1575250389544407052
* * *
quarta-feira, 28 de setembro de 2022
terça-feira, 27 de setembro de 2022
História de Rádio
A história do rádio no Brasil começou com a paixão de um homem eminente: Edgar Roquette-Pinto, cientista e pioneiro, explorador e professor, escritor e desenhista, um dos grandes nomes da Academia Brasileira de Letras. Jovem médico, tornou-se professor de antropologia, de história natural, de fisiologia. Logo foi o braço direito do Marechal Rondon e fez o que ainda não tinha sido feito: gravou e fotografou e filmou os povos contactados na expedição a Rondônia. Suas observações científicas se espalham por todos os domínios: da notação musical à geológica, da sociologia à etnografia. O Rondônia é um livro que sobrevive ao tempo, avançadíssimo em seu contraste com os preconceitos raciais da época. Criou, como diretor do Museu Nacional - esse que a desídia deixou queimar -, uma extraordinária cinemateca científica. Inventou o Instituto Nacional de Cinema Educativo e fez Humberto Mauro filmar centenas de documentários.
A primeira rádio
foi criada em 1919, em Rotterdam. No centenário da nossa Independência,
Roquette-Pinto - exigia que seu nome fosse assim grafado - promoveu a primeira
transmissão de rádio no Brasil. Falou o Presidente Epitácio Pessoa e soou O
Guarani. Sua visão era - sempre, como uma obsessão - a do educador, que
imaginava o que se poderia fazer. Mas não conseguiu que o governo apoiasse a
instalação da primeira rádio.
Só em 20 de abril
de 1923, com equipamentos comprados pela Academia Nacional de Ciências,
Roquette-Pinto iniciou as transmissões da primeira rádio brasileira, a Rádio
Sociedade do Rio de Janeiro. Logo, como uma febre, as rádios se espalharam por
todo o País. A dele era inteiramente voltada para a educação, com programas
feitos por educadores e cientistas. Em 1936, sem condições de bancar os avanços
tecnológicos e recusando a propaganda comercial, ele doou essa primeira rádio
ao governo. Vargas entregou-a ao DIP, o Departamento de Imprensa e Propaganda,
nossa versão do 'Ministério da Verdade' de Orwell. Lá foi de novo
Roquette-Pinto, conseguindo que ela continuasse destinada à educação,
tornando-se a Rádio Ministério da Educação e Saúde, a atual Rádio MEC. Outra
rádio, a Rádio Escola Municipal, fundada em 1933, por proposta sua, por Anísio
Teixeira, tornou-se depois a Rádio Roquette-Pinto.
Entretanto, eu
nasci. O rádio surgiu na minha vida em Pinheiro, pela iniciativa do
farmacêutico José Alvim. Ele fundou na cidade o Clube do rádio, que se reunia
três vezes por semana. Formou grupos e estabeleceu os dias em que cada grupo
tinha direito de ir a sua casa para ouvir o rádio: um grupo ia às segundas;
outro, às quartas, e o terceiro, às sextas-feiras. O rádio ficava numa mesinha
na frente da casa, do lado de fora.
Numa dessas
reuniões, as descargas estáticas foram tantas que houve um protesto geral, com
grandes reclamações de que não se ouvia nada. Irritado, José Alvim levantou-se,
pegou o rádio, levou-o para dentro de casa e anunciou: ''Tá fechado o Clube do
rádio.'
No tempo da Segunda
Guerra, quando aquelas descargas provocavam ruído prolongado, José Alvim dizia:
'É tiro de alemão! Estamos ouvindo barulho de canhão!' E todos ficavam em
silêncio 'ouvindo a guerra'.
Depois, quando a
guerra acabou e ele não tinha justificativa para o barulho da estática no
rádio, então dizia: 'Está chovendo na Bahia! Não passa nada de lá para cá! É a
zoada no rádio das nuvens de chuva!'
Centenário, o rádio vai sobrevivendo a todas as mudanças tecnológicas: a televisão - Roquette-Pinto, sempre ele, tentou criar, pouco antes de morrer, a primeira TV-Educativa (que acabou sendo criada por mim, aqui no Maranhão) -, o computador, a internet, as redes sociais? Ele, firme, com 90% dos brasileiros escutando as quase dez mil rádios que existem no País.
Os Divergentes, 20/09/2022
https://www.academia.org.br/artigos/historia-de-radio
José Sarney - Sexto ocupante da Cadeira nº 38 da ABL, eleito em 17
de julho de 1980, na sucessão de José Américo de Almeida e recebido em 6 de
novembro de 1980 pelo Acadêmico Josué Montello. Recebeu os Acadêmicos Marcos
Vinicios Vilaça e Affonso Arinos de Mello Franco.


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